Uma investigação conduzida pelo Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC) concluiu que o São Paulo Futebol Clube foi vítima de uma "associação criminosa profissionalizada". Segundo o relatório policial, o grupo era composto por Rita de Cássia Adriana Prado, Mara Casares, Douglas Schwartzmann e o ex-superintendente Marcio Carlomagno, que atuavam como sócios informais em um esquema de comercialização clandestina de camarotes no estádio do Morumbis. A informação é do portal GE.Segundo a publicação, a base das novas revelações é um caderno apreendido na residência de Adriana Prado, considerada a operadora logística e financeira do grupo. Nas anotações, a polícia encontrou o que chamou de "memorial contábil" do crime: registros que mostram uma divisão fixa de 25% dos lucros para ca...