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A taxa anual de inflação do Reino Unido provavelmente cairá para a meta de 2% até o meio deste ano, auxiliada por importações baratas da China e permitindo novos cortes nos custos de empréstimos, disse membro externo do Comitê de Política Monetária do Banco da Inglaterra (BoE), Alan Taylor, nesta quarta-feira.
Ele mencionou que há sinais de que empresas chinesas enfrentando altas tarifas nos EUA buscaram e encontraram novos clientes no Reino Unido e em outras partes da Europa, reduzindo seus preços. Segundo ele, esse é um dos fatores que pressionarão a taxa de inflação para baixo, além das medidas anunciadas no orçamento do governo que devem reduzir os preços de energia doméstica.
"Agora podemos ver a inflação na meta em meados de 2026, em vez de ter que esperar até 2027, como em nossa projeção anterior", afirmou. "Vejo isso como sustentável, dado o arrefecimento do crescimento salarial, e agora espero que a política monetária se normalize em um nível neutro mais cedo ou mais tarde", acrescentou.
Os comentários de Taylor sugerem que ele votará novamente por um corte na taxa principal quando os nove formuladores de políticas do BOE se reunirem no início de fevereiro. Ele tem defendido reduções mais rápidas na taxa principal do que muitos de seus colegas. Em dezembro, quatro votaram contra a decisão de reduzir a taxa principal de 4% para 3,75%. Fonte: Dow Jones Newswires*.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
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