O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) deu prazo de cinco dias para que Osmar Stábile, presidente do Corinthians, explique a contratação da Bear Security. A empresa é considerada irregular e teria sido contratada com recursos do clube para a segurança privada de Stábile. O dirigente foi procurado pelo Estadão por meio de sua assessoria de imprensa.No ofício, o procurador Cassio Conserino cobra o contrato com a empresa, documentos do trâmite interno e escalas de trabalho dos seguranças. O documento foi expedido no dia 31 de agosto. O prazo, portanto, encerra no sábado.Também são exigidas providências que o Corinthians tenha tomado, uma vez que a Bear Security não tem autorização da Polícia Federal para a operação. A irregularidade motivou, ainda, um inquérito federal sobre o caso."Eventu...