Rafael Cardoso se manifesta após supostas acusações da ex-sogra Sônia Bridi

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Rafael Cardoso, 38, se pronunciou sobre as acusações de agressão feitas por sua ex-sogra, a jornalista Sônia Bridi, 60.

Em comunicado divulgado pela equipe jurídica do ator, foi manifestada a preocupação com o vazamento de informações sigilosas do processo envolvendo o ex-marido de Mariana Bridi.

No comunicado, a equipe dele explica: "Na condição de advogado do RAFAEL CEZAR CARDOSO, informo que ele não falará diretamente com a imprensa acerca do processo sigiloso, a fim de não incorrer na prática de crime. Feita essa observação, esclarecemos que a notícia em questão não se refere a fatos novos, mas sim a fatos que teriam ocorrido há mais de um ano e a cuja apuração exauriente se está a proceder, na forma da lei, em processo judicial sigiloso".

Sônia Bridi teria processado o ex-genro por violência patrimonial e psicológica depois de ter sido ameaçada e ter a casa invadida em agosto do ano passado. O ator nega todas as acusações.

Rafael e Mariana se separaram em 2022. Em outubro, ele revelou que está impedido legalmente de ver seus filhos, Aurora, de oitos anos, e Valentim, de seis. Ele também é pai da pequena Helena, fruto de seu atual relacionamento com a psicóloga Carol Ferraz.

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Um avião que seguia de Manaus (AM) para Belo Horizonte (MG) precisou alterar a rota e pousar em Palmas (TO) na sexta-feira, 28, após uma emergência médica a bordo. O voo, de número AD4163, era operado pela Azul.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Tocantins (SSP-TO), o passageiro Fred Alexey Santos, de 46 anos, morreu após se sentir mal durante o voo. O Instituto Médico Legal (IML) de Palmas recebeu neste sábado, 29, o corpo.

A suspeita inicial é de que Santos tenha tido um choque cardiogênico, condição na qual o coração perde a capacidade de bombear sangue para o corpo. Ele já tinha histórico de cardiopatia.

O corpo passou por exames para confirmar as causas da morte. Santos era morador de Manaus e o corpo será liberado assim que familiares apresentarem a documentação necessária.

Em nota, a Azul lamentou o ocorrido. "Após a aterrissagem, o cliente foi prontamente atendido por médicos do aeroporto, mas não resistiu e veio a óbito no local. A Azul lamenta o ocorrido e ressalta que está prestando toda a assistência necessária aos familiares. Posteriormente, o voo seguiu para o seu destino", informou.

Carlos Alves Vieira, de 48 anos, integrante da Sintonia Final do Primeiro Comando da Capital (PCC) e conhecido como "Ferrugem", foi morto em um tiroteio com policiais da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar) na tarde desta sexta-feira, 28, em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo.

Segundo a Polícia Militar e a Secretaria da Segurança Pública (SSP), equipes do 1.º Batalhão de Policiamento de Choque realizavam diligências após informações de inteligência apontarem que Ferrugem transportava drogas na região. O suspeito foi localizado por volta das 17h30, conduzindo um Toyota Corolla pela Estrada de Santa Isabel, nas imediações da Rua Carmo da Mata.

Ao tentar realizar a abordagem, os agentes afirmam que o homem reagiu, iniciando uma troca de tiros. Ele foi baleado e morreu no local após atendimento do SAMU. Nenhum policial ficou ferido.

Na ação, foram apreendidos 10 tabletes de maconha, duas armas de fogo e uma quantia em dinheiro. De acordo com a PM, Ferrugem tinha histórico de envolvimento com lavagem de dinheiro, tráfico internacional de drogas e crimes violentos.

O caso foi registrado como morte decorrente de intervenção policial na Delegacia de Itaquaquecetuba. A Polícia Civil segue com as investigações.

O delegado Osvaldo Nico Gonçalves será o secretário de segurança pública do Estado de São Paulo a partir da próxima segunda-feira, 1º de dezembro. Com mais de quatro décadas de atuação na Polícia Civil, Nico, como é conhecido, era o secretário-executivo (o segundo cargo em importância) da pasta sob o comando de Guilherme Derrite, que deixa o cargo também na próxima segunda.

Nico tem 68 anos de idade e ocupou diferentes posições na segurança pública: atuou, por exemplo, como chefe da Delegacia Antissequestro e como delegado-geral da Polícia Civil na gestão Rodrigo Garcia, em 2022. A carreira foi bastante midiática, com casos e prisões famosos.

Apesar do cargo de delegado-geral ter funções mais administrativas, como a definição de estratégias e supervisão de operações, Nico não se afastou das diligências policiais, atuando também na linha de frente ao lado de agentes e investigadores.

Ele foi o fundador do primeiro Grupo de Operações Especiais (GOE) e também chefiou as equipes do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) e do Grupo Armado de Repressão a Roubos (Garra).

Em 2020, Nico comandou a equipe que prendeu Fabrício Queiroz em Atibaia, no interior de São Paulo. No total, foram mobilizados 15 policiais e cinco viaturas para a ocorrência, sendo que o alvo da operação só foi revelado duas horas antes de os agentes chegarem no local.

Ex-assessor de Flávio Bolsonaro, Queiroz foi encontrado na casa de Frederick Wassef, advogado da família Bolsonaro. Ele foi preso após denúncia do Ministério Público por suposto envolvimento em um esquema de "rachadinha" no gabinete de Flávio na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

"Pegamos o Queiroz dormindo. Ele acordou com a gente do lado dele", revelou Nico à época. Queiroz foi solto em 2021 por determinação do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Outra prisão midiática conduzida pelo delegado foi a do médico Roger Abdelmassih em 2014, condenado por estuprar dezenas de mulheres no consultório em que atendia. Mais um caso foi a captura de Maurício Hernandez Norambuena, líder do sequestro do publicitário Washington Olivetto, em 2001.

O primeiro caso de grande repercussão de Osvaldo Nico foi de outra natureza. Em 2005, o delegado deu voz de prisão ao jogador argentino Leandro Desábato, então no Quilmes, por cometer racismo contra o atacante Grafite, que estava no São Paulo, durante um jogo da Libertadores. Nico estava presente no estádio para coibir a extorsão de flanelinhas a motoristas, tomou conhecimento do caso e prendeu o argentino ainda no gramado.

Como secretário-executivo, o gabinete de Nico era decorado com dezenas de fotografias e recortes de jornais que narram uma parte de sua trajetória na polícia. Entre as imagens, havia uma em que Nico aparece ao lado do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP).

Além da carreira policial, Nico também é conhecido por conta dos restaurantes administrados por sua família. Ele é sócio minoritário de três pizzarias com sua esposa e filhos. A primeira unidade, no bairro do Ipiranga, na zona sul de São Paulo, funciona há mais de 40 anos. Ele afirma que não participa da administração do negócio, deixando isso a cargo de sua família, que, além das pizzarias, comanda um bar e um restaurante de comida italiana.

Indicação

A indicação de Nico, segundo fontes ouvidas pelo Estadão, é tida como mais conservadora, uma vez que mantém um nome que já integra a alta cúpula da secretaria e, ao mesmo tempo, atende a um pedido de policiais civis após o cargo ser ocupado por um nome ligado à PM.

Derrite, que recentemente se licenciou provisoriamente do cargo para voltar à Câmara dos Deputados e relatar o projeto de lei Antifacção no Congresso, já havia sinalizado que ia deixar a pasta no próximo mês, mas sem indicar uma data.

A expectativa, agora, é que a despedida do atual secretário se dê durante cerimônia de aniversário do batalhão Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota), que ocorre no centro de São Paulo.