'Não será fácil, mas resultado será histórico', diz Trump sobre tarifas

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a defender o tarifaço do seu governo na manhã deste sábado, 5. Trump negou que a China tenha sido atingida "mais duramente" que os EUA.

"Eles, e muitas outras nações, nos trataram de forma insustentável. Fomos o 'poste de chicote' idiota e indefeso, mas não mais. Estamos trazendo de volta empregos e negócios como nunca antes", escreveu em uma publicação na rede social Truth Social.

O presidente americano afirmou que o país já recebeu mais de US$ 5 trilhões em investimentos. "AGUARDEM RESISTENTES, não será fácil, mas o resultado final será histórico", afirmou.

A manifestação de Trump ocorre em meio à entrada em vigor das tarifas globais de 10% sobre produtos importados pelos Estados Unidos neste sábado. A medida atinge mais de 180 países. A tarifa geral mínima de 10% passa a valer neste sábado, enquanto as tarifas individualizadas entrarão em vigor na próxima quarta-feira, 9.

A tarifa de 10% será aplicada também às nações que o presidente Trump selecionou para sobretaxas mais elevadas por meio da sua medida tarifária recíproca, caso da União Europeia e da China.

Na sexta-feira, 4, a China anunciou uma série de ações retaliatórias aos Estados Unidos. As medidas incluem tarifa recíproca de 34% sobre os produtos americanos importados, controles de exportação a sete categorias de itens relacionados a terras raras e a inclusão de 11 empresas dos EUA à "lista de entidades não confiáveis". O governo chinês também registrou queixa na Organização Mundial do Comércio (OMC) contra as tarifas dos Estados Unidos.

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O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), venceria num eventual segundo turno das eleições presidenciais disputado com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), diz pesquisa Datafolha divulgada neste sábado, 5. Lula teria 48% das intenções de voto, contra 39% do ex-ministro de Jair Bolsonaro. Outros 13% votariam em branco, nulo ou em nenhum dos dois, e 1% não soube responder.

Na mesma pesquisa, o Datafolha simulou uma disputa de segundo turno entre Fernando Haddad, ministro da Fazenda de Lula, e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), hoje inelegível após condenação pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Haddad sairia na frente com 45%, contra 41% de Bolsonaro.

Haddad também lideraria se o pleito fosse com Tarcísio, que ficaria com 37%, contra 43% do atual ministro da Fazenda.

Num cenário de nova disputa em segundo turno entre Lula e Bolsonaro, o atual presidente teria 49% das intenções de voto, contra 40% de Bolsonaro.

O petista contra a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) teria 50%, contra 38% de Michelle.

Se a corrida em segundo turno fosse contra Eduardo Bolsonaro (PL), o presidente da República teria 51% das intenções de voto, ante 34% do filho do ex-presidente.

Primeiro turno

O cenário do segundo turno favorável a Lula está em linha com o verificado pela mesma pesquisa sobre primeiro turno. Segundo o Datafolha, Lula sairia na frente numa disputa com a presença do ex-presidente Jair Bolsonaro se as eleições presidenciais de 2026 fossem hoje.

Nos cinco cenários de primeiro turno testados pelo Datafolha, Lula aparece na vantagem.

Numa disputa com Lula e Bolsonaro, o primeiro teria 36% e o ex-presidente, 30%. Ciro Gomes (PDT) teria 12%, Pablo Marçal (PRTB), 7%, o governador do Rio Grande do Sul Eduardo Leite (PSDB), 5%, e 9% votariam em branco/nulo ou nenhum, além de 2% afirmarem não saber.

Sem Bolsonaro e com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) na disputa, Lula teria 35%, contra 15% do ex-ministro de Bolsonaro, 11% de Ciro, 11% de Marçal, 5% de Ratinho Junior (PSD), que é governador do Paraná, 3% de Leite, 3% do governador mineiro, Romeu Zema (Novo), 2% de Ronaldo Caiado (União Brasil), que comanda Goiás, 11% em branco/nulo/nenhum e 3% que não saberiam.

Com Eduardo Bolsonaro (PL) na corrida, Lula também teria 35%, e em segundo lugar ficaria Ciro Gomes, com 12%. Já o filho de Bolsonaro teria 11% na terceira posição. Depois viriam Marçal (10%), Ratinho (6%), Zema (4%), Leite (4%) e Caiado (3%).

Se Michelle Bolsonaro, ex-primeira dama, entrasse na eleição, ficaria em segundo lugar com 15%, e Lula na vantagem, com 35%. Nesse cenário o Datafolha ainda colocou Ciro Gomes (12%), Pablo Marçal (10%), Ratinho Junior (5%), Romeu Zema (4%), Leite (3%) e Caiado (3%).

Por fim, num cenário apenas com Lula, Tarcísio e Marçal, o petista teria 43%, o governador de SP, 24%, e Marçal, 15%.

Segundo o jornal Folha de S.Paulo, a pesquisa foi realizada com 3.054 pessoas de 16 anos ou mais em 172 municípios pelo Brasil nos dias 1º a 3 de abril. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais, para mais ou para menos.

A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, disse neste sábado, 5, que a primeira-dama, Janja Lula da Silva, atua em acordo com parâmetros legais e tem feito "trabalhos importantes dentro e fora do país". Na sexta-feira, 4, a Advocacia-Geral da União (AGU) divulgou uma orientação normativa sobre a atuação do cônjuge do presidente da República em compromissos nacionais e internacionais.

O texto normativo foi elaborado a pedido da Casa Civil. No mês passado, o Tribunal de Contas da União (TCU) rejeitou, por unanimidade, um pedido de auditoria apresentado pela oposição acerca dos custos relacionados às viagens da primeira-dama.

Gleisi Hoffmann declarou que Janja da Silva é alvo de machismo, perseguição e ações "sem motivo".

Ela cita como exemplo uma representação no TCU e um projeto de lei contra suas viagens de representação.

A orientação normativa da AGU, anunciada ontem, estabelece que a função do cônjuge deve ser voluntária e não remunerada. É prevista a prestação de contas de deslocamentos e recursos públicos empregados em viagens, a divulgação de agenda de compromissos públicos, a disponibilização de dados sobre despesas e viagens no portal da transparência, bem como o atendimento de pedidos de informações sobre estas atividades.

Em sua atuação de interesse público, segundo a AGU, "o cônjuge do presidente apresenta natureza jurídica própria que decorre do vínculo civil mantido com o chefe de Estado e de Governo". O papel representativo é exercido em caráter social, cultural, cerimonial, político e/ou diplomático em nome do presidente.

Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado, 5, mostra que o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), sairia na frente numa disputa com a presença do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) se as eleições presidenciais de 2026 fossem hoje. Bolsonaro está inelegível após condenação pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Nos cinco cenários de primeiro turno testados pelo Datafolha, Lula aparece na vantagem.

Numa disputa com Lula e Bolsonaro, o primeiro teria 36% e o ex-presidente, 30%. Ciro Gomes (PDT) teria 12%, Pablo Marçal (PRTB), 7%, o governador do Rio Grande do Sul Eduardo Leite (PSDB), 5%, e 9% votariam em branco/nulo ou nenhum, além de 2% afirmarem não saber.

Sem Bolsonaro e com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) na disputa, Lula teria 35%, contra 15% do ex-ministro de Bolsonaro, 11% de Ciro, 11% de Marçal, 5% de Ratinho Junior (PSD), que é governador do Paraná, 3% de Leite, 3% do governador mineiro, Romeu Zema (Novo), 2% de Ronaldo Caiado (União Brasil), que comanda Goiás, 11% em branco/nulo/nenhum e 3% que não saberiam.

Com Eduardo Bolsonaro (PL) na corrida, Lula também teria 35%, e em segundo lugar ficaria Ciro Gomes, com 12%. Já o filho de Bolsonaro teria 11% na terceira posição. Depois viriam Marçal (10%), Ratinho (6%), Zema (4%), Leite (4%) e Caiado (3%).

Se Michelle Bolsonaro, ex-primeira dama, entrasse na eleição, ficaria em segundo lugar com 15%, e Lula na vantagem, com 35%. Nesse cenário o Datafolha ainda colocou Ciro Gomes (12%), Pablo Marçal (10%), Ratinho Junior (5%), Romeu Zema (4%), Leite (3%) e Caiado (3%).

Por fim, num cenário apenas com Lula, Tarcísio e Marçal, o petista teria 43%, o governador de SP, 24%, e Marçal, 15%.

Sem Lula ou Bolsonaro

O Datafolha também simulou cenário sem Bolsonaro nem Lula, mas com nomes como de Ciro, Tarcísio, Marçal e Fernando Haddad, ministro da Fazenda de Lula. Nesse eventual pleito, Haddad teria 15%, em terceiro lugar, contra 16% de Tarcísio na segunda posição e 19% de Ciro Gomes, na liderança.

Num cenário sem Lula mas com Bolsonaro, Ciro, Haddad, Marçal e Leite, o ex-presidente lideraria com 32%, seguido por Ciro com 20% e Haddad com 17%.

Segundo o jornal Folha de S.Paulo, a pesquisa foi realizada com 3.054 pessoas de 16 anos ou mais em 172 municípios pelo Brasil nos dias 1º a 3 de abril. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais, para mais ou para menos.