Nunes diz que deve comparecer ao ato de Bolsonaro em SP e revela 'gratidão' ao ex-presidente

Política
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O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), afirmou na manhã desta sexta-feira, 16, que deve comparecer ao ato convocado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na Avenida Paulista, previsto para o dia 25. "Bolsonaro deve me apoiar, portanto evidentemente eu preciso ser solidário e parceiro", disse o prefeito, acrescentando ter "gratidão" a Bolsonaro.

A expectativa é que Nunes compareça ao ato junto com o governador do Estado, Tarcísio de Freitas (Republicanos), "se ele me der uma carona", brincou. Bolsonaro convocou o ato depois de ter sido um dos alvos da operação Tempus Veritatis da Polícia Federal na última semana, quando teve que entregar seu passaporte às autoridades. A PF apura a participação do ex-presidente em uma articulação para dar um golpe de Estado que impediria as eleições de 2022 ou a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Nunes afirmou que uma manifestação é algo de "mais importante que tem no sistema democrático", e que viu com bons olhos a gesto de Bolsonaro ao pedir que apoiadores não levem faixas contra os adversários.

"Eu fiquei muito feliz com a forma que ele colocou de dizer não levem faixas e cartazes ofendendo ninguém", disse o prefeito, em entrevista coletiva na manhã desta sexta.

Nunes também destacou a gestão de Bolsonaro dizendo que o ex-chefe do Executivo sempre "lhe tratou de forma cordial", e foi uma figura importante nas discussões da dívida do município.

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Além de enfrentar novas tarifas e de aparecer no topo da lista de "maus atores" do presidente Trump no seu anúncio tarifário, a China tem outro motivo para estar irritada: Taiwan foi listado como um país.

Mesmo antes de Pequim ter opinado oficialmente sobre a tarifa de 34% anunciada por Trump, o seu embaixador em Washington publicou um lembrete severo de que a China considera a ilha democrática de Taiwan parte do seu território. Está entre as maiores proibições diplomáticas no livro de Pequim sugerir que Taiwan é independente do domínio chinês. Mas Taiwan foi listado em quarto lugar sob o título "país" no painel tarifário que Trump ergueu em sua cerimônia na Casa Branca.

"#Taiwan é Taiwan da China", escreveu o embaixador Xie Feng no X depois da fala de Trump e incluiu um discurso em vídeo do líder chinês Xi Jinping alertando contra testar a determinação de Pequim. O embaixador não comentou as novas tarifas, incluindo 32% para Taiwan.

O CEO da Tesla, Elon Musk, chamou de "fake news" a informação de que deve se afastar, já nas próximas semanas, de suas funções à frente do Departamento de Eficiência Governamental (Doge), como informou o Politico.

Musk compartilhou em seu perfil no X a publicação da porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, que já havia negado que o presidente Donald Trump tenha reforçado a seus aliados que o bilionário deixaria o cargo público em breve.

A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, negou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tenha reforçado a aliados que Elon Musk, chefe do Departamento de Eficiência Governamental (Doge, na sigla em inglês), deve se afastar nas próximas semanas, como publicado mais cedo pelo Politico. "Trump já disse publicamente que Elon deixará o serviço público depois de terminar seu incrível trabalho no Doge", escreveu Leavitt no X.

Mais cedo, uma pesquisa apontou que 58% dos entrevistados desaprovam a gestão de Musk à frente do Doge, enquanto 41% a aprovam - a menor taxa registrada desde o início do novo mandato de Trump.

O próprio Musk já havia afirmado que suas empresas estavam "sofrendo" por sua presença no governo, referindo-se aos ataques contra a Tesla e à queda das ações da companhia. O bilionário também mencionou que esperava concluir os cortes no Doge até o fim de maio.