Alckmin socorre homem que teve mal súbito durante evento do governo em Manaus

Política
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O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) socorreu um homem que teve um mal súbito durante um evento do governo federal em Manaus, capital do Amazonas, nesta sexta-feira, 1º. Médico de formação, ele mediu o pulso e ajudou a levantar um funcionário da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) que sofreu uma queda de pressão.

Alckmin é o presidente da República em exercício, já que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está em viagem internacional, e cumpria uma agenda na Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) quando um funcionário da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) foi ao chão após ter uma queda de pressão.

Na gravação, feita por pessoas que estavam no evento, o vice-presidente aparece medindo o pulso do homem e ajudando-o a levantar. Segundo o jornal O Globo, o homem foi encaminhado para uma cadeira que estava em um lugar mais arejado.

Alckmin, que também exerce a função de ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércios no governo Lula, é formado em Medicina pela Universidade de Taubaté e especialista em anestesiologia pelo Hospital do Servidor Público do Estado de São Paulo. O vice-presidente também já atuou como acupunturista e é membro da Academia de Medicina de São Paulo.

Em fevereiro do ano passado, Alckmin vacinou Lula com uma dose de reforço da vacina contra o coronavírus durante um evento do Ministério da Saúde que lançou um programa de governo que buscou aumentar as coberturas vacinais no País.

Para assistir ao vídeo sobre o ocorrido, basta clicar aqui.

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A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, negou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tenha reforçado a aliados que Elon Musk, chefe do Departamento de Eficiência Governamental (Doge, na sigla em inglês), deve se afastar nas próximas semanas, como publicado mais cedo pelo Politico. "Trump já disse publicamente que Elon deixará o serviço público depois de terminar seu incrível trabalho no Doge", escreveu Leavitt no X.

Mais cedo, uma pesquisa apontou que 58% dos entrevistados desaprovam a gestão de Musk à frente do Doge, enquanto 41% a aprovam - a menor taxa registrada desde o início do novo mandato de Trump.

O próprio Musk já havia afirmado que suas empresas estavam "sofrendo" por sua presença no governo, referindo-se aos ataques contra a Tesla e à queda das ações da companhia. O bilionário também mencionou que esperava concluir os cortes no Doge até o fim de maio.

O governo de unidade da África do Sul corre o risco de entrar em colapso, após o segundo maior partido político do país, a Aliança Democrática (DA), romper com parceiros como o partido Congresso Nacional Africano (ANC, na sigla em inglês) e votar contra o orçamento nacional, nesta quarta-feira, 2. A justificativa foi a impossibilidade de apoiar um aumento de impostos que sobrecarregaria ainda mais a maioria pobre da população do país.

O orçamento contestado aumentaria o Imposto sobre Valor Agregado - que é pago sobre bens e serviços, incluindo alimentos e eletricidade - em meio ponto porcentual a partir do mês que vem, com outro meio ponto porcentual introduzido no ano que vem. É esperado que o aumento gere mais de 15 bilhões de rands (cerca de US$ 800 milhões) em receita por ano para financiar programas de saúde, educação e serviços sociais.

O líder do partido rival de esquerda Economic Freedom Fighters (EFF), Julius Malema, comemorou o atrito. "Estamos felizes por termos conseguido quebrar esse chamado governo de unidade nacional. O que está unindo vocês se vocês não conseguem concordar com algo como um orçamento nacional?", disse.

O ministro das Finanças sul-africano, Enoch Godongwana, levantou dúvidas sobre a capacidade do DA de permanecer no governo. "Não acho que você pode votar contra um orçamento, e amanhã você quer crescer e fazer parte de sua implementação. Não pode ser", defendeu. Fonte: Associated Press.

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse nesta quarta-feira, 2, que Israel está estabelecendo um novo corredor de segurança através da Faixa de Gaza para pressionar o Hamas, sugerindo cortar a cidade de Rafah do resto do território palestino.

O anúncio foi feito depois que o ministro da defesa de Netanyahu declarou que tomaria grandes áreas de Gaza e as adicionaria às suas chamadas zonas de segurança. Enquanto isso, uma onda de ataques israelenses matou mais de 40 palestinos, incluindo várias mulheres e crianças, de acordo com autoridades de saúde palestinas.

Israel prometeu intensificar a guerra de quase 18 meses contra o Hamas até que o grupo devolva dezenas de reféns restantes, desarme-se e deixe o território. Fonte: