Saiba qual foi a causa da morte de Arthur Virgílio Bisneto, ex-deputado morto nesta terça-feira

Política
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O ex-deputado federal Arthur Virgílio Bisneto (PL), que morreu nesta terça-feira, 28, aos 44 anos, faleceu após sofrer um infarto fulminante em Manaus. A causa foi revelada pelo ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência e ex-prefeito da capital amazonense Arthur Virgílio Neto, pai do ex-parlamentar, durante o sepultamento que ocorreu nesta quarta-feira, 29.

Após o sepultamento de Arthur Bisneto, que aconteceu no cemitério São João Batista, no centro de Manaus, Arthur Virgílio Neto disse que um mal súbito matou o filho. "Infelizmente foi assim, um infarto fulminante. Eu fico muito triste, de minha parte é só dor. Mas, o que eu tenho hoje é assim, uma pequeniníssima alegria por ter tanta gente prestigiando o meu filho", afirmou.

"Eu tinha que estar no lugar dele, e ele tinha que estar aqui fora, por uma ordem natural das coisas. Não quero questionar os desígnios de Deus não, mas eu, o mais velho, tem que ser enterrado pelos mais novos. Por outro lado, eu saio daqui com um enorme sentimento de que uma parte minha ficou ali dentro. Meu coração ficou ali dentro", completou o ex-prefeito de Manaus.

A morte de Arthur Bisneto foi anunciada pelo pai nas redes sociais, no início da tarde desta terça. "Vou encontrá-lo brevemente. Você pode esperar, meu filho. Sabe que não fujo dos meus compromissos!", disse o ex-ministro.

O deputado Pauderney Avelino (União-AM) informou sobre a morte do deputado na sessão do Congresso Nacional que analisou vetos presidenciais nesta terça. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), realizou um minuto de silêncio em respeito à memória do ex-parlamentar.

"Manifestamos nossos profundos sentimentos e pesar a todos os seus familiares, sobretudo ao seu pai Arthur Virgílio, que honrou por muitos anos a Câmara e o Senado", afirmou Pacheco.

Além de ocupar uma cadeira da Câmara dos Deputados entre 2015 e 2019, Arthur Bisneto foi secretário-chefe da Casa Civil de Manaus quando o pai foi prefeito pela última vez, entre 2017 e 2018. Ele também foi vereador da capital amazonense entre 2000 e 2002 e deputado estadual entre 2003 e 2014.

Na última participação em eleições, Arthur Bisneto foi vice na chapa do senador Omar Aziz (PSD-AM), que concorreu ao cargo de governador do Amazonas em 2018. Eles ficaram em quarto lugar, com 142.804 votos (8,1% dos votos válidos).

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Além de enfrentar novas tarifas e de aparecer no topo da lista de "maus atores" do presidente Trump no seu anúncio tarifário, a China tem outro motivo para estar irritada: Taiwan foi listado como um país.

Mesmo antes de Pequim ter opinado oficialmente sobre a tarifa de 34% anunciada por Trump, o seu embaixador em Washington publicou um lembrete severo de que a China considera a ilha democrática de Taiwan parte do seu território. Está entre as maiores proibições diplomáticas no livro de Pequim sugerir que Taiwan é independente do domínio chinês. Mas Taiwan foi listado em quarto lugar sob o título "país" no painel tarifário que Trump ergueu em sua cerimônia na Casa Branca.

"#Taiwan é Taiwan da China", escreveu o embaixador Xie Feng no X depois da fala de Trump e incluiu um discurso em vídeo do líder chinês Xi Jinping alertando contra testar a determinação de Pequim. O embaixador não comentou as novas tarifas, incluindo 32% para Taiwan.

O CEO da Tesla, Elon Musk, chamou de "fake news" a informação de que deve se afastar, já nas próximas semanas, de suas funções à frente do Departamento de Eficiência Governamental (Doge), como informou o Politico.

Musk compartilhou em seu perfil no X a publicação da porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, que já havia negado que o presidente Donald Trump tenha reforçado a seus aliados que o bilionário deixaria o cargo público em breve.

A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, negou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tenha reforçado a aliados que Elon Musk, chefe do Departamento de Eficiência Governamental (Doge, na sigla em inglês), deve se afastar nas próximas semanas, como publicado mais cedo pelo Politico. "Trump já disse publicamente que Elon deixará o serviço público depois de terminar seu incrível trabalho no Doge", escreveu Leavitt no X.

Mais cedo, uma pesquisa apontou que 58% dos entrevistados desaprovam a gestão de Musk à frente do Doge, enquanto 41% a aprovam - a menor taxa registrada desde o início do novo mandato de Trump.

O próprio Musk já havia afirmado que suas empresas estavam "sofrendo" por sua presença no governo, referindo-se aos ataques contra a Tesla e à queda das ações da companhia. O bilionário também mencionou que esperava concluir os cortes no Doge até o fim de maio.