Lula: É uma alegria trabalhar com um prefeito com a qualidade de João Campos

Política
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou apoio a João Campos (PSB), pré-candidato à reeleição para prefeito de Recife (PE), durante solenidade na capital pernambucana nesta terça-feira, 2.

Na ocasião, Lula afirmou que João Campos será melhor que seu pai, Eduardo Campos, falecido em agosto de 2014, num acidente de avião.

"É uma alegria trabalhar com um prefeito da qualidade do João Campos", disse Lula. "Eduardo Campos está lá no céu, ele está se mexendo, porque esse moleque vai ser melhor que ele para governar essa cidade."

Conforme mostrou o Broadcast Político, João Campos ainda não escolheu o seu vice e resiste em escalar um petista para o posto. Por sua vez, o PT busca um acordo para obter o cargo.

A negociação, no entanto, também envolve as eleições de 2026, com a possibilidade de o filho de Eduardo Campos tentar a gestão estadual. Caso João concorra ao governo de Pernambuco, o vice passaria a comandar a Prefeitura da capital, o que mantém o interesse do PSB na vaga.

Lula: Fácil é governar para cuidar dos pobres, difícil é cuidar dos ricos

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a criticar os mais ricos e afirmou que é "difícil" governar para eles.

"Quando eu vejo uma pessoa gritar: Lula, eu virei doutor graças a você, Lula, eu estou fazendo um curso técnico, Lula, estou recebendo o Bolsa Família, Lula, eu estou fazendo alguma coisa que o governo está fazendo para vocês... eu fico pensando: como é fácil governar para cuidar dos pobres", disse Lula.

O presidente acrescentou: "O que é muito difícil é cuidar dos ricos, porque os pobres, efetivamente, exigem pouco e são muito agradecidos com tudo aquilo que a gente faz".

As críticas aos mais ricos têm sido recorrentes em declarações recentes de Lula. Na segunda-feira, 1º, na Bahia, o petista disse que não é obrigado a prestar contas "para ricaço ou banqueiro". Nos últimos dias, acusou os bancos privados de lucrarem com juros altos e atribuiu ao mercado financeiro um suposto ataque especulativo ao real.

O presidente eleva o tom após o dólar subir nos últimos dias e chegar ao maior patamar desde janeiro de 2022, em R$ 5,65. O real apresenta o pior desempenho entre seus pares latino-americanos.

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Pete Hegseth, indicado como secretário de Defesa dos EUA, admitiu na terça-feira que não era perfeito e que "as pessoas o veem como o apresentador de um programa matinal", mas refutou uma enxurrada de perguntas sobre seu caráter e qualificações como uma "campanha de difamação" irrelevante para o trabalho de dirigir as forças armadas dos EUA.

Em vez de um confronto entre Hegseth e os Democratas, a audiência na Comissão dos Serviços Armados do Senado mostrou um impasse inconclusivo, com nenhum dos lados cedendo terreno, deixando a sua confirmação no caminho certo, mas ainda não certa.

Hegseth prometeu restaurar a "cultura guerreira" dos militares dos EUA, declarando que seu serviço como oficial subalterno da Guarda Nacional no Iraque, no Afeganistão e na prisão militar dos EUA na Baía de Guantánamo, em Cuba, traria uma reorientação necessária para um Pentágono que, segundo ele, está mais preocupado com diversidade e equidade do que letalidade e prontidão.

"É hora de dar o comando a alguém com poeira nas botas", disse o ex-apresentador da Fox New, interrompendo sua declaração de abertura várias vezes enquanto os manifestantes atrapalhavam o andamento da sessão.

Ao longo de quatro horas de questionamentos por vezes acalorados, os democratas acusaram Hegseth de alienar mulheres militares e potenciais recrutas, e que a sua conduta pessoal e falta de experiência o desqualificaram para ser secretário da Defesa. Mas eles não descobriram nenhuma informação nova nem incitaram Hegseth a cometer erros graves.

"Ele é provavelmente o indivíduo menos qualificado já sugerido para ser Secretário de Defesa durante meu mandato, e talvez na história do país", disse o senador Jack Reed, principal democrata do comitê.

Hegseth mostrou-se imperturbável perante as repetidas perguntas do Democrata sobre relatos de consumo excessivo de álcool, casos extraconjugais e outros incidentes. Ele rejeitou os relatos chamando-os de acusações falsas de "fontes anônimas".

O mais próximo que os democratas chegaram de abalar o ex-apresentador da Fox New foi quando ele foi questionado pelo senador Tim Kaine sobre infidelidade, seu comportamento em casamentos anteriores, consumo de álcool e sobre uma suposta agressão sexual quando ele estava sendo examinado para liderar o Pentágono.

Kaine pediu a Hegseth que confirmasse que era casado na época do incidente de 2017, que envolveu uma mulher que ele conheceu em um hotel na Califórnia e que o acusou de agressão sexual. "Acredito que sim", respondeu Hegseth. Hegseth, que não foi acusado, estava se divorciando de sua segunda esposa depois de ter um filho com uma funcionária da Fox.

"Fraquejei em algumas coisas em minha vida e, felizmente, fui redimido por meu Senhor e Salvador Jesus Cristo", respondeu.

O comitê não agendou uma votação sobre a indicação.

Centenas de policiais entraram no complexo residencial do presidente sul-coreano destituído, Yoon Suk Yeol, nesta quarta-feira, 15 (horário local), na capital Seul. Essa foi a segunda tentativa de detê-lo por causa da imposição da lei marcial no mês passado.

Após um impasse de horas no portão, investigadores anticorrupção e policiais foram vistos subindo o complexo montanhoso.

Investigadores anticorrupção e policiais poderão ser mobilizados em uma operação que pode durar vários dias para prender Yoon, que está escondido na residência de Hannam-dong há semanas.

Yoon justificou seu decreto de lei marcial como um ato legítimo de governança contra uma oposição "antiestatal" e prometeu "lutar até o fim" contra os esforços para destituí-lo.

A União Europeia disse que uma investigação de um mês sobre os mercados de compras da China descobriu que o país asiático discrimina injustamente os dispositivos médicos europeus. A China favorece fornecedores nacionais e restringe a compra de dispositivos importados, disse o bloco, deixando as empresas europeias em desvantagem.

Se nenhuma solução for encontrada por meio de discussões com a China, a UE pode impor suas próprias restrições ao acesso chinês aos contratos governamentais da UE, disse.

A Comissão Europeia, o órgão executivo da UE, disse que queria resolver a questão por meio de negociações com a China.

"Os contratos governamentais na UE estão abertos a países não pertencentes à UE, e esperamos que outros países tratem nossas empresas com justiça semelhante", disse o comissário de comércio da UE, Maroš Šefcovic. Fonte: Dow Jones Newswires