Saiba quem é Edson Marçal, tio de Pablo Marçal citado em debate da RedeTV!

Política
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No debate organizado por UOL e RedeTV! nesta terça, 17, o candidato à Prefeitura de São Paulo Pablo Marçal (PRTB) mandou seu tio, Edson Marçal (Podemos), candidato a vereador em Mozarlândia, interior de Goiás, "se virar" para ser eleito. A fala aconteceu depois de uma jornalista da emissora declarar que o parente do ex-coach disse para ela que o sobrinho "é muito inteligente", mas que "não concorda com esse jeito dele de bater nos outros."

O empresário, em resposta à jornalista, afirmou: "meu tio Edson, que me pediu pra gravar vídeo, não vai ganhar vídeo. Se vire para se eleger aí no interior de Goiás. Faz o M aí, já que mandou isso para a repórter". O familiar do influenciador é candidato a vereador pelo Podemos. Sua página no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que divulga as informações dos postulantes, mostra que o político é natural de Pires do Rio, também em Goiás, e é aposentado.

O tio de Marçal se candidatou a algum cargo eletivo em outras cinco ocasiões. Para vereador, lançou sua candidatura em 2004, pelo PPS, em 2008, por meio do PP, em 2016, pelo então PMDB e em 2020, postulante a vice-prefeito pelo PSB na chapa de José Carlos Rainha do Vale (PSB) - eles não foram eleitos. Em todas as candidaturas a vereador, ele se tornou suplente de outro ocupante da Câmara de Mozarlândia. Em 2014 concorreu a deputado estadual de Goiás pelo PRTB, atual partido de Pablo Marçal, mas também não se elegeu.

Além disso, Edson disse não tem nenhum bem a declarar e recebeu uma única doação para sua campanha: R$ 56,00 do fundo partidário. Ele fez a declaração em bens em apenas duas ocasiões: em 2020, quando disse ter R$ 5 mil em espécie, e em 2008, quando declarou uma casa no valor de R$ 100.000,00 no próprio município do interior do Estado.

Edson não é o único parente de Marçal a se candidatar no pleito deste ano. Hudson Marçal (PL-GO), irmão do postulante do PRTB à Prefeitura de São Paulo, está concorrendo ao cargo de vereador em Goiânia. O servidor público de 53 anos recebeu o apoio do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Ele concorre pela primeira vez. Hudson usa várias vezes a imagem do irmão e, mesmo estando em outro município, pede votos para Pablo Marçal.

No jingle de sua campanha, Hudson se apoia na popularidade recente do seu sobrenome: "A família Marçal se juntou com o objetivo de criar impacto no Brasil". A música cita o irmão nominalmente: "Hudson é um de nós, irmão de Pablo Marçal".

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Além de enfrentar novas tarifas e de aparecer no topo da lista de "maus atores" do presidente Trump no seu anúncio tarifário, a China tem outro motivo para estar irritada: Taiwan foi listado como um país.

Mesmo antes de Pequim ter opinado oficialmente sobre a tarifa de 34% anunciada por Trump, o seu embaixador em Washington publicou um lembrete severo de que a China considera a ilha democrática de Taiwan parte do seu território. Está entre as maiores proibições diplomáticas no livro de Pequim sugerir que Taiwan é independente do domínio chinês. Mas Taiwan foi listado em quarto lugar sob o título "país" no painel tarifário que Trump ergueu em sua cerimônia na Casa Branca.

"#Taiwan é Taiwan da China", escreveu o embaixador Xie Feng no X depois da fala de Trump e incluiu um discurso em vídeo do líder chinês Xi Jinping alertando contra testar a determinação de Pequim. O embaixador não comentou as novas tarifas, incluindo 32% para Taiwan.

O CEO da Tesla, Elon Musk, chamou de "fake news" a informação de que deve se afastar, já nas próximas semanas, de suas funções à frente do Departamento de Eficiência Governamental (Doge), como informou o Politico.

Musk compartilhou em seu perfil no X a publicação da porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, que já havia negado que o presidente Donald Trump tenha reforçado a seus aliados que o bilionário deixaria o cargo público em breve.

A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, negou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tenha reforçado a aliados que Elon Musk, chefe do Departamento de Eficiência Governamental (Doge, na sigla em inglês), deve se afastar nas próximas semanas, como publicado mais cedo pelo Politico. "Trump já disse publicamente que Elon deixará o serviço público depois de terminar seu incrível trabalho no Doge", escreveu Leavitt no X.

Mais cedo, uma pesquisa apontou que 58% dos entrevistados desaprovam a gestão de Musk à frente do Doge, enquanto 41% a aprovam - a menor taxa registrada desde o início do novo mandato de Trump.

O próprio Musk já havia afirmado que suas empresas estavam "sofrendo" por sua presença no governo, referindo-se aos ataques contra a Tesla e à queda das ações da companhia. O bilionário também mencionou que esperava concluir os cortes no Doge até o fim de maio.