Quem é a brasileira que ficou em segundo lugar no 'Big Brother' italiano e causou polêmica

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A brasileira Helena Prestes, 34 anos, terminou o Grande Fratello, versão italiana do Big Brother, em segundo lugar. A final do programa foi ao ar na segunda-feira, 31, com vitória da cantora Jessica Morlacchi, sua principal rival no jogo.

Desde então, o nome de Helena passou a figurar entre os assuntos mais comentados nas redes sociais - tanto pelo desempenho no programa quanto pelas polêmicas acumuladas ao longo da temporada.

Quem é Helena Prestes?

Helena é modelo, natural de São Paulo, e começou a trabalhar cedo como balconista para ajudar no sustento da família. Aos 16 anos, iniciou a carreira nas passarelas e também se destacou no basquete antes de seguir exclusivamente no mundo da moda.

Atualmente, soma mais de 380 mil seguidores nas redes sociais, onde compartilha bastidores do trabalho, viagens e parte de sua rotina pessoal.

Polêmicas

Ao longo do reality, Helena se envolveu em diversas discussões com outros participantes. Um dos momentos mais criticados do programa foi sua postura diante da colega Zeudi Di Palma, modelo de 23 anos que se identifica como bissexual. As duas tiveram um envolvimento no início do confinamento, mas passaram a se desentender conforme o jogo avançava.

Helena passou a questionar a orientação sexual da participante e sugeriu que Zeudi usava o tema como estratégia. "Ela está fazendo uma historinha para criar hype com as mulheres", disse. Também afirmou que a italiana "instrumentaliza coisas sérias" e chamou de "um show" o relato dela sobre como foi assumir gostar de mulheres.

As falas geraram reações nas redes sociais e levaram a acusações de homofobia. Fãs de Zeudi chegaram a enviar um avião com a mensagem: "A sexualidade não é uma confusão. Estamos com você". Ao ver o recado, Helena chamou a ex-aliada de falsa. A modelo ainda não comentou publicamente as críticas.

O que aconteceu com Helena no reality?

A participação da brasileira também foi marcada por um confronto com a cantora Jessica Morlacchi. Em uma das discussões, após ser chamada de "imbecil", Helena reagiu jogando uma chaleira com água na direção da rival. Jessica não foi atingida, e a produção interveio.

Helena acabou eliminada em janeiro, mas voltou à casa poucos dias depois graças a uma repescagem surpresa. A dinâmica também trouxe Jessica de volta. As duas disputaram a preferência do público junto a outros ex-participantes e acabaram voltando ao jogo, avançando até a final.

Ao se despedir como vice-campeã, Helena publicou um vídeo nas redes do programa: "Eu me sinto vitoriosa e estou sentindo daqui o amor de vocês. Muito obrigada. É só o começo".

Em outra categoria

Passageiros enfrentam transtorno na Linha 3-Vermelha do Metrô de São Paulo na manhã desta quinta-feira, 3, na capital paulista. A interferência foi registrada pouco antes das 7 horas da manhã.

De acordo com a companhia, os trens estão circulando com velocidade reduzida e maior tempo de parada nas estações em razão de uma falha em um equipamento na via na Estação Tatuapé, na zona leste. No entanto, o problema já provoca efeito também em outras estações, conforme relatos feitos nas redes sociais.

O Metrô afirma que equipes ainda trabalhavam, por volta das 8h, para resolver o quanto antes a situação.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou lei que institui o "Programa de Reconstrução Dentária para Mulheres Vítimas de Violência Doméstica no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS)". O texto sancionado está no Diário Oficial da União (DOU). O atendimento odontológico será garantido, prioritariamente, em clínicas e hospitais públicos ou conveniados ao SUS.

De acordo com a nova lei, o programa pretende assegurar o tratamento odontológico necessário à plena recuperação bucal das vítimas, incluídos procedimentos de reconstrução, próteses, tratamentos estéticos e ortodônticos, entre outros serviços.

"Para acesso ao Programa de Reconstrução Dentária para Mulheres Vítimas de Violência Doméstica, a mulher deverá apresentar documentos que comprovem a situação de violência, conforme regulamentação", cita a norma. "O Poder Executivo deverá regulamentar esta lei para definir os critérios de acesso ao Programa de Reconstrução Dentária para Mulheres Vítimas de Violência Doméstica, detalhar os procedimentos de atendimento odontológico e estabelecer parcerias com instituições de ensino e pesquisa, sempre que necessário, a fim de aprimorar a prestação de serviços odontológicos", acrescenta.

O encaminhamento das obras de extensão da Avenida Marquês de São Vicente, na zona oeste da capital, poderá levar à desativação do Viaduto João Goulart, conhecido como Minhocão, de acordo com o prefeito de São Paulo Ricardo Nunes (MDB). O viaduto liga a região da Praça Roosevelt, no centro da cidade, ao Largo Padre Péricles, na Barra Funda.

A declaração de Nunes foi dada à imprensa nesta quarta-feira, 2. O chefe do Executivo disse que está encaminhado um estudo da SPUrbanismo, empresa pública vinculada à Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento (SMUL), que prevê a extensão da Avenida Marquês de São Vicente até o bairro do Tatuapé, na zona leste.

O prolongamento da via faz parte do plano de metas da Prefeitura, divulgado na última terça. A administração diz que o futuro corredor terá 6,9 quilômetros e vai conectar as avenidas Sergio Tomás até a Salim Farah Maluf, "desativando o posterior do Elevado Presidente João Goulart".

De acordo com o prefeito, a extensão vai trazer melhorias para a mobilidade da capital. "Tem um estudo da SPUrbanismo que, com a extensão da (Avenida) Marquês até o (bairro) Tatuapé, a gente vai poder desafogar bem o trânsito e fazer uma ligação entre as zonas oeste e leste - obviamente passando pelo centro. Dando certo, vai possibilitar que a gente desative o Minhocão", disse Nunes.

O prefeito diz que ainda não é possível saber se vai reaproveitar o espaço do viaduto para transformá-lo e ser ocupado de outra forma, ou se vai demolir o elevado. "Agora, se a gente vai desativar o Minhocão com demolição ou fazer um High Line, a gente tem de discutir com a sociedade. É um tema polêmico", afirmou. O High Line, citado pelo prefeito, é uma espécie de parque suspenso.

Nunes diz que a Prefeitura encomendou um projeto de túnel para ligar as zonas oeste e leste da cidade, mas que a ideia não foi adiante por causa do alto custo. E explicou, ainda, que a extensão da Marquês de São Vicente está "bem trabalhada".

"A gente tinha feito a encomenda de um projeto de fazer um túnel. A hora que chegaram os estudos, a gente viu que era inviável pelo custo", disse Nunes. "Agora, essa proposta de extensão da Marquês de São Vicente está bem trabalhada, pronta para a gente fazer as desapropriações - que não são tantas - e poder ter mais essa via na cidade", disse Nunes.

Construído em 1971, o Minhocão foi erguido com a proposta de dar vazão ao fluxo de veículos na capital paulista, que crescia na época. Com o tempo, o viaduto - cuja extensão passa pelos bairros República, Santa Cecília e Barra Funda - passou a receber críticas, seja por provocar desvalorização dos imóveis nas proximidades ou acentuar a deterioração urbana da região.

Atualmente, o Minhocão é usado para veículos de segunda a sexta até 20h. Deste horário até 22h, o elevado é fechado para uso de pedestres, que aproveitam o espaço para praticar atividades físicas. Aos finais de semana e feriados, o viaduto também fica fechado para veículos e aberto ao público, das 7h até 22h.