Mingau: filha do músico cita desospitalização em novo boletim médico; veja

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A filha de Mingau, Isabella Aglio, atualizou o estado de saúde do baixista na noite desta sexta-feira, 20. O músico está internado no Hospital São Luiz do Itaim, em São Paulo, desde o início de setembro.

O baixista da banda Ultraje a Rigor foi baleado durante uma tentativa de assalto em Paraty, no Rio de Janeiro, e encontrado em estado grave. Segundo o último boletim, os médicos já estão considerando desospitalização.

"O paciente Rinaldo Amaral (Mingau) segue internado na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital São Luiz - Unidade Itaim, da Rede D'Or, com quadro estável e resposta clínica satisfatória ao tratamento. A equipe está traçando, juntamente com a família, a estratégia para desospitalização. Ainda não há previsão de data", diz o comunicado compartilhado por Isabella nas redes sociais.

"Do ponto de vista neurológico, nota-se evolução lenta e gradual, com interação por meio de movimento dos olhos e reação a estímulos. O paciente está sem sedação e apresenta boa evolução do quadro respiratório", informou.

Na noite do sábado, 2 de setembro, Migau foi alvo de uma tentativa de assalto em Paraty, no Rio de Janeiro. O músico foi baleado na cabeça durante o ataque e encontrado em estado grave.

A equipe médica do Hospital Municipal Hugo Miranda, onde ele inicialmente recebeu atendimento, relatou que o músico deu entrada com ferimento grave causado por um projétil de arma de fogo na cabeça.

Posteriormente, ele foi transferido para o Hospital São Luiz do Itaim, em São Paulo, onde passou por duas cirurgias intracranianas e permanece internado até o momento.

No último sábado, 14, a Polícia Militar de São Paulo prendeu no interior do Estado um dos suspeitos de atirar no músico.

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Dois suspeitos foram identificados por policiais do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), da Polícia Civil do Estado de São Paulo, como os responsáveis pela morte do arquiteto Jefferson Dias Aguiar, de 43 anos. A vítima foi baleada quando tentava impedir a ação de criminosos na última terça-feira, 1º, no Butantã, na zona oeste de São Paulo.

Segundo o Deic, as investigações ficaram a cargo dos policiais da 1ª Delegacia da DISCCPAT (Investigações sobre Roubos e Latrocínios). "As diligências levadas a efeito pelas equipes da especializada possibilitaram a identificação tanto do atirador, assim como do indivíduo que fazia sua escolta e deu fuga após a realização dos disparos", disse o departamento.

A polícia realiza diligências para tentar localizar e prender os responsáveis, cujas qualificações serão inicialmente preservadas visando a efetividade das investigações.

O crime aconteceu na Rua Desembargador Armando Fairbanks. Aguiar estava em uma caminhonete Montana quando viu uma mulher sendo assaltada por dois indivíduos em uma moto - eles teriam levado o celular e a aliança dela.

Imagens de monitoramento mostram o arquiteto atropelando um dos criminosos, que usou a calçada para fazer um retorno para a via. O suspeito caiu no chão com o impacto, mas se levantou e efetuou três disparos contra o arquiteto. Um dos tiros atingiu as costas de Aguiar, perto da região da nuca.

Os assaltantes tinham acabado de roubar a aliança e celular de uma mulher e estavam tentando fugir da cena do crime.

O arquiteto chegou a ser levado para o Hospital Universitário da Universidade de São Paulo (HU-USP), que fica na região, mas não resistiu. A Polícia Civil investiga o caso como latrocínio (roubo seguido de morte).

Passageiros enfrentam transtorno na Linha 3-Vermelha do Metrô de São Paulo na manhã desta quinta-feira, 3, na capital paulista. A interferência foi registrada pouco antes das 7 horas da manhã.

De acordo com a companhia, os trens estão circulando com velocidade reduzida e maior tempo de parada nas estações em razão de uma falha em um equipamento na via na Estação Tatuapé, na zona leste. No entanto, o problema já provoca efeito também em outras estações, conforme relatos feitos nas redes sociais.

O Metrô afirma que equipes ainda trabalhavam, por volta das 8h, para resolver o quanto antes a situação.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou lei que institui o "Programa de Reconstrução Dentária para Mulheres Vítimas de Violência Doméstica no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS)". O texto sancionado está no Diário Oficial da União (DOU). O atendimento odontológico será garantido, prioritariamente, em clínicas e hospitais públicos ou conveniados ao SUS.

De acordo com a nova lei, o programa pretende assegurar o tratamento odontológico necessário à plena recuperação bucal das vítimas, incluídos procedimentos de reconstrução, próteses, tratamentos estéticos e ortodônticos, entre outros serviços.

"Para acesso ao Programa de Reconstrução Dentária para Mulheres Vítimas de Violência Doméstica, a mulher deverá apresentar documentos que comprovem a situação de violência, conforme regulamentação", cita a norma. "O Poder Executivo deverá regulamentar esta lei para definir os critérios de acesso ao Programa de Reconstrução Dentária para Mulheres Vítimas de Violência Doméstica, detalhar os procedimentos de atendimento odontológico e estabelecer parcerias com instituições de ensino e pesquisa, sempre que necessário, a fim de aprimorar a prestação de serviços odontológicos", acrescenta.