Ximbinha acusa Joelma de aplicar 'golpe' com nome da banda Calypso

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Ximbinha acusou Joelma de aplicar um golpe com o nome da Banda Calypso depois de seu fim, em 2015. As declarações foram dadas durante participação do artista no podcast Inteligência Ltda na quarta-feira, 22. O Estadão procurou a assessoria de imprensa de Joelma para comentar o caso, mas não teve retorno até o momento desta publicação.

"O nome 'Calypso' é nosso. Só pode ser usado pelos dois juntos. Eu não posso usar sozinho, nem ela. E ela, estou sentindo que foi um golpe que ela me deu, ela colocou o nome de show 'Isso é Calypso', mas ela só fala 'Calypso'", disse ele.

Segundo Ximbinha, todos os integrantes processaram a banda, que estaria com uma "dívida imensa". Ao pagar as dívidas, descobriu que Joelma não teria "mais nada em seu nome". "Ela colocou no nome da mãe, do irmão, da irmã? E essa dívida ficou para mim. Fiquei com toda a culpa e com a dívida", afirmou.

O artista também comentou que sofreu um "luto muito grande com o fim da banda" e que não quis responder acusações que recebia na época para proteger os filhos. "Comi o pão que o diabo amassou", completou ele.

O Estadão tentou verificar o registro da marca no Instituto Nacional de Propriedade Industrial, mas o site estava fora do serviço no momento. A reportagem entrou em contato com a assessoria de imprensa do órgão e espera resposta.

Fim do casamento

Ximbinha também comentou que ele e Joelma viviam em quartos separados muito antes do fim da banda. Segundo o músico, ele dormia no quarto do filho.

"A gente não tinha contato há mais de um ano, de marido e mulher. Eu não ficava nem no camarim com ela. Às vezes eu não tinha camarim, ficava no palco. Aquilo já estava desgastado. Tem muita história aí que é até difícil falar."

Quando Joelma se separou de Ximbinha, em 2015, ela entrou com um pedido de medida protetiva pela Lei Maria da Penha. O músico, no entanto, nega ter agredido a ex-mulher.

Ao podcast, Ximbinha comentou sobre a medida protetiva e disse que Joelma teria feito isso para ele "não subir mais no palco".

O Estadão tentou contato com Joelma para saber se ela teria algo para comentar sobre a entrevista do ex-marido ao podcast e as acusações de golpe, mas não teve retorno até o momento desta publicação. O espaço segue aberto.

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O monumento do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, recebeu na noite desta sexta-feira, 4, uma projeção especial em que o Cristo aparece abraçando um cachorro vira-lata caramelo.

"Nesta noite, o Santuário Cristo Redentor se uniu a uma causa que nos lembra que o amor cristão não se limita: ele começa com o ser humano, mas se estende a toda a criação. Em uma projeção inédita, o Cristo apareceu abraçando um cachorrinho caramelo - símbolo dos milhares de animais em situação de abandono no Brasil", escreveu o Santuário Cristo Redentor em sua conta no Instagram.

A ação faz parte de uma campanha sobre adoção responsável de animais da GoldeN, submarca de rações da PremieRpet. O vira-lata caramelo é o símbolo da campanha.

Nesta sexta-feira, 4, foi comemorado o Dia Mundial dos Animais de Rua, data de conscientização sobre o abandono de animais. "O Cristo abraça. E nos ensina que cuidar da criação é também um ato de fé. A adoção responsável é uma forma concreta de estender esse abraço", finalizou o Santuário em sua postagem.

Além de promover a projeção, PremieRpet doou 27 toneladas de ração a instituições do Consórcio Cristo Sustentável. O alimento atenderá a cerca de 600 animais resgatados.

São Paulo registrou rajadas de ventos fortes neste sábado, 5, com velocidades que chegaram a 57 km/h em Bauru, no interior do Estado. Na sexta-feira, 4, o vento chegou a 60,8 km/h em Barra Bonita, na região de Bauru, e São Miguel Arcanjo, na região de Sorocaba. Os dados são da Defesa Civil estadual.

Na capital, a velocidade dos ventos foi de 51,8 km/h no sábado, medida na estação de Congonhas, zona sul (veja lista abaixo).

Apesar de registros acima de 50km/h serem considerados fortes, a marca ainda fica longe do recorde estadual. A máxima foi de 151 km/h, em Santos, no litoral. A ventania foi registrada em novembro de 2023.

Em outubro do ano passado, os ventos passaram de 100 km/h na Capital. O recorde foi de 107,6 km/h, na zona sul da cidade. Foi a maior velocidade em 30 anos.

Os Estados de São Paulo e Rio de Janeiro entraram em alerta para temporais a partir desta sexta-feira, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), por causa da frente fria que atinge a região.

Veja abaixo as velocidades dos ventos registrados no Estado de São Paulo, de acordo com a Defesa Civil:

Sábado, 5 de abril (até as 7h11):

1 - 57,2 km/h em Bauru (SBAE - REDEMET)

2 - 55,1 km/h em Ourinhos (INMET)

3 - 54,7 km/h em Barra Bonita (INMET)

4 - 52,9 km/h em São Miguel Arcanjo (INMET)

5 - 51,8 km/h na capital - Congonhas/São Paulo (SBSP - REDEMET)

6 - 49,3 km/h em Bauru (INMET)

7 - 46,1 km/h em Bragança Paulista (INMET)

8 - 43,6 km/h em Jales (INMET)

9 - 42,8 km/h em Iguape (INMET)

10 - 40,7 km/h em Marília (INMET)

Sexta-feira, 4 de abril:

1 - 60,8 km/h em Barra Bonita (INMET)

2 - 60,8 km/h em São Miguel Arcanjo (INMET)

3 - 52,2 km/h em Dracena (INMET)

4 - 50,4 km/h em Ourinhos (INMET)

5 - 49,0 km/h na capital - Mirante de Santana/São Paulo (INMET)

6 - 48,.6 km/h em Iguape (INMET)

7 - 44,6 km/h em Taubaté (INMET)

8 - 44,6 km/h em Interlagos/São Paulo (INMET)

9 - 43,2 km/h em Bragança Paulista (INMET)

10 - 39,2 km/h em Campos do Jordão (INMET)

Diadema e Santos têm pontos de alagamentos

A Defesa Civil registrou pontos de alagamentos em Diadema, na Região Metropolitana. Muros caíram parcialmente em uma escola, mas não prejudicaram as aulas.

Em Santos, houve alagamento temporário na estrada em direção a São Vicente. A Defesa Civil também registrou quedas de árvores sobre a fiação elétrica, que causaram a interrupção da energia elétrica.

Uma árvore de grande porte caiu em São Sebastião, na rodovia SP-55. A via ficou totalmente interditada mas foi liberada após o corte da árvore.

De acordo com o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), a capital e São José dos Campos apresentam riscos geológicos altos. Isso quer dizer que há possibilidade de deslizamentos pontuais e esparsos onde a chuva ocorrer de forma mais intensa, além de quedas de barreiras ao longo de estradas e rodovias.

Em relação ao risco hidrológico, esses dois municípios são listados com alerta moderado. Isso quer dizer que há possibilidade de enxurradas e alagamentos temporários de áreas rebaixadas e inundações pontuais em córregos urbanos, devido a chuvas persistentes ao longo do dia.

De acordo com a última atualização do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas da Prefeitura de São Paulo, para este sábado não há previsão de temporais. No entanto, o solo encharcado mantém elevado o potencial para formação de alagamentos, queda de árvores e deslizamentos de terra.

O Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) subiu para "muito alto" o risco geológico no litoral do Estado do Rio de Janeiro, em atualização na madrugada deste sábado, 5. Isso significa que há possibilidade de ocorrer deslizamentos mais generalizados e quedas de barreiras ao longo de estradas e rodovias.

O alerta veio após forte acumulado de chuva nas últimas 24 horas. Segundo o Cemaden, ainda há previsão de continuidade da chuva, o que contribui para elevar a umidade do solo. Isso leva aos riscos de deslizamento e quedas.

No Estado de São Paulo, a capital e São José dos Campos apresentam riscos geológicos altos, segundo órgão federal. Na capital, não há previsão de temporais para este sábado, mas o solo continua encharcado.

De acordo com a Defesa Civil do Rio de Janeiro, a cidade de Angra dos Reis recebeu um acumulado de 282,6 mm de chuva nas últimas 24 horas. Mangaratiba acumulou 167,2 mm de chuva no mesmo período. As duas cidades ficam na Costa Verde do Estado.

A capital registrou nível de 165,4 mm. No município do Rio, a Defesa Civil acionou às 6h deste sábado 10 sirenes em comunidades da Grande Tijuca (Formiga, Borel e Morro do Andaraí). O alerta é para que os moradores dessas áreas saiam de casa e busquem abrigo.

Outras cidades com acumulado de chuva alto ficam na região Sul e na Baixada Fluminense: Seropédica (159,7mm/24h) e Belford Roxo (155,6mm/24h). No Rio Alcântara, em São Gonçalo, o governo estadual registrou alerta de transbordo por volta das 6h deste sábado.

O Cemaden também alerta para risco geológico alto nas cidades de Petrópolis, Volta Redonda e Barra Mansa.

Para o governo do Rio, o risco de deslizamentos é muito alto apenas em Angra dos Reis. Em Mangaratiba, Rio Claro, Belford Roxo, Duque de Caxias e no Rio de Janeiro, o risco é alto.

Na noite desta sexta-feira, 4, o comando-geral do Corpo de Bombeiros do Rio foi transferido temporariamente para Angra dos Reis. Segundo o governo do Estado, houve reforço de cerca de 1, 6 mil bombeiros militares e agentes de defesa civil em todo o Rio de Janeiro.

De acordo com a Defesa Civil do Rio, para a manhã e a tarde são esperadas pancadas de chuvas moderadas a fortes, acompanhadas de raios e rajadas de vento. Há risco alto a muito alto de elevação e transbordamento dos níveis dos rios em todas as regiões do Estado.

Além da Costa Verde, Baixada Fluminense e Capital, outra região que merece atenção é Baixada Litorânea, especialmente a cidade de Rio das Ostras. O risco hidrológico para essa área é muito alto, de acordo com a Defesa Civil.

O governador do Rio, Cláudio Castro, informou no fim da noite da sexta-feira que houve um deslizamento em Duque de Caxias, sem vítimas. Ele foi a Petrópolis para acompanhar a situação na cidade. De acordo com Castro, a chuva na sexta foi mais fraca que o esperado na região Serrana e em Rio das Ostras.

Em São Paulo, risco geológico é alto

No Estado de São Paulo, a capital e São José dos Campos apresentam riscos geológicos altos, segundo o Cemaden. Isso quer dizer que há possibilidade de deslizamentos pontuais e esparsos onde a chuva ocorrer de forma mais intensa, além de quedas de barreiras ao longo de estradas e rodovias.

Em relação ao risco hidrológico, esses dois municípios são listados com alerta moderado. Isso quer dizer que há possibilidade de enxurradas e alagamentos temporários de áreas rebaixadas e inundações pontuais em córregos urbanos, devido a chuvas persistentes ao longo do dia.

De acordo com a última atualização do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas da Prefeitura de São Paulo, para este sábado não há previsão de temporais. No entanto, o solo encharcado mantém elevado o potencial para formação de alagamentos, queda de árvores e deslizamentos de terra.

Riscos em outras regiões

A cidade de Cachoeiro de Itapemirim, no Espírito Santo, apresenta riscos hidrológico e geológicos altos. Há possibilidade de inundação do rio Itapemirim, além de deslizamentos de terra, segundo o Cemaden. Na capital capixaba, o risco é moderado. Podem ocorrer inundações pontuais em córregos urbanos, enxurradas e alagamentos temporários de áreas rebaixadas, além de deslizamentos pontuais em encostas.

Em Minas, o risco hidrológico é alto em Juiz de Fora e moderado na capital, Belo Horizonte. Em Juiz de Fora e Pouso Alegre, há risco moderado de eventos geológicos.

No Nordeste, São Luís (MA) e Fortaleza (CE) apresentam risco moderado de pancadas de chuva fortes. No Norte, Macapá (AP) e Belém (PA) têm o mesmo risco moderado, segundo o Cemaden.