Klara Castanho faz balanço após deixar o 'Dança dos Famosos': 'A mais sem ritmo possível'

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Após ser eliminada da Dança dos Famosos, Klara Castanho usou suas redes sociais para se pronunciar sobre sua saída do reality do Domingão com Huck. A atriz publicou uma série de fotos e vídeos feitos nos bastidores da competição, agradecendo a todos que passaram pelo seu caminho nessa jornada.

"Esse post é um agradecimento ao desafio mais maluco que eu já topei nessa vida. Eu sempre fui a que nem (sic) qualquer contexto de dança, ficava sentadinha assistindo às pessoas se divertindo horrores, sempre fui a mais dura e sem ritmo possível. E olha onde chegamos!", iniciou ela na legenda da publicação.

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"Agradeço a toda equipe do Dança dos Famosos 2024. Todos. Produção, camarim, caracterização, direção, meus colegas de elenco e principalmente aos professores. Gabe, Dennis, Cami, que sorte ter sido com vocês! Vocês são os profissionais mais surreais que já vi na vida. Kike, Tali e Amaury, amo vocês! Meus parceiros de dores e desafios", continuou.

Ela ainda fez um agradecimento especial ao seu parceiro de dança, Dani Norton: "Agora em especial, Dani. O que é você? Você tirou leite de pedra. A cada semana, a cada ritmo, a cada resistência minha, você soube, com maestria, fazer milagre."

Por fim, Klara também se emocionou ao falar do encontro com o cantor mexicano, Christian Chavez, um de seus maiores ídolos e que era um dos jurados da competição no domingo, 26: "Pra fechar essa grande aventura, a Klara de 7 anos está muitíssimo realizada por abraçar o Christian! (Alguém me belisca!)".

Nos comentários, a artista recebeu uma série de elogios de amigos e fãs: "Você arrasou!", escreveu um. "Brilhou demais Klarinha! Já é vencedora por se superar a cada dia", comentou outro. "Deu seu nome e surpreendeu. Arrasou gatona", disse um terceiro.

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Um dos maiores líderes indígenas brasileiros, o cacique caiapó Raoni pediu ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva não autorizar a exploração de petróleo na Margem Equatorial, região costeira entre o Rio Grande do Norte e o Amapá. O cacique pontuou não querer que ele e Lula entrem em contradição com algo e disse que "essas coisas, na forma como estão", garantem que se tenha um meio ambiente com menos poluição.

O pedido aconteceu nesta sexta-feira, 4, durante visita do chefe do Executivo federal à Aldeia Piaraçu, em Mato Grosso. No evento, estavam presentes a ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, da Cultura, Margareth Menezes, dos Direitos Humanos, Macaé Evaristo, do Meio Ambiente, Marina Silva, da Agricultura, Carlos Fávaro, e do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira.

"Estou sabendo que na foz do Amazonas, o senhor está pensando no petróleo que tem lá embaixo. Penso que não, porque essas coisas, na forma como estão, garantem que a gente tenha o meio ambiente e terra com menos poluição e aquecimento", afirmou cacique Raoni.

"Se isso acontecer, sou pajé também e tive contato com os espíritos que sabem do risco que a gente tem de continuar trabalhando dessa forma de destruir, que podemos ter consequências muito grandes que não podemos conseguir parar", completou.

Na fala, a liderança indígena disse não querer entrar em contradição com o presidente. "Quero que eu e o senhor Lula façamos o trabalho que beneficie povos indígenas do Brasil", comentou. O cacique disse ter pedido três vezes para Lula ir à região e, apenas na terceira vez, o petista cumpriu a palavra e realizou a visita, que acontece hoje.

Raoni também pediu para Lula pensar em seu próximo sucessor. "Tem que ser o próximo presidente da República para continuar com a forma do seu trabalho de proteger povos indígenas e nosso território para apoiar os povos indígenas", disse.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu nove alertas climáticos para perigo no Brasil entre esta sexta-feira, 4, e o sábado, 5. Em meio às notificações para o risco de chuvas intensas, assim como acumulado de precipitações, estão também avisos para queda de temperatura e ventos costeiros no Sul do País.

Os Estados de São Paulo e Rio de Janeiro entraram em alerta para temporais principalmente a partir desta sexta-feira, de acordo com o Inmet. No momento, está em vigência o alerta laranja para a capital paulista e o alerta vermelho para grande perigo de acumulado de chuva para outras cidades do Estado paulista e também cidades do Rio de Janeiro, incluindo a capital carioca. A condição climática deve se estender ao menos até sábado.

Conforme o instituto, são esperados volumes significativos que podem ultrapassar os 100 mm em 24 horas, e rajadas de vento com intensidade em torno de 100 km/h.

No total, há nove alertas do Inmet em vigência no Brasil:

1 - Alerta vermelho para acumulado de chuva: está valendo para cidades paulistas e para o Estado do Rio de Janeiro, incluindo a capital carioca. Está válido até sábado;

2 - Alerta laranja para chuvas intensas no Estado de São Paulo, incluindo a capital paulista até a noite de sábado. O aviso também inclui trechos do Paraná, além do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo;

3 - Alerta laranja para chuvas intensas em áreas do Mato Grosso do Sul, São Paulo, e Minas Gerais. Também em vigência até sábado;

4 - Outro alerta laranja mostra a possibilidade de chuvas intensas em áreas que vão do Amapá até o Rio Grande do Norte. Vale também até este sábado;

5 - Alerta laranja para chuvas intensas em áreas do Amazonas, Roraima e Pará, com validade até este sábado;

6 - Há ainda alerta amarelo para chuvas nos Estados das regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil com validade até este sábado;

7 - Outro alerta amarelo, válido até sábado, sinaliza a presença de chuvas intensas em áreas de Roraima;

8 - Alerta amarelo para declínio de temperatura no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e partes do Paraná, com vigência até sábado;

9 - Alerta amarelo para a incidência de ventos costeiros, que vale até a madrugada de sábado, entre trechos de Santa Catarina e o Rio Grande do Sul.

Recomendações em caso de fortes chuvas:

- Desligue aparelhos elétricos, quadro geral de energia;

- Observe alteração nas encostas;

- Permaneça em local abrigado;

- Em caso de situação de inundação, ou similar, proteja seus pertences da água envoltos em sacos plásticos;

- Obtenha mais informações junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193);

- Em caso de chuva com rajadas de vento: não se abrigue debaixo de árvores, pois há risco de queda e descargas elétricas e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda.

A cidade de São Paulo poderá registrar o volume de chuva para o mês de abril em 48 horas, de acordo com a Climatempo. A expectativa é que, além de excesso de chuva, também tenha temperaturas neste fim de semana que não que não são registradas há pelo menos cinco meses. O litoral paulista também segue em alerta para chuvas e ressaca marítima.

Com a passagem desta frente fria, São Paulo poderá ter a chuva de abril em 48 horas, segundo a empresa de meteorologia. "A média de precipitação para abril é de 87 mm, pelos cálculos do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e só os volumes de chuva previstos entre essa quinta-feira, 3, e esta sexta-feira, 4, podem somar cerca de 90 mm", estima a Climatempo.

"Além da chuva forte, que pode causar muitos transtornos em várias regiões paulistas, o ar frio de origem polar que vem junto com esta frente fria vai derrubar a temperatura especialmente no sul e no leste do Estado, onde está a Grande São Paulo", alerta a empresa de meteorologia.

Os Estados de São Paulo e Rio de Janeiro entraram em alerta para temporais principalmente a partir desta sexta-feira, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

No momento, está em vigência o alerta laranja para a capital paulista e o alerta vermelho para grande perigo de acumulado de chuva para outras cidades do Estado paulista e também cidades do Rio de Janeiro, incluindo a capital carioca.

A condição climática deve se estender ao menos até sábado, 5, com a possibilidade de chuvas excessivas. O aviso pode ser atualizado novamente a qualquer momento.

A Defesa Civil do Estado de SP montou um gabinete de crise nessa quinta-feira, 3, por conta da previsão do tempo. Também emitiu alerta para ressaca marítima em todo o litoral paulista até domingo, 6.

Expectativa para baixas temperaturas

A queda da temperatura será bastante acentuada ao longo deste fim de semana. Até então, a menor temperatura registrada este ano na cidade de São Paulo pelo Inmet foi de 16,2°C, no dia 11 de janeiro, conforme a Climatempo.

"A última vez que a temperatura mínima ficou em torno dos 15°C, na região do Mirante de Santana, zona norte da capital paulista, foi nos dias 24 e 15 de novembro de 2024, com os valores de 15,4°C e 15,8°C, respectivamente", completou a empresa de meteorologia.

Veja a previsão, de acordo com a Meteoblue, para a cidade de SP:

Sexta-feira: entre 18ºC e 25ºC;

Sábado: entre 16ºC e 19ºC;

Domingo: entre 16ºC e 20ºC;

Segunda-feira: entre 15ºC e 22ºC.