Kim Kardashian visita Irmãos Menendez, criminosos retratados em série da Netflix

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A influenciadora Kim Kardashian fez uma visita na prisão e encontrou, entre os detentos, Erik e Lyle Menendez, mais conhecidos como Irmãos Menendez, condenados pelo assassinato dos pais. A história dos dois é retratada em uma série da Netflix, Monstros: Irmãos Menendez: Assassinos dos Pais, que estreou na última quinta, 19, e, atualmente, está em primeiro lugar entre as mais vistas da plataforma de streaming.

A informação da visita de Kim foi confirmada pelo TMZ neste sábado, 21. Segundo o site, a influenciadora foi até a Penitenciária Richard J. Donovan, em San Diego, para falar com um grupo de cerca de 40 detentos sobre reforma prisional.

Ela possui diversos projetos sobre o tema e sugere, entre outras propostas, "embelezar" pátios de prisão para ajudar na ressocialização dos presos. Erik e Lyle Menendez fazem parte da iniciativa.

Ainda conforme o TMZ, Kim estava acompanhada de uma das irmãs, Khloe Kardashian, da mãe, Kris Jenner, e do produtor de cinema Scott Budnick. O ator Cooper Koch, que interpreta Erik na nova série da Netflix, também estava presente.

Monstros: Irmãos Menendez: Assassinos dos Pais surgiu após o sucesso de Dahmer: Um Canibal Americano, de Ryan Murphy e Ian Brennan. Erik e Lyle Menendez foram condenados pelo assassinato dos pais, José e Mary Louise "Kitty" Menendez, em 1996.

À época, a acusação alegou que os dois cometeram o crime por conta da herança. Os irmãos, porém, defendem que mataram os pais por "medo" e que teriam sofrido uma série de abusos físicos, emocionais e sexuais. Os dois cumprem prisão perpétua sem direito à liberdade condicional.

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Dois suspeitos foram identificados por policiais do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), da Polícia Civil do Estado de São Paulo, como os responsáveis pela morte do arquiteto Jefferson Dias Aguiar, de 43 anos. A vítima foi baleada quando tentava impedir a ação de criminosos na última terça-feira, 1º, no Butantã, na zona oeste de São Paulo.

Segundo o Deic, as investigações ficaram a cargo dos policiais da 1ª Delegacia da DISCCPAT (Investigações sobre Roubos e Latrocínios). "As diligências levadas a efeito pelas equipes da especializada possibilitaram a identificação tanto do atirador, assim como do indivíduo que fazia sua escolta e deu fuga após a realização dos disparos", disse o departamento.

A polícia realiza diligências para tentar localizar e prender os responsáveis, cujas qualificações serão inicialmente preservadas visando a efetividade das investigações.

O crime aconteceu na Rua Desembargador Armando Fairbanks. Aguiar estava em uma caminhonete Montana quando viu uma mulher sendo assaltada por dois indivíduos em uma moto - eles teriam levado o celular e a aliança dela.

Imagens de monitoramento mostram o arquiteto atropelando um dos criminosos, que usou a calçada para fazer um retorno para a via. O suspeito caiu no chão com o impacto, mas se levantou e efetuou três disparos contra o arquiteto. Um dos tiros atingiu as costas de Aguiar, perto da região da nuca.

Os assaltantes tinham acabado de roubar a aliança e celular de uma mulher e estavam tentando fugir da cena do crime.

O arquiteto chegou a ser levado para o Hospital Universitário da Universidade de São Paulo (HU-USP), que fica na região, mas não resistiu. A Polícia Civil investiga o caso como latrocínio (roubo seguido de morte).

Passageiros enfrentam transtorno na Linha 3-Vermelha do Metrô de São Paulo na manhã desta quinta-feira, 3, na capital paulista. A interferência foi registrada pouco antes das 7 horas da manhã.

De acordo com a companhia, os trens estão circulando com velocidade reduzida e maior tempo de parada nas estações em razão de uma falha em um equipamento na via na Estação Tatuapé, na zona leste. No entanto, o problema já provoca efeito também em outras estações, conforme relatos feitos nas redes sociais.

O Metrô afirma que equipes ainda trabalhavam, por volta das 8h, para resolver o quanto antes a situação.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou lei que institui o "Programa de Reconstrução Dentária para Mulheres Vítimas de Violência Doméstica no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS)". O texto sancionado está no Diário Oficial da União (DOU). O atendimento odontológico será garantido, prioritariamente, em clínicas e hospitais públicos ou conveniados ao SUS.

De acordo com a nova lei, o programa pretende assegurar o tratamento odontológico necessário à plena recuperação bucal das vítimas, incluídos procedimentos de reconstrução, próteses, tratamentos estéticos e ortodônticos, entre outros serviços.

"Para acesso ao Programa de Reconstrução Dentária para Mulheres Vítimas de Violência Doméstica, a mulher deverá apresentar documentos que comprovem a situação de violência, conforme regulamentação", cita a norma. "O Poder Executivo deverá regulamentar esta lei para definir os critérios de acesso ao Programa de Reconstrução Dentária para Mulheres Vítimas de Violência Doméstica, detalhar os procedimentos de atendimento odontológico e estabelecer parcerias com instituições de ensino e pesquisa, sempre que necessário, a fim de aprimorar a prestação de serviços odontológicos", acrescenta.