Nos pênaltis, Fortaleza perde o título da Sul-Americana para a LDU

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Não foi desta vez que o título coroou a gestão e ascensão meteórica do Fortaleza. Após empatar por 1 a 1, no tempo normal e nos dois tempos da prorrogação, o time brasileiro perdeu o título da Copa Sul-Americana para a LDU-EQU nos pênaltis, já nas alternadas, por 4 a 3, no estádio Domingo Burgueño, em Maldonado (URU) e ficou com o vice-campeonato.

O Fortaleza saiu na frente no tempo normal, com Lucero, mas levou o empate minutos depois. Nas penalidades, o Fortaleza abriu com João Ricardo pegando a cobrança de Guerrero, mas na terceira, Silvio Romero desperdiçou e deixou a série empatada até as alternadas. Piovi marcou e na decisiva, Brítez parou no goleiro Domínguez, que foi o grande herói do time equatoriano.

O vice-campeonato não apaga a gestão e ascensão do time nordestino, que vem empilhando títulos e se mantendo no cenário nacional, como um exemplo para os demais. Há seis anos, o time disputava a Série C do Campeonato Brasileiro e agora disputa títulos continentais.

Em campo, o Fortaleza seguiu com o seu futebol ofensivo e forçando o adversário ao erro. Com uma marcação forte, o time brasileiro inibiu as chances da LDU, mas, por outro lado, não conseguiu fazer seu volume de jogo em finalizações a gol. Sempre acionando Marinho, o atacante teve a melhor chance do primeiro tempo. Em jogada individual, Marinho fintou dois marcadores, mas demorou para finalizar e acabou desarmado, quase na marca do pênalti.

Imprimindo um bom ritmo, o Fortaleza começou a pecar nas construções da jogada. Forçando passe e bolas longas, o time era desarmado facilmente pela defesa equatoriana. Na reta final, o jogo ficou disputando, com a LDU saindo mais para o jogo. Com muitas faltas, a final começou a ficar nervosa, com discussões em campo, que tirou a velocidade da partida, que seguiu sem emoção até a ida ao intervalo.

Explorando o erro, o Fortaleza abriu o placar com dois minutos do segundo tempo. Pochettino avançou pela direita e cruzou rasteiro. Lucero se antecipou à marcação e bateu firme, entre a trave e o goleiro. A alegria brasileira durou pouco tempo. Alzugaray recebeu o lançamento longo, venceu a disputa com Bruno Pacheco, fintou dois jogadores e bateu cruzado, no ângulo, empatando a partida aos 10. Os jogadores do Fortaleza chegaram a reclamar de falta em Bruno Pacheco, porém o gol foi validado.

Agindo rápido, Vojvoda promoveu a entrada de Pikachu. Com poucos minutos em campo, o atacante finalizou e Domínguez fez grande defesa. Depois, Bruno Pacheco desviou na primeira trave e Domínguez evitou outro tento brasileiro. O tempo passava e o jogo seguia disputado, com as equipes querendo jogo. Thiago Galhardo armou o contra-ataque, tocou para Pikachu, que cruzou, mas na hora de completar, o atacante tentou um voleio e furou. Nos acréscimos, João Ricardo ainda espalmou o chute de Martinez, levando a final para a prorrogação.

Nos primeiros 15 minutos da prorrogação, o Fortaleza até começou melhor. Buscando manter a posse de bola no ataque, o time nordestino tentava buscar a linha de fundo, mas só teve sucesso em cabeceio de Tinga, que passou por cima do gol. Depois do lance, a LDU dominou as ações ofensivas, deixando o Fortaleza nas cordas, apenas afastando o perigo.

No segundo tempo da prorrogação, o físico começou a pesar para ambos. Com mais medo de errar, as equipes pouco fizeram aventuras ofensivas. Principalmente o Fortaleza, que atuou os últimos oito minutos com o zagueiro Titi no sacrifício, jogando de forma isolada no ataque, pois o time já havia feito todas as alterações. Com praticamente um a mais em campo, a LDU pressionou, mas também não chegou a incomodar a defesa brasileira e a decisão foi para os pênaltis.

Nas abertura das penalidades, João Ricardo pegou o chute de Guerrero e Thiago Galhardo colocou o Fortaleza em vantagem. Na segunda batida, Alzugaray marcou para a LDU e Pikachu manteve os 100% dos brasileiros. Martinez marcou para os equatorianos, mas Silvio Romero parou em Dominguez e deixou a série empatada.

Na quarta, Jhojan Julio e Tinga marcaram. Na quinta e decisiva cobrança, João Ricardo pegou a cobrança de Alvarado e Pedro Augusto perdeu a chance de fazer o gol do título. Nas alternadas, Piovi marcou e Brítez parou no goleiro Domínguez, que foi o herói do título da LDU.

FICHA TÉCNICA

FORTALEZA 1 (3) X (4) 1 LDU-EQU

FORTALEZA - João Ricardo; Tinga, Brítez, Titi e Bruno Pacheco; Caio Alexandre (Lucas Sasha), José Welison (Pedro Augusto) e Pochettino (Thiago Galhardo); Guilherme(Yago Pikachu), Marinho (Machuca) e Lucero (Silvio Romero). Técnico: Juan Pablo Vojvoda.

LDU - Alexander Domínguez; Quintero, Ricardo Adé, Facundo Rodríguez e Quiñonez (Bryan Ramírez); Piovi, Maurício Martínez e Sebastián González (Alvarado); Jhojan Julio, Ibarra (Alzugaray) e Paolo Guerrero. Técnico: Luis Zubeldía.

GOLS - Lucero, aos dois minutos, Alzugaray, aos 10 minutos do segundo tempo.

CARTÕES AMARELOS - Caio Alexandre, Marinho, Brítez e Guilherme (Fortaleza); Paolo Guerrero e Piovi (LDU).

ÁRBITRO - Jesús Valenzuela (VEN).

RENDA E PÚBLICO - Não informados.

LOCAL - Estádio Domingo Burgueño, em Maldonado (URU).

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Medicamento inovador que aguarda aprovação da ANVISA é capaz de tratar os efeitos neurológicos da MPS- II, proporcionando benefícios e suporte para os pacientes

As mucopolissacaridoses (MPSs) são doenças genéticas raras e progressivas. Entre as diversas variações, a tipo II (também chamada de Síndrome de Hunter ou MPS-II) é a que apresenta maior prevalência no Brasil.   

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Os sintomas começam a ser perceptíveis nos primeiros meses de vida. A criança com MPS-II pode ter aumento do fígado e o baço, articulações enrijecidas, atraso na fala, dificuldades de atenção e perda de habilidades adquiridas, entre outras manifestações. Contudo, esses sinais podem ser confundidos com outras patologias, fazendo com que o paciente passe por diferentes especialistas e seja submetido a uma série de exames – e às vezes a tratamentos inadequados também –, até receber o diagnóstico correto, por meio de testes bioquímicos e genéticos.  

Apesar dos avanços no conhecimento sobre essas patologias, a conscientização, o diagnóstico precoce e a adoção de tratamentos adequados continuam sendo grandes desafios. A difusão de informações sobre MPS II, a implementação de um teste do pezinho ampliado que inclua essa doença, e disponibilização de tratamentos que tenham impacto sobre as suas manifestações neurológicas, são medidas importantes para mudar esse cenário. 

Inovação no Tratamento: Uma Revolução para a MPS II 

Atualmente, o tratamento disponível no Brasil para a MPS-II não é capaz de tratar os efeitos neurológicos da doença por causa da chamada “barreira sangue-cérebro”.  Essa camada defensora é formada por um conjunto de células que atuam como um filtro altamente seletivo, que protege o sistema nervoso central de ataques de microrganismos e impede que a maioria dos medicamentos administrados por via oral ou injetados no sangue cheguem até o cérebro. 

Mas, o mais novo tratamento para a MPS II, aprovado desde 2021 no Japão, pode revolucionar o curso da doença. A tecnologia, que no Brasil está em análise pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), permite que uma medicação administrada na veia seja capaz de atravessar a barreira sangue-cérebro e fazer com que moléculas cheguem até o sistema nervoso central. Um dos primeiros medicamentos a usar essa tecnologia contém a enzima similar à deficiente nos pacientes com MPS II, que a partir de uma administração intravenosa se distribui para todo o organismo, incluindo o sistema nervoso

Roberto Giugliani, médico geneticista do Hospital de Clínicas de Porto Alegre e Professor Titular do Programa de Pós-Graduação em Genética e Biologia Molecular da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), além de Head de Doenças Raras da Dasa Genômica e Diretor da Casa dos Raros, lembra que o Brasil está participando ativamente dessa revolução da medicina.  

“Nos estudos clínicos, os indicadores de eficácia foram bem evidentes, com redução dos biomarcadores da doença no sangue, na urina e no líquido céfalo-raquidiano (que indica a atuação do medicamento no sistema nervoso central). Esta é uma indicação bem clara, além de diversos outros fatores positivos como melhora cognitiva, diminuição da medida do fígado e do baço, melhora da respiração, entre outros, que o medicamento se mostrou muito eficaz, fazendo uma grande diferença na qualidade de vida dos pacientes e dos familiares. Quando pensamos que a MPS II é uma doença rara, com cerca de apenas 2 novos casos diagnosticados no país a cada mês e que os pacientes que estão fora do estudo não estão recebendo o tratamento e que pioram a cada dia no seu quadro neurológico, entendemos que se torna necessária e urgente a aprovação do novo medicamento pela Anvisa”, afirmou Roberto Giugliani, responsável pela pesquisa com alfapabinafuspe no Brasil.  

Os resultados da fase II revelaram que o tratamento pode ser benéfico para manter ou estabilizar o desenvolvimento neurocognitivo dos pacientes que apresentam a manifestação grave da doença. Além disso, promove a melhora da atenção em pacientes com a forma atenuada da doença. Adicionalmente, como esperado, mostrou eficácia também sobre as manifestações fora do sistema nervoso central. Portanto, pode ser utilizado para o tratamento das manifestações neurológicas e não-neurológicas, beneficiando a todos os pacientes com MPS II. 

"Os pacientes e cuidadores relataram melhora dos indivíduos em atividades como caminhada (78%), agarrar objetos sem dismetria ou tremor (55%), interação social (55%) e qualidade do sono (33%)”, complementa Dr. Roberto Giugliani. 

Durante o verão, a pele está mais exposta a fatores como radiação solar intensa, calor, suor e umidade, o que exige cuidados específicos para mantê-la saudável e protegida.

 

De acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), o câncer de pele é o tipo mais constante no Brasil, correspondendo a 30% dos tumores malignos que são registrados anualmente. "O sol, através dos raios ultravioletas, leva a uma alteração no DNA celular, desencadeando o câncer, que chamamos de neoplasia", conta o Dr. José Roberto Fraga Filho, dermatologista membro Titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia e Diretor Clínico do Instituto Fraga de Dermatologia.

 

O calor também leva a desidratação da pele deixando-a mais ressecadas e mais propícia a eczemas e infecções. De acordo com o Dr. Fraga, além de questões genéticas, a exposição ao sol de maneira prolongada, repetida e, é claro, sem a proteção adequada ainda é o principal fator de câncer de pele.

 

Os tratamentos variam conforme o estágio e tipo de câncer, que vão desde cauterizações, aplicações de ácido, nitrogênio líquido até cirurgia, bem mais frequente. Além disso, é preciso estar sempre atentos às pintas do nosso corpo: "Existe uma regra para suspeitarmos da pinta, que é a regra do ABCDE:

 

A-          Assimetria

B-          Bordas irregulares

C-          Cores diferentes na mesma pinta

D-          Diâmetro da pinta maior que 0,6 cm

E-            Evolução, se a pinta está crescendo ou não", ensina o especialista.

 

Para evitar futuros problemas, os cuidados são simples. Além do uso do protetor solar diariamente, mesmo em dias nublados e frios, o melhor método ainda é evitar a exposição em horários cujo raios ultravioletas estejam na sua maior intensidade, ou seja, das 10h da manhã até às 16h.

 

Manter a pele protegida no verão ajuda a prevenir danos como manchas, envelhecimento precoce e até câncer de pele. Além disso, cuidar da hidratação e usar os produtos certos contribuem para uma pele mais saudável e com aparência radiante.

 

Em um mundo cada vez mais acelerado, o autocuidado tem se tornado um momento essencial para recarregar as energias e investir na saúde e bem-estar. Quando se trata da pele do rosto, área mais exposta às agressões diárias, o uso de cremes faciais é uma das formas mais eficazes de garantir nutrição, proteção e uma aparência radiante.

A hidratação é a base de uma pele saudável. Uma pele bem hidratada apresenta melhor elasticidade, viço e menor propensão a rugas e linhas de expressão. Além disso, auxilia na barreira de proteção contra agressões externas, como poluição e variações climáticas.

A busca por uma pele saudável e com aparência jovial impulsionou o mercado de dermocosméticos, oferecendo uma variedade de cremes faciais com diferentes propósitos e benefícios. No mercado atual, encontramos cremes faciais com formulações cada vez mais avançadas, que vão além da simples hidratação. Eles combatem sinais de envelhecimento, reduzem a oleosidade, acalmam irritações e preparam a pele para diferentes situações, como a aplicação de maquiagem ou a regeneração noturna.

Além da escolha dos produtos adequados, é fundamental estabelecer uma rotina de cuidados com a pele. A limpeza facial diária, a hidratação e o uso de protetor solar são passos essenciais para manter a saúde e a beleza da pele. A frequência e os produtos utilizados podem variar de acordo com o tipo de pele e as necessidades individuais, por isso, consultar um dermatologista pode ser uma ótima opção para receber orientações personalizadas”, orienta o esteticista e enfermeiro Dr. Suélio Ribeiro, que também é embaixador da Raavi.

Adotar uma rotina de cuidados com cremes faciais vai além de questões estéticas. Entre os principais benefícios estão:

  • Hidratação prolongada: Produtos com tecnologia avançada garantem que a pele permaneça hidratada ao longo do dia ou da noite, prevenindo ressecamento e desconforto.
  • Prevenção de sinais de envelhecimento: Ingredientes como vitamina E e colágeno ajudam a combater os radicais livres e manter a elasticidade da pele.
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Investir em cremes faciais na rotina é um gesto de autocuidado que combina saúde, beleza e autoestima. Com opções versáteis e eficazes, como as da Raavi Dermocosméticos, é possível atender às necessidades específicas de cada tipo de pele, garantindo resultados visíveis e duradouros. Afinal, cuidar de si mesmo nunca foi tão importante e recompensador”, completa Gláucia Rotta, head de marketing da Raavi Dermocosméticos.

A Raavi Dermocosméticos apresenta uma linha completa de cremes faciais que atendem às diversas necessidades da pele:

  • Creme Hidratante Facial Nutritivo: Ideal para quem busca hidratação intensa e prolongada, esse creme combina ativos como vitamina E, colágeno vegetal, pré-bióticos, niacinamida, pantenol e manteiga de karité. Ele não apenas nutre profundamente a pele por até 48 horas, mas também auxilia na prevenção de linhas finas e na preparação para maquiagem.
  • Creme Gel Hidratante Facial Refrescante: Desenvolvido especialmente para peles que sofrem com oleosidade, o gel refrescante oferece hidratação leve e rápida absorção. Seus principais ativos, ácido hialurônico e extrato de pepino, deixam a pele saudável, livre de brilho indesejado e pronta para enfrentar o dia com frescor.
  • Creme Hidratante Facial Noturno: Durante a noite, a pele entra em processo de regeneração, e este creme é o aliado perfeito para potencializar os cuidados. Sua fórmula com pré-bióticos, niacinamida, manteiga de karité, vitamina E, pantenol e glicerina promove hidratação profunda e renovação celular, resultando em uma pele descansada e revitalizada ao amanhecer.