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O Feirão Serasa Limpa Nome, que começou na terça-feira, 25, e termina neste sábado, 29, já contabiliza mais de 5,69 milhões de acordos realizados em todo o país, segundo dados da Serasa. Na tenda montada no Vale do Anhangabaú, em São Paulo, foram concluídas cerca de 7,9 mil negociações presenciais desde o início do evento.

A iniciativa reúne mais de 1,6 mil empresas, entre bancos, varejistas e operadoras de telefonia, oferecendo descontos de até 99% e parcelamentos a partir de R$ 9,90. O feirão também promoveu palestras e atividades de educação financeira, com participação de nomes como Gil do Vigor, Thelma Assis e Thiago Godoy, o Papai Financeiro.

"Essa foi a maior tenda da nossa história. Além dos números impressionantes de atendimentos e acordos, os conteúdos de educação financeira tiveram uma ótima recepção por parte do público que nos visitou", diz Fernando Gambaro, especialista em educação financeira da Serasa.

Segundo o Mapa da Inadimplência da Serasa, a capital paulista tem 5,2 milhões de pessoas negativadas e mais de 27 milhões de dívidas em aberto, somando R$ 39 bilhões. O valor médio dos débitos é de R$ 7,4 mil por pessoa.

A Tenda Serasa Limpa Nome funciona até as 18h deste sábado (29), no Vale do Anhangabaú, região central da capital.

O Banco do Povo da China (PBoC, na sigla em inglês) enfatizou que vai intensificar a repressão à negociação e à especulação com criptomoedas. Em comunicado, o banco central chinês repete que as criptomoedas não possuem "status legal equivalente ao da moeda fiduciária" e que não têm curso legal, razão pela qual "não devem, nem podem ser usadas como moeda na circulação de mercado".

O comunicado classifica atividades ligadas a criptoativos como "atividades financeiras ilegais" e alerta que, recentemente, a especulação com criptoativos voltou a crescer, trazendo novos cenários e desafios para o controle de riscos.

O PBoC destacou preocupação específica com as stablecoins, criptomoedas projetadas para manter valor estável, geralmente atreladas a moedas oficiais como o dólar, afirmando que elas "não atendem de maneira eficaz aos requisitos de identificação de clientes e de prevenção à lavagem de dinheiro" e podem ser usadas em esquemas de fraude financeira e transferências irregulares de recursos através das fronteiras.

O banco concluiu pedindo que órgãos estatais mantenham política proibitiva sobre criptomoedas, aprofundem a coordenação, fortaleçam monitoramento e compartilhem informações para preservar a estabilidade econômica e financeira.

O Conselho de Administração dos Correios aprovou neste sábado, 29, a contratação de um empréstimo de R$ 20 bilhões para socorrer o caixa e realizar uma reestruturação da companhia.

A aprovação foi divulgada pelo jornal Folha de S.Paulo e confirmada pelo Estadão. Esse empréstimo será concedido por um consórcio de bancos privados, mas ainda precisa receber o aval do Tesouro Nacional, que será o avalista da operação.

Em nota, a estatal não deu detalhes sobre o empréstimo e afirmou: "Mais informações sobre a operação de crédito poderão ser divulgadas oficialmente após a avaliação e liberação pelos órgãos supervisores competentes".

Os Correios querem um empréstimo de R$ 20 bilhões para socorrer o caixa da estatal, que registrou prejuízo de R$ 4,37 bilhões só no primeiro semestre de 2025. A empresa acumula 12 trimestres consecutivos de prejuízo, com aumento de gastos, de um lado, e redução de receitas, de outro.

Como mostrou o Estadão, o empréstimo de R$ 20 bilhões é maior do que qualquer outra garantia concedida pela União para estatais, Estados e municípios nos últimos 15 anos.