Flamengo vence, mas Hugo Souza tem grande atuação e deixa Corinthians vivo na Copa do Brasil

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Primeiro time a enfrentar o Flamengo depois da demissão de Tite, o Corinthians encontrou um adversário revigorado sob o comando de Filipe Luís, nesta quarta-feira, e penou no Maracanã por ter começado o jogo com uma formação desequilibrada, muito aberta para desafiar um time da qualidade técnica dos rubro-negros. A partida, válida pela rodada de ida da semifinal da Copa do Brasil, terminou com derrota por 1 a 0 da equipe comandada por Ramón Díaz, mas poderia ser pior.

O goleiro Hugo Souza fez ótimas defesas e impediu que o placar fosse mais elástico, o que tornaria mais difícil a missão de tentar reverter o placar na Neo Química Arena, em jogo marcado para as 16 horas do dia 20 de outubro, data motivo de discórdia entre as duas equipes. A rodada de volta estava prevista para o dia 17, mas o Flamengo pediu alteração para não ser desfalcado pela Data Fifa que vai dos dias 7 a 15 deste mês e foi atendido pela CBF. Inconformada, a diretoria corintiana acionou o STJD para que o calendário original seja restabelecido.

Depois de preferir formações com três zagueiros ou de um meio de campo mais povoado nas partidas mais recentes, Ramón Díaz armou um Corinthians praticamente zerado em combatividade. A linha de quatro da defesa não protegia suficientemente os flancos, por onde os flamenguistas mostraram-se muito à vontade. Ao mesmo tempo, Fagner e Hugo mal passavam do meio de campo.

A ideia de ter Igor Coronado e Garro mal rendeu frutos. Coronado até se esforçou para buscar a bola mais atrás, porém eram raros esses momentos. Os meias criativos não eram acionados por falta de ligação, começando pela ineficiência dos volantes Ryan e Charles, desajeitados na maioria de suas ações.

Do outro lado, o Flamengo do estreante Filipe Luís exibia uma recuperação rápida, abusava de chegava pelos cantos e sufocava o rival paulista, que não conseguia sair da pressão. Os R$ 500 mil pagos pela diretoria alvinegra para poder utilizar o goleiro Hugo Souza, ainda emprestado pelo clube rubro-negro enquanto os corintianos não efetuam a compra, mostraram-se ótimo investimento.

Hugo parou Arrascaeta duas vezes, a primeira em finalização de fora da área e a segunda cara a cara, além de ter sido rápido para evitar um gol de letra de Gabigol, que tem a confiança de Filipe e vive a chance de recuperar o prestígio de outrora. O goleiro, contudo, não conseguiu impedir Alex Sandro de marcar seu primeiro gol com a camisa flamenguista, aos 31 minutos, após chute pelo lado esquerdo da grande área. A única finalização perigosa do Corinthians saiu aos 40 minutos, quando Garro bateu de fora da área e parou em defesa de Rossi.

Ramón Díaz, visivelmente insatisfeito durante todo o primeiro tempo, decidiu fazer três alterações na volta para o segundo tempo para tentar corrigir a escalação inicial equivocada. Matheuzinho, Gustavo Henrique e Martínez entraram nos lugares, de Fagner, Ryan e Coronado, respectivamente, mudanças que deixaram o time com três zagueiros.

Nos primeiros momentos da etapa final, foi possível observar certa evolução no jogo ofensivo corintiano, especialmente por causa do apoio de Matheuzinho, sustentado pela nova trinca de zaga. Foi no desfecho de uma jogada do lateral que surgir a melhor chance alvinegra, uma finalização de Romero na trave. O Flamengo, entretanto, devolveu em dobro, com bolas colocadas no travessão por Bruno Henrique e De la Cruz.

A resposta flamenguista continuou ressoando e o domínio visto no primeiro tempo foi reconstruído. Coube novamente a Hugo Souza a responsabilidade de evitar que a vantagem do time carioca fosse mais elástica, parando finalizações de Gérson e Léo Ortiz. Gabigol chegou a balançar a rede, mas o lance foi anulado por impedimento após análise do VAR.

Na parte final da partida, a partir dos 35 minutos, o Corinthians optou por se arriscar mais no ataque, setor que ganhou mais vida a partir da entrada de Yuri Alberto, muito mais participativo que o espanhol Hector Hernández, responsável por apenas um fraco chute de dentro da área durante todo o tempo em que esteve em campo. Foram momentos finais de bastante pressão corintiana. Romero só não empatou porque Léo Pereira tirou quase em cima da linha, e Matheuzinho assustou Rossi com um chute forte pela direita. Não passou daí, contudo, a agressividade do time paulista, que acabou domado pelos flamenguistas e controlou o ímpeto ofensivo para não se expor muito.

FICHA TÉCNICA

FLAMENGO 1 X 0 CORINTHIANS

FLAMENGO - Rossi; Wesley, Léo Ortiz, Léo Pereira e Alex Sandro (Ayrton Lucas); Erick Pulgar, De la Cruz (Matheus Gonçalves), Gerson e Arrascaeta (Carlos Alcaraz); Bruno Henrique (Michael) e Gabigol (Plata). Técnico: Filipe Luís.

CORNTHIANS - Hugo Souza; Fagner (Matheuzinho), Félix Torres, André Ramalho e Hugo; Ryan (Gustavo Henrique), Charles (Carrillo), Igor Coronado (José Martínez) e Rodrigo Garro; Romero e Héctor Hernández (Yuri Alberto). Técnico: Ramón Díaz.

ÁRBITRO - Wilton Pereira Sampaio (GO/Fifa)

CARTÕES AMARELOS - Romero, Léo Ortiz, Wesley, Erick Pulgar, Gabriel, Hugo e José Martínez.

GOLS - Alex Sandro, aos 31 minutos do primeiro tempo.

RENDA - R$ 6.405.065,00.

PÚBLICO - 47.052 pessoas.

LOCAL - Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ).

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Medicamento inovador que aguarda aprovação da ANVISA é capaz de tratar os efeitos neurológicos da MPS- II, proporcionando benefícios e suporte para os pacientes

As mucopolissacaridoses (MPSs) são doenças genéticas raras e progressivas. Entre as diversas variações, a tipo II (também chamada de Síndrome de Hunter ou MPS-II) é a que apresenta maior prevalência no Brasil.   

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Os sintomas começam a ser perceptíveis nos primeiros meses de vida. A criança com MPS-II pode ter aumento do fígado e o baço, articulações enrijecidas, atraso na fala, dificuldades de atenção e perda de habilidades adquiridas, entre outras manifestações. Contudo, esses sinais podem ser confundidos com outras patologias, fazendo com que o paciente passe por diferentes especialistas e seja submetido a uma série de exames – e às vezes a tratamentos inadequados também –, até receber o diagnóstico correto, por meio de testes bioquímicos e genéticos.  

Apesar dos avanços no conhecimento sobre essas patologias, a conscientização, o diagnóstico precoce e a adoção de tratamentos adequados continuam sendo grandes desafios. A difusão de informações sobre MPS II, a implementação de um teste do pezinho ampliado que inclua essa doença, e disponibilização de tratamentos que tenham impacto sobre as suas manifestações neurológicas, são medidas importantes para mudar esse cenário. 

Inovação no Tratamento: Uma Revolução para a MPS II 

Atualmente, o tratamento disponível no Brasil para a MPS-II não é capaz de tratar os efeitos neurológicos da doença por causa da chamada “barreira sangue-cérebro”.  Essa camada defensora é formada por um conjunto de células que atuam como um filtro altamente seletivo, que protege o sistema nervoso central de ataques de microrganismos e impede que a maioria dos medicamentos administrados por via oral ou injetados no sangue cheguem até o cérebro. 

Mas, o mais novo tratamento para a MPS II, aprovado desde 2021 no Japão, pode revolucionar o curso da doença. A tecnologia, que no Brasil está em análise pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), permite que uma medicação administrada na veia seja capaz de atravessar a barreira sangue-cérebro e fazer com que moléculas cheguem até o sistema nervoso central. Um dos primeiros medicamentos a usar essa tecnologia contém a enzima similar à deficiente nos pacientes com MPS II, que a partir de uma administração intravenosa se distribui para todo o organismo, incluindo o sistema nervoso

Roberto Giugliani, médico geneticista do Hospital de Clínicas de Porto Alegre e Professor Titular do Programa de Pós-Graduação em Genética e Biologia Molecular da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), além de Head de Doenças Raras da Dasa Genômica e Diretor da Casa dos Raros, lembra que o Brasil está participando ativamente dessa revolução da medicina.  

“Nos estudos clínicos, os indicadores de eficácia foram bem evidentes, com redução dos biomarcadores da doença no sangue, na urina e no líquido céfalo-raquidiano (que indica a atuação do medicamento no sistema nervoso central). Esta é uma indicação bem clara, além de diversos outros fatores positivos como melhora cognitiva, diminuição da medida do fígado e do baço, melhora da respiração, entre outros, que o medicamento se mostrou muito eficaz, fazendo uma grande diferença na qualidade de vida dos pacientes e dos familiares. Quando pensamos que a MPS II é uma doença rara, com cerca de apenas 2 novos casos diagnosticados no país a cada mês e que os pacientes que estão fora do estudo não estão recebendo o tratamento e que pioram a cada dia no seu quadro neurológico, entendemos que se torna necessária e urgente a aprovação do novo medicamento pela Anvisa”, afirmou Roberto Giugliani, responsável pela pesquisa com alfapabinafuspe no Brasil.  

Os resultados da fase II revelaram que o tratamento pode ser benéfico para manter ou estabilizar o desenvolvimento neurocognitivo dos pacientes que apresentam a manifestação grave da doença. Além disso, promove a melhora da atenção em pacientes com a forma atenuada da doença. Adicionalmente, como esperado, mostrou eficácia também sobre as manifestações fora do sistema nervoso central. Portanto, pode ser utilizado para o tratamento das manifestações neurológicas e não-neurológicas, beneficiando a todos os pacientes com MPS II. 

"Os pacientes e cuidadores relataram melhora dos indivíduos em atividades como caminhada (78%), agarrar objetos sem dismetria ou tremor (55%), interação social (55%) e qualidade do sono (33%)”, complementa Dr. Roberto Giugliani. 

Durante o verão, a pele está mais exposta a fatores como radiação solar intensa, calor, suor e umidade, o que exige cuidados específicos para mantê-la saudável e protegida.

 

De acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), o câncer de pele é o tipo mais constante no Brasil, correspondendo a 30% dos tumores malignos que são registrados anualmente. "O sol, através dos raios ultravioletas, leva a uma alteração no DNA celular, desencadeando o câncer, que chamamos de neoplasia", conta o Dr. José Roberto Fraga Filho, dermatologista membro Titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia e Diretor Clínico do Instituto Fraga de Dermatologia.

 

O calor também leva a desidratação da pele deixando-a mais ressecadas e mais propícia a eczemas e infecções. De acordo com o Dr. Fraga, além de questões genéticas, a exposição ao sol de maneira prolongada, repetida e, é claro, sem a proteção adequada ainda é o principal fator de câncer de pele.

 

Os tratamentos variam conforme o estágio e tipo de câncer, que vão desde cauterizações, aplicações de ácido, nitrogênio líquido até cirurgia, bem mais frequente. Além disso, é preciso estar sempre atentos às pintas do nosso corpo: "Existe uma regra para suspeitarmos da pinta, que é a regra do ABCDE:

 

A-          Assimetria

B-          Bordas irregulares

C-          Cores diferentes na mesma pinta

D-          Diâmetro da pinta maior que 0,6 cm

E-            Evolução, se a pinta está crescendo ou não", ensina o especialista.

 

Para evitar futuros problemas, os cuidados são simples. Além do uso do protetor solar diariamente, mesmo em dias nublados e frios, o melhor método ainda é evitar a exposição em horários cujo raios ultravioletas estejam na sua maior intensidade, ou seja, das 10h da manhã até às 16h.

 

Manter a pele protegida no verão ajuda a prevenir danos como manchas, envelhecimento precoce e até câncer de pele. Além disso, cuidar da hidratação e usar os produtos certos contribuem para uma pele mais saudável e com aparência radiante.

 

Em um mundo cada vez mais acelerado, o autocuidado tem se tornado um momento essencial para recarregar as energias e investir na saúde e bem-estar. Quando se trata da pele do rosto, área mais exposta às agressões diárias, o uso de cremes faciais é uma das formas mais eficazes de garantir nutrição, proteção e uma aparência radiante.

A hidratação é a base de uma pele saudável. Uma pele bem hidratada apresenta melhor elasticidade, viço e menor propensão a rugas e linhas de expressão. Além disso, auxilia na barreira de proteção contra agressões externas, como poluição e variações climáticas.

A busca por uma pele saudável e com aparência jovial impulsionou o mercado de dermocosméticos, oferecendo uma variedade de cremes faciais com diferentes propósitos e benefícios. No mercado atual, encontramos cremes faciais com formulações cada vez mais avançadas, que vão além da simples hidratação. Eles combatem sinais de envelhecimento, reduzem a oleosidade, acalmam irritações e preparam a pele para diferentes situações, como a aplicação de maquiagem ou a regeneração noturna.

Além da escolha dos produtos adequados, é fundamental estabelecer uma rotina de cuidados com a pele. A limpeza facial diária, a hidratação e o uso de protetor solar são passos essenciais para manter a saúde e a beleza da pele. A frequência e os produtos utilizados podem variar de acordo com o tipo de pele e as necessidades individuais, por isso, consultar um dermatologista pode ser uma ótima opção para receber orientações personalizadas”, orienta o esteticista e enfermeiro Dr. Suélio Ribeiro, que também é embaixador da Raavi.

Adotar uma rotina de cuidados com cremes faciais vai além de questões estéticas. Entre os principais benefícios estão:

  • Hidratação prolongada: Produtos com tecnologia avançada garantem que a pele permaneça hidratada ao longo do dia ou da noite, prevenindo ressecamento e desconforto.
  • Prevenção de sinais de envelhecimento: Ingredientes como vitamina E e colágeno ajudam a combater os radicais livres e manter a elasticidade da pele.
  • Controle de oleosidade: Fórmulas específicas, como as em gel, equilibram a produção de sebo, promovendo uma aparência saudável e livre de brilho.
  • Ação regeneradora: Cremes noturnos auxiliam na renovação celular, deixando a pele mais uniforme e macia.

Investir em cremes faciais na rotina é um gesto de autocuidado que combina saúde, beleza e autoestima. Com opções versáteis e eficazes, como as da Raavi Dermocosméticos, é possível atender às necessidades específicas de cada tipo de pele, garantindo resultados visíveis e duradouros. Afinal, cuidar de si mesmo nunca foi tão importante e recompensador”, completa Gláucia Rotta, head de marketing da Raavi Dermocosméticos.

A Raavi Dermocosméticos apresenta uma linha completa de cremes faciais que atendem às diversas necessidades da pele:

  • Creme Hidratante Facial Nutritivo: Ideal para quem busca hidratação intensa e prolongada, esse creme combina ativos como vitamina E, colágeno vegetal, pré-bióticos, niacinamida, pantenol e manteiga de karité. Ele não apenas nutre profundamente a pele por até 48 horas, mas também auxilia na prevenção de linhas finas e na preparação para maquiagem.
  • Creme Gel Hidratante Facial Refrescante: Desenvolvido especialmente para peles que sofrem com oleosidade, o gel refrescante oferece hidratação leve e rápida absorção. Seus principais ativos, ácido hialurônico e extrato de pepino, deixam a pele saudável, livre de brilho indesejado e pronta para enfrentar o dia com frescor.
  • Creme Hidratante Facial Noturno: Durante a noite, a pele entra em processo de regeneração, e este creme é o aliado perfeito para potencializar os cuidados. Sua fórmula com pré-bióticos, niacinamida, manteiga de karité, vitamina E, pantenol e glicerina promove hidratação profunda e renovação celular, resultando em uma pele descansada e revitalizada ao amanhecer.