MP vê omissão e aciona Justiça de SC para exigir lockdown

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O Ministério Público e a Defensoria Pública de Santa Catarina foram à Justiça na noite desta quarta-feira, 10, para reivindicar a adoção de lockdown de ao menos 14 dias no Estado, que tem visto o colapso do sistema de saúde e morte de pacientes à espera de vaga na UTI. O pedido foi feito após o governador Carlos Moisés (PSL) anunciar novo decreto, com validade a partir desta sexta-feira, 12, que manterá o funcionamento de shoppings, academias e piscinas de uso coletivo em dias úteis. Algumas atividades, como bares, feiras e congressos, tiveram apenas restrição para funcionar com 25% da capacidade e proibição de venda de bebidas entre 21h e 6h.

"O Estado de Santa Catarina vem atuando no pior estágio da pandemia sem qualquer critério técnico", segundo os promotores Luciano Trierweiller Naschenweng, com atuação na saúde em âmbito estadual, e Douglas Roberto Martins, dos Direitos Humanos e Terceiro Setor. O pedido é de fechamento total das atividades econômicas por 14 dias ou até que seja zerada a fila por leitos de UTI. Grande parte dos especialistas tem defendido o lockdown como única saída para frear a transmissão do vírus e evitar a sobrecarga da rede de saúde. Santa Catarina já transferiu pacientes para o Espírito Santo, mas o agravamento da pandemia em todo o País tem dificultado a oferta de leitos em outros Estados.

A ação do MP e da Defensoria, com pedido de liminar, requer em 48 horas um plano de ação de fiscalização das medidas de restrição de circulação e um plano econômico de socorro emergencial e compensatório aos segmentos e pessoas físicas diretamente afetados pelo eventual lockdown. O pedido ainda inclui planejamento de retomada gradual e segura das atividades, que deve ser apresentado em sete dias e aguarda decisão da 2ª Vara da Fazenda Pública da Capital. O pedido deve ser julgado até sexta-feira, 12.

Trierweiller e Martins lembram que o número de mortes, a fila por vagas de UTI e a quantidade de infectados com o vírus ativo não param de crescer nas últimas semanas. Entre 1º de março e o dia 8, o Estado realizou uma média de 89 sepultamentos diários. O número de pessoas com o vírus ativo também é outro indicador preocupante e denuncia alta circulação de pessoas levando e trazendo a doença. Na terça-feira, o Estado atingiu 40 mil pessoas com o vírus ativo, com mais de 400 pessoas na fila por uma vaga de UTI.

"Esses números altíssimos não são novidades para o gestor. O crescimento acelerado dos casos já vem sendo observado ao longo das últimas semanas, resultado do verão, ainda que o maior impacto sobre o sistema hospitalar e número de óbitos tenha ocorrido mais recentemente", ressaltam. Os promotores ainda apontam que o governador descumpre a Portaria 179, de março de 2020, que estabeleceu o Centro de Operações de Emergências em Saúde, o COES, como instância consultiva e deliberativa na tomada de decisões no combate à pandemia.

"Ainda que a matriz de risco viesse indicando cenários graves para Santa Catarina, as ações recentes do governo não foram na linha das recomendações técnicas", destacam os promotores. Eles também apontam que não há transparência sobre as filas de espera por UTI, pedindo a publicidade dos dados para controle e fiscalização. Eles ainda comentaram que o acesso a informações sobre as mortes na fila de espera tem sido dificultado. Pedem ainda multa de R$ 50 mil por dia ao secretário de Saúde e ao governador em caso de descumprimento caso a Justiça conceda a liminar.

Procurado, o governo catarinense disse que ainda não foi intimado da ação e que não vai se manifestar. A reportagem tentou ouvir o governador Carlos Moisés, que também não quis se manifestar.

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A festa do líder João Pedro rendeu uma discussão no BBB 25 entre ele e o irmão gêmeo, João Gabriel. Ambos brigaram na noite desta quarta-feira, 26, por conta de um chapéu que foi entregue pela produção para o líder.

João Gabriel pensou que o chapéu era seu, apesar do acessório ter sido entregue para João Pedro pela produção do programa.

Vinícius e Aline intervieram e aconselharam João Gabriel, que insistia que o chapéu era dele. "A festa é dele. Na sua festa, você estava de chapéu. Você vai deixar ele sem chapéu?", questionou Aline. João Gabriel retrucou que "o problema não era ele usar" e sim "cair no chão" e estragar a peça, que ficou amassada.

Vinícius enfatizou que a produção havia trazido o chapéu para João Pedro.

Os brothers tentaram desamassar o chapéu usando vapor. Foi então que a produção do programa interveio e cedeu um chapéu extra para os irmãos, deixando o item na despensa da casa.

Ainda chateado, João Gabriel deitou por alguns momentos no Quarto Fantástico, mas logo voltou para a festa do irmão.

*Estagiária sob supervisão de Charlise Morais

O ator Gene Hackman, de 95 anos, encontrado morto ao lado da mulher nesta quarta-feira, 26, em sua casa no Novo México, nos Estados Unidos, era considerado um dos maiores nomes de Hollywood.

Vencedor de dois prêmios Oscar - Melhor Ator em 1971 por Operação França e Melhor Ator Coadjuvante em 1992 por Os imperdoáveis -, o ator também foi conhecido por seus papéis em Mississippi em Chamas, Bonnie e Clyde e A Conversação.

Em 1978, interpretou a primeira versão de Lex Luthor nos cinemas. Ao lado de Christopher Reeve e Margot Kidder, marcou toda uma geração como os icônicos personagens de Superman. Também foi colaborador frequente dos cineastas Francis Ford Coppola e Clint Eastwood.

Ao longo de seis décadas, foi uma das figuras mais versáteis de Hollywood. Apesar de ser amado pela indústria cinematográfica, Hackman não fazia a menor questão de se portar como uma celebridade. Recluso, o ator evitava aparições públicas e era vocal em seu desdém sobre o show business.

Ao todo, fez cerca de 80 filmes em sua carreira. Além das duas vitórias no Oscar, foi indicado em mais três ocasiões - 1967, 1970 e 1988. Também venceu quatro Globos de Ouro, três prêmios Bafta e um Urso de Ouro de Melhor Ator no Festival de Berlim.

Em 2004, estrelou em seu último filme - Uma eleição muito atrapalhada. Como era de praxe, no entanto, o anúncio de sua aposentadoria só veio quatro anos depois, em 2008.

"Não dei uma entrevista coletiva para anunciar minha aposentadoria, mas sim, não vou mais atuar. Nos últimos anos, me disseram para não dizer isso, caso surgisse algum papel realmente maravilhoso, mas eu realmente não quero mais fazer isso", afirmou à agência de notícias Reuters.

Hackman também escreveu três romances com o arqueólogo submarino Daniel Lenihan: Wake of the Perdido Star, de 1999, Justice for None, de 2004, e Escape From Andersonville, de 2008. Seu trabalho de 2011, Payback at Morning Peak, e de 2013, Pursuit, foram suas últimas publicações.

Desde então, o ator fazia poucas aparições na mídia norte-americana. Ao lado da mulher, a pianista Betsy Arakawa, vivia em uma casa no Novo México. Na manhã desta quinta-feira, 27, o casal foi encontrado morto em sua residência. Hackman deixa os filhos, Christopher, Elizabeth e Leslie.

Não há suspeita de crime, mas as autoridades não divulgaram detalhes sobre as circunstâncias das mortes e disseram que uma investigação está em andamento.

A noite desta quarta-feira, 26, no Big Brother Brasil 25 contou com a festa do líder João Pedro. O tema escolhido foi o sertanejo e o brother curtiu a noite, mesmo após barrar Camilla da festa.

Essa não foi a única novidade: houve clima de romance entre João Pedro e Thamiris. Ambos conversaram sobre o jogo também, e a sister levou alguns apontamentos para Maike.

Apesar de não ter havido nenhuma apresentação de artistas convidados, os participantes do reality curtiram o momento entre si. O líder, protagonista da noite, também esteve em uma discussão com o irmão, João Gabriel, por conta de um chapéu entregue pela produção.

Veja o resumo da madrugada de festa do líder no BBB 25:

Camilla barrada

João Pedro vetou a sister, que não conseguiu cumprir o desafio do "Barrado no Baile" até o final para participar da festa. Ela desistiu de encontrar as chaves na dinâmica inédita.

A sister procurou por algumas horas pelas chaves escondidas nas bolinhas, mas desistiu depois de encontrar apenas três das cinco. Ela foi liberada após o final da festa para retornar para a casa.

O veto do líder na irmã de Thamiris não agradou a sister. Ela conversou com João Pedro, Maike e Gracyanne sobre o assunto, em momentos diferentes.

Com o líder, ela explicou que não ficou chateada com a escolha dele: "Não vou ficar com raiva pelas suas escolhas. Só que é minha irmã. Fiquei chateada por ela estar lá, é isso", disse.

Maike e Gracyanne opinam

Thamiris levou seu desabafo sobre o veto da irmã até Maike e Gracyanne. Ambos deram suas opiniões.

A participante comentou com o brother que Camilla deveria "estar arrasada" por não poder curtir a festa. Maike respondeu: "É bom para ela se ligar".

"Eles vão acabar se prejudicando por causa desse jogo", concluiu ela.

"O que me incomoda aqui, é que as pessoas jogam levando em consideração mil coisas, menos o jogo. Eu não vou colocar quem vota em mim, eu não vou colocar quem me vetaria, eu não vou colocar quem de fato eu gostaria de colocar. Eu vou colocar de acordo com o que está acontecendo porque eu não me comprometo", falou Thamiris sobre João Pedro.

Posteriormente, Gracyanne retomou o assunto em uma conversa com Daniele Hypólito.

Delma e Vilma conversam

Embora tenham protagonizado desavenças no passado, Delma e Vilma esqueceram o "caso do café" durante a festa. Elas conversaram sobre o jogo e trocaram elogios entre si.

Briga entre irmãos

João Gabriel discutiu com João Pedro por conta de um chapéu entregue pela produção. Ele acusou o líder de ter amassado o acessório e a produção interveio, mesmo após Aline e Vinícius tentaram apaziguar a conversa.

Clima de romance

Não só de discussão foi a noite: Thamiris e João Pedro flertaram durante a festa e ficaram abraçados. Em outro momento, ambos quase se beijaram.