'Tudo em todo Lugar' expressa a crise de criatividade do cinema atual

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O que podem significar tantas indicações (11) para uma "obra" (Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo) que mais parece videogame que filme de cinema para valer? Para uma ficção científica que dialoga com o metaverso, mas que nem de longe passa perto de clássicos do gênero que reinventaram nossa maneira de ver o mundo baseando-se em especulações científicas, como são os casos de 2001 - Uma Odisseia no Espaço ou Solaris, para ficar nos clássicos? Bem, pode expressar a crise de criatividade do cinema atual, ainda mais quando pensamos que ganha a companhia da continuação de Avatar: O Caminho da Água entre os concorrentes a melhor filme.

Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo (que alguém já rebatizou de "Nada em Nenhum Lugar em Tempo Algum") tem concorrentes sólidos para sua, digamos, "estética" delirante. A começar por Nada de Novo no Front, densa adaptação da obra de Erich Maria Remarque sobre os horrores da 1.ª Guerra Mundial. Ou o memorialístico Os Fabelmans, sobre a infância de Spielberg e a descoberta de seu amor pelo cinema. Convencional mas, bonito. Ou mesmo a cinebiografia inventiva de Elvis Presley dirigida por Baz Luhrmann.

Guerra

O irlandês Os Banshees de Inisherin, de Martin McDonagh, é um filme estranho, porém tem seduzido parte da crítica. Fala do súbito rompimento de uma amizade, tendo por pano de fundo uma guerra da qual se ouvem apenas alguns rumores distantes. Num tempo explícito, sabe ser alusivo.

Tár, de Todd Field, é uma presença marcante, em especial por Cate Blanchett, que faz uma maestrina durona e que entra em crise por suas próprias contradições. Discute música, política, gênero, numa trama tensa puxada por sua extraordinária protagonista, favorita para o prêmio de melhor atriz. Entre Mulheres, um filme correto, entra na cota #MeToo. E, por contraste, Top Gun: Maverick, na do saudosismo machista.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Em conversa com a amiga Eva na academia na manhã de hoje, 26, no BBB 25, Renata admitiu seu incômodo em ver a aproximação de Maike com as meninas do Quarto Nordeste, especialmente Camilla e Thamiris.

"Eu gosto do Maike, mas me incomoda um pouco esse excesso de proximidade com as meninas, porque a gente vota nelas e elas votam na gente", disse. "Ele fala claramente que prioriza a gente, mas não sei não. Eu fico só observando." Eva concordou: "Eu acho estranhíssimo também. Sempre tenho um pé atrás, porque eu vejo que ele fala com todo mundo sobre jogo."

Renata e Eva são próximas de Maike, mas distantes de Camilla e Thamiris. As duplas não se dão bem desde o início do programa e a aproximação mais recente do paulistano com as irmãs cariocas pode ser uma ameaça às bailarinas.

Isso se dá em meio às investidas de Maike em Renata. Nas últimas festas, desde a eliminação de Giovanna, Maike vem jogando charme e disse diversas vezes ter interesse na bailarina.

Fernanda Torres compartilhou pelas redes sociais um vídeo na terça-feira, 25, com um compilado dos melhores momentos nos bastidores do filme Ainda Estou Aqui.

Nas imagens, a protagonista do filme que concorre em três categorias no Oscar 2025, celebra o aniversário da atriz Cora Mora, que interpreta sua caçula no longa. Já Selton Mello, que encarna Rubens Paiva, gargalha com um comentário de Fernanda. "Nossa família no set", escreveu ela na legenda da postagem.

A atriz, de 59 anos, está concorrendo ao Oscar 2025 como Melhor Atriz por seu trabalho como Eunice Paiva. Fernanda repete o feito da mãe, Fernanda Montenegro, que disputou a estatueta em 1999, por Central do Brasil, também de Walter Salles.

veja o vídeo aqui

A atriz Mikey Madison, protagonista de Anora, revelou que fez aulas de strip-tease e pole dance para viver a dançarina Ani no filme de Sean Baker. Na trama, a jovem é uma stripper que se envolve com o filho de um poderoso oligarca russo após conhecê-lo em um clube de strip-tease.

"Tive que aprender a fazer 'lap dances' e truques na barra de pole. Até ajudei a coreografar uma dança de strip-tease que Ani faz para o Ivan", afirmou Mikey para a revista britânica HELLO!.

"Tudo o que fiz foi baseado em um treinamento intensivo que passei para conseguir realizar uma 'lap dance' do começo ao fim", revelou a atriz, que não tinha experiência prévia com danças antes de atuar no longa.

"Eu não sou uma dançarina, então foi um grande desafio. O coreógrafo me ensinou a dançar como uma verdadeira dançarina erótica." Ainda na conversa, a artista revelou que aprender a dançar a ajudou a incorporar os trejeitos físicos e a sensualidade de Ani em sua atuação.

"Aprendi tantas lições ao fazer esse filme, sou bem sincera quando digo que ela é uma das personagens mais especiais que já interpretei." Para Mikey, a forma como Sean Baker retrata o trabalho sexual é excelente. "Foi uma experiência poderosa conhecer e entender a comunidade de trabalhadoras sexuais", finalizou.

Anora foi indicado a seis categorias no Oscar - Melhor Filme, Melhor Direção, Melhor Atriz, Melhor Ator Coadjuvante, Melhor Roteiro Original e Melhor Edição. Com ótima performance nas premiações dos sindicatos dos Produtores e Diretores, o longa é considerado o favorito para levar a principal estatueta da noite.