STF vai analisar decisão que anulou júri da Boate Kiss

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O Supremo Tribunal Federal (STF) vai analisar a decisão que anulou a condenação de quatro réus pela tragédia da Boate Kiss, em Santa Maria (RS). O recurso extraordinário foi admitido pelo vice-presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Geraldo Og Fernandes, que determinou que caso seja enviado ao Supremo. Não há data prevista para o julgamento.

Em setembro do ano passado, a Sexta Turma do STJ manteve a decisão que anulou o julgamento da boate Kiss. No voto, foi afirmado que, em se tratando de tribunal do júri, cujo julgamento é feito por juízes leigos, quanto mais controvertido for o processo, maior deve ser o cuidado na observância da legalidade estrita. Após a decisão, o Ministério Público Federal (MPF) entrou com recurso.

O incêndio na casa de shows, em janeiro de 2013, causou a morte de 242 pessoas e deixou feridas outras 636. O julgamento ocorreu em 1.º e 10 de dezembro de 2021 em Porto Alegre. Na ocasião, o tribunal do júri condenou os ex-sócios da boate Elissandro Callegaro Spohr a 22 anos e seis meses de reclusão; Mauro Londero Hoffmann, a 19 anos e seis meses; e Marcelo de Jesus do Santos e Luciano Augusto Bonilha Leão, os dois à pena de 18 anos.

Porém, o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS) anulou o júri por quatro motivos principais: irregularidades na escolha dos jurados, inclusive com a realização de um sorteio fora do prazo previsto pelo Código Processo Penal (CPP); realização, durante a sessão de julgamento, de uma reunião reservada entre o juiz presidente do júri e os jurados, sem a participação das defesas ou do Ministério Público; ilegalidade na elaboração dos quesitos; e suposta inovação da acusação na fase de réplica.

Agora, no STF, serão discutidas questões constitucionais relacionadas ao caso, como a soberania das decisões do tribunal do júri. Para Og Fernandes, o posicionamento adotado pela Sexta Turma, em tese, revela possível divergência com a jurisprudência da Corte.

"Observa-se, pois, que o posicionamento adotado pela Sexta Turma deste Superior Tribunal revela, ao menos em princípio, possível descompasso com a jurisprudência da Suprema Corte, seja pela caracterização de nulidade como dotada de prejuízo presumido, independentemente da demonstração em concreto, seja diante da possível extrapolação da oportunidade de arguição do alegado prejuízo", completou.

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Em conversa com a amiga Eva na academia na manhã de hoje, 26, no BBB 25, Renata admitiu seu incômodo em ver a aproximação de Maike com as meninas do Quarto Nordeste, especialmente Camilla e Thamiris.

"Eu gosto do Maike, mas me incomoda um pouco esse excesso de proximidade com as meninas, porque a gente vota nelas e elas votam na gente", disse. "Ele fala claramente que prioriza a gente, mas não sei não. Eu fico só observando." Eva concordou: "Eu acho estranhíssimo também. Sempre tenho um pé atrás, porque eu vejo que ele fala com todo mundo sobre jogo."

Renata e Eva são próximas de Maike, mas distantes de Camilla e Thamiris. As duplas não se dão bem desde o início do programa e a aproximação mais recente do paulistano com as irmãs cariocas pode ser uma ameaça às bailarinas.

Isso se dá em meio às investidas de Maike em Renata. Nas últimas festas, desde a eliminação de Giovanna, Maike vem jogando charme e disse diversas vezes ter interesse na bailarina.

Fernanda Torres compartilhou pelas redes sociais um vídeo na terça-feira, 25, com um compilado dos melhores momentos nos bastidores do filme Ainda Estou Aqui.

Nas imagens, a protagonista do filme que concorre em três categorias no Oscar 2025, celebra o aniversário da atriz Cora Mora, que interpreta sua caçula no longa. Já Selton Mello, que encarna Rubens Paiva, gargalha com um comentário de Fernanda. "Nossa família no set", escreveu ela na legenda da postagem.

A atriz, de 59 anos, está concorrendo ao Oscar 2025 como Melhor Atriz por seu trabalho como Eunice Paiva. Fernanda repete o feito da mãe, Fernanda Montenegro, que disputou a estatueta em 1999, por Central do Brasil, também de Walter Salles.

veja o vídeo aqui

A atriz Mikey Madison, protagonista de Anora, revelou que fez aulas de strip-tease e pole dance para viver a dançarina Ani no filme de Sean Baker. Na trama, a jovem é uma stripper que se envolve com o filho de um poderoso oligarca russo após conhecê-lo em um clube de strip-tease.

"Tive que aprender a fazer 'lap dances' e truques na barra de pole. Até ajudei a coreografar uma dança de strip-tease que Ani faz para o Ivan", afirmou Mikey para a revista britânica HELLO!.

"Tudo o que fiz foi baseado em um treinamento intensivo que passei para conseguir realizar uma 'lap dance' do começo ao fim", revelou a atriz, que não tinha experiência prévia com danças antes de atuar no longa.

"Eu não sou uma dançarina, então foi um grande desafio. O coreógrafo me ensinou a dançar como uma verdadeira dançarina erótica." Ainda na conversa, a artista revelou que aprender a dançar a ajudou a incorporar os trejeitos físicos e a sensualidade de Ani em sua atuação.

"Aprendi tantas lições ao fazer esse filme, sou bem sincera quando digo que ela é uma das personagens mais especiais que já interpretei." Para Mikey, a forma como Sean Baker retrata o trabalho sexual é excelente. "Foi uma experiência poderosa conhecer e entender a comunidade de trabalhadoras sexuais", finalizou.

Anora foi indicado a seis categorias no Oscar - Melhor Filme, Melhor Direção, Melhor Atriz, Melhor Ator Coadjuvante, Melhor Roteiro Original e Melhor Edição. Com ótima performance nas premiações dos sindicatos dos Produtores e Diretores, o longa é considerado o favorito para levar a principal estatueta da noite.