Eduardo Suplicy diz estar com câncer linfático e que já faz imunoquimioterapia

Política
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O deputado estadual Eduardo Suplicy (PT-SP) anunciou nesta segunda-feira, 28, em suas redes sociais ter recebido em julho deste ano o diagnóstico de câncer linfático e que está em tratamento imunoquimioterápico.

"Recebi em julho o diagnóstico de linfoma não-Hodgkin e estou em tratamento imunoquimioterápico, sob os cuidados do Hematologista Dr. Celso Arrais e sua equipe", escreveu Suplicy no Facebook. A doença se origina no sistema linfático, onde estão os linfócitos, tipo de glóbulo branco responsável pela defesa do organismo. O tratamento, a imunoquimioterapia, combina a quimioterapia - que utiliza medicamentos para combater as células cancerosas - com imunoterapia - a qual visa restaurar e estimular o sistema imunológico do corpo para combater o câncer.

Segundo o deputado, ele continua suas atividades na Assembleia Legislativa de São Paulo, assim como suas aulas de ginástica. "Felizmente meus exames já apresentam bons resultados", afirmou Suplicy.

Ele prosseguiu: "Por recomendação médica, estou com atividades públicas restritas por causa da minha baixa imunidade. Agradeço o apoio, as orações e as energias positivas para que eu possa me recuperar o mais breve possível. A minha luta só termina quando eu ver implantada no Brasil e no mundo a Renda Básica de Cidadania. Felicidades a todas e todos!".

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Em reunião no Salão Oval da Casa Branca nesta sexta-feira, 28, o vice-presidente dos EUA, JD Vance, afirmou que a atitude do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, sobre as discussões do acordo de minerais entre os dois países, desrespeitava o governo dos EUA e a liderança de Donald Trump.

"Esse tipo de comentário que vai destruir o seu país", respondeu Vance à Zelensky. O presidente da Ucrânia havia dito que o acordo de minerais não era o suficiente.

Segundo o vice-presidente americano, a estratégia do ex-presidente Joe Biden não funcionou e o caminho para a paz é engajar a diplomacia da Rússia.

Zelensky rebateu o comentário e enfatizou que Putin começou a atacar desde 2014 e "ninguém fez nada para parar até hoje".

O presidente Donald Trump disse que o líder ucraniano Volodymyr Zelensky desrespeitou os Estados Unidos em seu "querido Salão Oval" e que ele poderá voltar "quando estiver pronto para a paz".

Em registro na plataforma Truth Social nesta sexta-feira, 28, Trump disse que "tivemos uma reunião muito significativa hoje na Casa Branca. Aprendeu-se muito que nunca poderia ser compreendido sem uma conversa sob tanto fogo e pressão".

"É incrível o que transparece através da emoção, e determinei que o presidente Zelensky não está pronto para a paz se os EUA estiverem envolvidos, porque ele sente que o nosso envolvimento lhe dá uma grande vantagem nas negociações", segundo o registro.

"Não quero vantagem, quero PAZ", ressaltou Trump no post. "Ele desrespeitou os Estados Unidos da América no seu querido Salão Oval. Ele pode voltar quando estiver pronto para a paz."

Mais cedo, Trump acusou o presidente de estar "brincando com a terceira guerra mundial" e de ser ingrato com os EUA. "Sem nós, você não tem carta nenhuma contra a Rússia. Ou você faz um acordo ou estamos fora", afirmou.

Os dirigentes participaram nesta tarde de encontro no Salão Oval da Casa Branca em meio a negociações de um acordo de minerais.

O presidente dos EUA, Donald Trump, o vice-presidente americano, JD Vance, e o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, discutiram na tarde desta sexta-feira, 28, no Salão Oval da Casa Branca, ameaçando o acordo de minerais previsto para ser assinado entre os dois países nesta sexta-feira.

Trump acusou Zelensky de estar "jogando com a terceira guerra mundial" e de ser ingrato com os EUA. "Sem nós, você não tem carta nenhuma contra a Rússia. Ou você faz um acordo ou estamos fora", disse.

O republicano ainda afirmou que não está alinhando com o presidente da Rússia, Vladimir Putin, e que a Ucrânia precisa da ajuda americana, pois "estão ficando sem soldados e recursos, e diz que não quer cessar-fogo". "Americanos precisam ter seus bilhões de volta", acrescentou.

Enquanto isso, Zelensky disse aos repórteres que Putin "tem que pagar" pelo início da guerra e que o acordo sobre os minerais, por si só, não é suficiente para seu país.