Lula fará check-up anual nesta tarde em SP; avaliação não tem relação com queda

Política
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva irá na tarde desta quinta-feira, 20, para São Paulo para ser submetido a exames de check-up anual. De acordo com a Secretaria de Comunicação Social (Secom), os exames já estavam programados e não têm relação com o acidente doméstico que o presidente sofreu em outubro do ano passado, quando caiu no banheiro do Alvorada e bateu a cabeça.

Segundo a Presidência, os exames de Lula estavam previstos para serem feitos em dezembro de 2024. Porém, no início daquele mês, o chefe do Executivo foi submetido a dois procedimentos para tratar uma hemorragia intracraniana decorrente de uma queda no Palácio da Alvorada em outubro. Por conta disso, a realização dos exames teve que ser adiada.

A ida do petista de Brasília para São Paulo está prevista para às 15h, para realizar os exames no Hospital Sírio-Libanês. Ele será acompanhado por Roberto Kalil Filho, seu médico particular. Ao final dos exames, deve ser divulgado um boletim sobre a saúde do presidente.

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Além de enfrentar novas tarifas e de aparecer no topo da lista de "maus atores" do presidente Trump no seu anúncio tarifário, a China tem outro motivo para estar irritada: Taiwan foi listado como um país.

Mesmo antes de Pequim ter opinado oficialmente sobre a tarifa de 34% anunciada por Trump, o seu embaixador em Washington publicou um lembrete severo de que a China considera a ilha democrática de Taiwan parte do seu território. Está entre as maiores proibições diplomáticas no livro de Pequim sugerir que Taiwan é independente do domínio chinês. Mas Taiwan foi listado em quarto lugar sob o título "país" no painel tarifário que Trump ergueu em sua cerimônia na Casa Branca.

"#Taiwan é Taiwan da China", escreveu o embaixador Xie Feng no X depois da fala de Trump e incluiu um discurso em vídeo do líder chinês Xi Jinping alertando contra testar a determinação de Pequim. O embaixador não comentou as novas tarifas, incluindo 32% para Taiwan.

O CEO da Tesla, Elon Musk, chamou de "fake news" a informação de que deve se afastar, já nas próximas semanas, de suas funções à frente do Departamento de Eficiência Governamental (Doge), como informou o Politico.

Musk compartilhou em seu perfil no X a publicação da porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, que já havia negado que o presidente Donald Trump tenha reforçado a seus aliados que o bilionário deixaria o cargo público em breve.

A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, negou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tenha reforçado a aliados que Elon Musk, chefe do Departamento de Eficiência Governamental (Doge, na sigla em inglês), deve se afastar nas próximas semanas, como publicado mais cedo pelo Politico. "Trump já disse publicamente que Elon deixará o serviço público depois de terminar seu incrível trabalho no Doge", escreveu Leavitt no X.

Mais cedo, uma pesquisa apontou que 58% dos entrevistados desaprovam a gestão de Musk à frente do Doge, enquanto 41% a aprovam - a menor taxa registrada desde o início do novo mandato de Trump.

O próprio Musk já havia afirmado que suas empresas estavam "sofrendo" por sua presença no governo, referindo-se aos ataques contra a Tesla e à queda das ações da companhia. O bilionário também mencionou que esperava concluir os cortes no Doge até o fim de maio.