Lula: 'Tem gente do lado do Tarcísio que não gosta de vê-lo ao meu lado, e vice-versa'

Política
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O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou nesta quinta-feira, 27, ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que ele está "fazendo história" com as parcerias que estão sendo construídas entre governo federal e estadual. "Tem gente do lado do Tarcísio que não gosta de vê-lo ao meu lado, e vice-versa", disse o petista, durante cerimônia de lançamento do edital do túnel Santos-Guarujá.

Lula também disse que fotografia de hoje marca "novo momento da história do Brasil". O presidente também afirmou que vai para Santa Catarina na semana que vem e criticou o governador Jorginho Mello (PL), mas garantiu que não está preocupado. "Vou ao Estado que tem o governador que mais fala mal de mim", comentou.

O projeto do túnel imerso ligando os municípios paulistas possui valor de investimento estimado em R$ 5,96 bilhões.

Dessa quantia, R$ 5,13 bilhões serão divididos entre os governos de São Paulo e o federal.

O restante será da concessionária que vencer o leilão previsto para ser realizado em agosto. A futura empresa será responsável pela construção, operação e manutenção do ativo.

No último dia 12, o governador Tarcísio se reuniu com o presidente Lula para tratar do tema. No encontro, foi formalizado o convênio que viabiliza a construção do túnel por São Paulo junto ao Ministério dos Portos e Aeroportos.

"Apresentamos uma proposta que iria acelerar o leilão do túnel Santos-Guarujá e o governo federal topou. O presidente da República deu 'ok'. Hoje publicaram o convênio de delegação", disse Tarcísio no dia 18. "Já tem data para o leilão, que é 1º de agosto. Estaremos na Bolsa para celebrar."

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que manteve boas relações com todos os grupos políticos da Alemanha, mas que seu governo aguarda os desdobramentos no país após a eleição.

Durante coletiva na Casa Branca após encontro com o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, nesta quinta-feira, o mandatário americano disse que aceitou o convite recebido do Rei Charles para visitar o Reino Unido.

"Convite de Rei Charles é sem precedente, simboliza força da relação Estados Unidos-Reino Unido", disse Starmer, que entregou a carta com o convite.

Um carro atropelou vários pedestres em um ponto de ônibus no norte de Israel na tarde desta quinta-feira, 27. Segundo a imprensa israelense, 14 pessoas ficaram feridas, incluindo uma adolescente de 17 anos que está em estado crítico e duas pessoas em estado grave.

De acordo com um comunicado da polícia israelense, o motorista fugiu após o ataque, mas foi avistado por policiais. Ele atingiu uma viatura antes de ser baleado e morto pela polícia. O governo israelense trata o atropelamento como um ataque terrorista.

"As descobertas preliminares indicam que ele atacou deliberadamente civis que esperavam numa paragem de autocarro", apontou a polícia.

Posteriormente, a polícia identificou o agressor como um palestino de 53 anos de uma vila perto de Jenin, no norte da Cisjordânia. Ele era casado com uma mulher árabe israelense e havia entrado ilegalmente em Israel.

Assi Aharoni, chefe da divisão de porta-vozes da polícia, relatou em entrevista ao portal israelense Ynet que o homem ameaçou os policiais com uma chave de fenda antes de ser morto. "Ainda estamos realizando exames para saber se ele aproveitou a oportunidade e agiu sozinho ou se houve outros cúmplices".

O ataque ocorre em meio a forte tensão na região da Cisjordânia, onde o Exército de Israel realiza uma forte ofensiva contra grupos terroristas na região, mobilizando tanques no local pela primeira vez em 20 anos.

As operações militares se intensificaram em janeiro, durante a trégua entre Israel e o grupo terrorista Hamas na Faixa de Gaza. Grupos terroristas como Hamas, Jihad Islâmica e as Brigadas de Jenin atuam na Cisjordânia.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que a Ucrânia não se unirá à Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN, na sigla em inglês), enquanto as negociações para a paz envolverão esforços para que os ucranianos recuperem algumas das suas terras perdidas após a invasão da Rússia.

"Isso não ocorrerá", disse Trump sobre a entrada da Ucrânia na OTAN durante coletiva na Casa Branca após encontro com o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, nesta quinta-feira, 27.

Trump disse que o acordo com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, será sobre minerais e outros temas, que deve ser assinado amanhã.

"Tivemos boas conversas com a Rússia e também com a Ucrânia", disse Trump, ressaltando, contudo, que a relação entre Zelensky e o presidente da Rússia, Vladimir Putin, "não são boas".

Trump afirmou ainda que os EUA ajudaram muito a OTAN, mais do que qualquer outro país, mas que isso mudará.

O presidente americano disse ainda que seu governo está sendo bem sucedido sobre as medidas para reduzir o Estado.