Eleições 2024: em Salvador, Bruno Reis tem 64% de intenções de voto, diz Paraná Pesquisas

Política
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Levantamento do Paraná Pesquisas divulgado nesta terça-feira, 4, aponta que Bruno Reis (União Brasil), prefeito de Salvador (BA) e pré-candidato à reeleição, lidera as intenções de voto para a sucessão do comando na capital baiana.

Reis tem 64% das intenções de voto no cenário estimulado, enquanto o segundo colocado, Geraldo Jr., do MDB, figura com 11%. Kleber Rosa (PSOL) tem 3,8% e Victor Marinho, do PSTU, 3,3%. Para 11,6% dos entrevistados, nenhum dos pré-candidatos é opção de voto e 6,4% não souberam ou não quiseram responder.

O Paraná Pesquisas realizou 800 entrevistas presenciais em Salvador entre os dias 29 de maio e 3 de junho. A margem de erro é de 3,5 pontos porcentuais e o índice de confiança é de 95%.

Segundo o levantamento, a gestão de Bruno Reis é aprovada por 74,1% dos entrevistados. Para 52,1%, a administração municipal é "ótima" ou "boa", enquanto 14,1% dizem que Reis faz um mandato "ruim" ou "péssimo".

Rejeição

O instituto também auferiu a rejeição aos pré-candidatos. O líder de menções negativas é Geraldo Jr., a quem 38% dos entrevistados dizem que "não votariam de jeito nenhum". O emedebista é seguido por Victor Marinho, com 27,5% de rejeição, Kleber Rosa, com 24,6%, e Bruno Reis, com 19,8.

Para 4,6% dos entrevistados, todos os pré-candidatos são opções de voto, e 14,4% não sabem ou não souberam responder.

Potencial de votos

A pesquisa indica que os apoios do ex-prefeito ACM Neto e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva são os mais decisivos para o eleitor de Salvador. Enquanto 33,9% dos entrevistados dizem que "com certeza" votariam em um pré-candidato indicado por ACM Neto, 32% garantem o voto em um nome apoiado por Lula.

Por outro lado, os padrinhos políticos mais rejeitados são o governador Jerônimo Rodrigues (PT) e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Segundo o levantamento, 47,9% dos eleitores da capital baiana "jamais votariam" em um pré-candidato sugerido pelo governador petista, enquanto 62,5% rechaçam um nome avalizado pelo ex-chefe do Executivo federal.

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