Em campanha para a Prefeitura de SP, Pablo Marçal viaja para El Salvador

Política
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O candidato à Prefeitura de São Paulo do PRTB, Pablo Marçal, embarcou, nesta quinta-feira, 5, para El Salvador, país localizado na América Central. A assessoria do candidato informou que o ex-coach deve se encontrar com "o presidente", mas não confirmou se trava-se de Nayib Bukele, mandatário salvadorenho. Procurada pela reportagem, a embaixada de El Salvador no Brasil, entretanto, afirmou não ter informações, até o momento da publicação deste texto, sobre a visita de Marçal ao país - e nem sobre eventual encontro com o presidente Bukele.

Além disso, o empresário deve passar por mais três países em seu roteiro, mas ainda não revelou quais. Interlocutores de sua equipe não souberam informar a data de retorno do candidato, mas dizem que há previsão dele participar dos atos de 7 de Setembro na Avenida Paulista, organizados pela ala bolsonarista liderada pelo pastor Silas Malafaia, neste sábado, dia 7.

A equipe de Marçal também se limitou a afirmar ao Estadão que as viagens realizadas pelo influenciador serão para "convites". Não foi informado, no entanto, quem seria convidado e nem para o que seriam os convites. Em nota, a assessoria do candidato do PRTB disse que ele "embarcou para cumprir uma série de agendas internacionais, dando início à estratégia de 'internacionalização da campanha'."

Integrantes das fileiras do PRTB recomendaram, ainda, que a imprensa obtenha mais informações por meio do perfil de um fotógrafo no Instagram para saber os próximos passos de Marçal.

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Autoridades de Israel e do Hamas disseram nesta terça-feira, 25, que chegaram a um acordo para trocar os corpos de reféns israelenses mortos pela libertação de centenas de prisioneiros palestinos, mantendo o frágil cessar-fogo intacto por pelo menos mais alguns dias.

Israel havia adiado a libertação de 600 prisioneiros palestinos desde sábado para protestar contra o que diz ser o tratamento cruel dos reféns durante sua libertação pelo Hamas. O grupo militante afirmou que o atraso é uma "grave violação" do cessar-fogo e que as negociações sobre uma segunda fase não seriam possíveis até que eles fossem libertados.

O enviado da Casa Branca para o Oriente Médio, Steve Witkoff, disse que deseja que as partes iniciem negociações sobre a segunda fase, durante a qual todos os reféns restantes mantidos pelo Hamas deverão ser libertados e um fim para a guerra deverá ser negociado.

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou, nesta terça-feira, 25, que também pretende comprar minerais de territórios da Rússia.

O comentário do republicano, em entrevista aos jornalistas no Salão Oval, ocorreu após ele afirmar que se o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, quiser vir à Washington para tratar do acordo com os EUA, seria bem recebido. "O acordo é sobretudo sobre minerais raros."

O presidente americano assinou ainda nesta terça-feira uma ordem executiva que restabelece a exigência de publicação online por hospitais de custos de serviços médicos.

A juíza do Tribunal Distrital dos EUA, Loren AliKhan, bloqueou na terça-feira, 25, indefinidamente a administração do presidente Donald Trump de congelar o financiamento federal anteriormente concedido.

A decisão afeta organizações sem fins lucrativos, grandes e pequenas, nos EUA, que financiam desde a mitigação de inundações até cuidados a idosos e pré-escolas.

A decisão do tribunal federal de Washington foi em resposta a um pedido de liminar contra o governo, solicitado pela organização sem fins lucrativos Democracy Forward em nome de várias outras organizações sem fins lucrativos e proprietários de pequenas empresas.

As organizações sem fins lucrativos procuraram uma ação mais enérgica por parte dos tribunais depois de a Casa Branca ter indicado que ainda planejava prosseguir com um congelamento do financiamento, mesmo depois de o Escritório de Gestão e Orçamento (OMB, na sigla em inglês) ter revogado um memorando que originalmente bloqueava os recursos e à medida que aumentavam as provas de que agências como a Fundação Nacional de Ciência, a Agência de Proteção Ambiental e a Agência Federal de Gestão de Emergências não tinham retomado totalmente o financiamento, de acordo com o processo judicial do Democracy Forward.

Depois que o memorando do OMB foi revogado no final de janeiro, a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, disse nas redes sociais que a ação "NÃO era uma rescisão do congelamento do financiamento federal. É simplesmente uma rescisão do memorando do OMB".

A Casa Branca não respondeu aos pedidos de comentários na terça-feira.