Valdemar Costa Neto: Marçal jamais poderia competir com Bolsonaro à Presidência

Política
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O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, avaliou nesta quinta-feira, 17, que o ex-coach Pablo Marçal (PRTB) jamais poderia competir com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em um cenário de corrida à Presidência da República. As declarações ocorreram em entrevista à CNN Brasil.

Uma pesquisa da Quaest sobre as eleições presidenciais, que levou em consideração o atual cenário e a inelegibilidade de Bolsonaro, apontou que Marçal aparece com 18% das intenções de voto, logo atrás do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que teria 32% e lideraria a corrida. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), estaria em terceiro, com 15%. Diante da pesquisa, ao ser questionado se o ex-coach poderia dividir a direita e ameaçar a disputa do ex-presidente ao cargo de chefe do Executivo, Valdemar disse que "Marçal jamais poderia competir com Bolsonaro", pois "não tem votos para isso".

O presidente do PL também negou qualquer possibilidade de Marçal ser chamado para a legenda. "Bolsonaro ficou aborrecido com ele Marçal e ficou chateado pelo comportamento dele com o nosso pessoal. Ele Bolsonaro não aceita isso. Ele Marçal teria que mudar muito", afirmou Valdemar na entrevista. "Aquele murro que deram no Duda Lima, marqueteiro de Ricardo Nunes ali, foi muito covarde", acrescentou o ex-deputado, dizendo ainda que quem quer ver o País crescer, não tem uma pessoa com tal comportamento ao lado.

Porém, Valdemar Costa Neto destacou que Pablo Marçal sempre teve prestígio, e lembrou dos mais de 200 mil votos que o ex-coach recebeu ao se lançar deputado federal. "Ele tem que encontrar o caminho certo", complementou.

O presidente do PL avaliou ainda que Bolsonaro é representante da direita no mundo e que o movimento desse espectro político começou a crescer após o ex-presidente lançar sua campanha. Sobre o pleito de 2026, Valdemar Costa Neto disse que por enquanto Bolsonaro está inelegível, mas "será candidato" e "até Marçal" vai votar nele.

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Israel havia adiado a libertação de 600 prisioneiros palestinos desde sábado para protestar contra o que diz ser o tratamento cruel dos reféns durante sua libertação pelo Hamas. O grupo militante afirmou que o atraso é uma "grave violação" do cessar-fogo e que as negociações sobre uma segunda fase não seriam possíveis até que eles fossem libertados.

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