'Senti que minha vida havia acabado', diz Melissa Barrera, atriz demitida de 'Pânico'

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Melissa Barrera, de Pânico, revelou que após ser demitida do sétimo filme da franquia, ficou cerca de um ano sem receber ofertas de novos projetos.

A atriz mexicana foi dispensada de Pânico 7 no ano passado, após declarar apoio à Palestina no confronto com Israel. "Atualmente, Gaza está sendo tratada como um campo de concentração. Isso é genocídio e limpeza étnica. A mídia ocidental só mostra o outro lado [...] Não precisamos de mais ódio. Sem islamofobia. Sem antissemitismo", escreveu em suas redes sociais em outubro de 2023.

Em entrevista ao The Independent, a atriz falou sobre a escassez de oportunidades de empregos após a demissão. "Foi o ano mais sombrio e difícil da minha vida, e tive que reavaliar tudo. Senti que minha vida havia acabado", desabafou.

Ela explicou que recebeu algumas ofertas para pequenos trabalhos. "Ficou quieto por, tipo, 10 meses. Eu ainda estava recebendo ofertas para pequenas coisas aqui e ali - não vou mentir e dizer que não havia nada - mas era tipo: 'Ela provavelmente não tem trabalho e vai dizer sim para qualquer coisa'".

Atualmente, ela está no elenco de uma série de espionagem da Peacock, serviço de streaming dos Estados Unidos. Após a demissão, a atriz usou seu tempo para divulgar produções que participou antes de Pânico e estrearam neste ano, como Abigail e Your Monster.

Melissa interpretou Sam Carpenter em Pânico 6. Em pré-produção, Pânico 7 ainda não tem data de estreia.

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Estudantes que cursaram integralmente o ensino médio em escolas de áreas rurais terão vagas reservadas no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que utiliza a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para ingresso em universidades públicas. Os alunos de escolas do campo irão concorrer às vagas junto aos alunos de escolas públicas. A medida foi publicada pelo Ministério da Educação (MEC) nessa segunda-feira, 25.

Para serem elegíveis à cota, o estudante deve comprovar que cursou integralmente o ensino médio em escolas em áreas rurais ou que atendem predominantemente populações do campo, incluindo agricultores familiares, extrativistas, pescadores artesanais, ribeirinhos, assentados e acampados da reforma agrária, entre outros grupos que dependem do trabalho rural para a subsistência.

Há uma ordem de prioridade para a seleção de estudantes nas vagas reservadas. Caso os candidatos que atendem aos requisitos iniciais não sejam selecionados, os próximos grupos a serem considerados são aqueles que, embora não contemplados na primeira etapa, ainda se qualificam por outros critérios, como: deficiência; autodeclaração como quilombolas, pretos, pardos ou indígenas; e renda familiar de até um salário mínimo por pessoa.

Se ainda houver vagas disponíveis, elas serão abertas para os estudantes da ampla concorrência.

As instituições de ensino serão responsáveis por verificar a elegibilidade dos candidatos para vagas reservadas conforme os critérios.

O ministro Flávio Dino, o Supremo Tribunal Federal (STF) publicou em suas redes sociais nesta terça-feira, 26, um trecho da tragédia grega Antígona, destacando sua luta por justiça "materializada no direito ao sepultamento digno do seu irmão".

A mensagem pode ser interpretada como uma indireta ao prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), que criticou a decisão do ministro de determinar que os cemitérios da capital retomem os preços anteriores à privatização.

No texto divulgado em seu perfil no Instagram, Dino reproduziu um diálogo da peça, em que Antígona defende o direito ao sepultamento digno de seu irmão, em oposição a Creonte, seu tio, que assumiu o poder e proibiu o enterro. O ministro conclui dizendo que a obra traz um ensinamento sobre a importância da prudência e contra a soberba.

No último domingo, 24, Flávio Dino determinou que o município de São Paulo restabeleça a comercialização e a cobrança de serviços funerários nos valores anteriores à concessão dessas atividades. Na decisão tomada a partir de uma ação apresentada pelo PCdoB, o ministro diz ter enxergado práticas de mercado adotadas pelas concessionárias que atentam contra preceitos constitucionais e deu prazo de dez dias para a prefeitura se manifestar oficialmente.

Em um evento realizado nesta segunda-feira, 25, Nunes negou que a concessão tenha aumentado o preço dos serviços funerários. De acordo com ele, os preços praticados são os mesmos de 2019, porém com correção inflacionária.

O prefeito também afirmou que a decisão do STF comprometeria um desconto previsto em contrato de 25% do funeral social e que iria entrar em contato com o ministro para reverter a decisão.

Cobranças

Desde 6 de janeiro de 2023, quatro empresas são responsáveis por 22 cemitérios e crematórios públicos na capital de São Paulo: Consolare, Cortel, Maya e Velar.

Titulares de jazigos no Cemitério Quarta Parada, na zona leste da cidade de São Paulo, administrado pela Consolare, afirmaram em maio que receberam boletos da concessionária com valor em torno de R$ 700, pagamento que nem mesmo era especificado se era anual. A cobrança, que até então não existia, foi feita após a realização de recadastramento solicitado pela empresa.

De acordo com um levantamento do Sindicato dos Servidores Municipais de São Paulo (Sindsep), o preço de um pacote de funeral mais que triplicou em metade dos cemitérios da cidade após a concessão. As empresas têm autonomia para oferecer produtos e serviços exclusivos, mas todos os cidadãos podem optar pelos pacotes básicos definidos pela Prefeitura.

O governo de São Paulo, que busca um gestor para o Finaclima-SP, fundo criado para bancar projetos de combate e adaptação às mudanças climáticas, marcou para esta quinta-feira, 28, a primeira apresentação pública do projeto, que será feito pela secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística, Natália Resende.

A apresentação pública está marcada para as 10h da quinta-feira na sede da Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística. O edital para os interessados foi divulgado no último dia 18. O gestor escolhido será responsável por cuidar do fundo, fazer a aplicação dos recursos e ainda ajudar na captação do dinheiro, de fontes internacionais e locais, de acordo com comunicado da secretária.

Um dos focos do fundo é bancar restauração, conservação e uso sustentável de paisagens e ecossistemas, considerando a meta do Governo de São Paulo de restaurar a vegetação nativa e estabelecer sistemas produtivos biodiversos em 1,5 milhão de hectares até 2050 - uma área equivalente a 1,4 milhão de campos de futebol.

As gestoras interessadas em participar da concorrência tem até o dia 13 de janeiro de 2025 para entregar a documentação. A expectativa é que até 3 de abril todo o processo seja concluído. O prazo de vigência do acordo é de sete anos, com possibilidade de prorrogação por mais sete anos.