Ariana Grande exalta Fernanda Torres para seus 376 milhões de seguidores

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Ariana Grande exaltou Fernanda Torres na tarde desta segunda-feira, 10, ao publicar o registro do encontro delas no Festival de Cinema de Santa Bárbara, onde ambas foram homenageadas na noite de domingo, 9.

Cantora e atriz, a estrela de Wicked é seguida por 376 milhões de pessoas somente no Instagram, onde registrou o encontro com a brasileira. Na legenda, ela ainda brincou. "Eu nunca (nunca, nunca) vou me recuperar do 'toss toss' da Fernanda", referindo-se ao movimento com o pescoço que a sua personagem, Glinda, faz no filme, e que foi imitado por Fernanda Torres ao cruzar com Ariana no tapete vermelho.

Ambas concorrem ao Oscar 2025 por seus trabalhos mais recentes no cinema. Fernanda Torres está concorrendo a Melhor Atriz por sua interpretação de Eunice Paiva em Ainda Estou Aqui, enquanto Ariana Grande disputa a categoria de Melhor Atriz Coadjuvante com sua Glinda, de Wicked. Cynthia Erivo, parceira de Ariana Grande em Wicked no papel de Elphaba, disputa a mesma estatueta que a brasileira.

O carrossel de fotos de Ariana Grande começa com o registro do encontro com Fernanda Torres e segue com outros momentos da premiação, entre eles um encontro com outra estrela pop, Selena Gomez, que está no filme Emilia Pérez.

Como todas as outras postagens da cantora e atriz no Instagram, os comentários na publicação de Ariana Grande foram limitados, evitando a "invasão" de brasileiros no perfil. No entanto, a publicação já contava com mais de 600 mil curtidas em menos de uma hora.

Além do encontro marcante, ambas foram homenageadas com o Prêmio Virtuosos, reconhecimento concedido a talentos cujo desempenho em filmes recentes se destacou na indústria cinematográfica. O evento, realizado no Teatro Arlington, também contou com a presença de artistas como Sebastian Stan, Harris Dickinson, Clarence Maclin, Mikey Madison e John Magaro.

Confira a publicação aqui

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Uma falha em equipamento de via na região da estação Chácara Klabin prejudica o funcionamento da Linha 5-Lilas do Metrô de São Paulo na manhã desta sexta-feira, 25.

A ViaMobilidade esclarece que os trens circulam com velocidade reduzida e maior intervalo entre as estações Santa Cruz e Chácara Klabin.

"Agentes de atendimento e segurança da concessionária atuam para orientar os clientes e equipes de manutenção trabalham no local para o restabelecimento da operação no menor tempo possível", disse a concessionária responsável pela linha.

No site do Metrô também consta a informação de que a falha também impacta no funcionamento das demais estações da linha entre Capão Redondo e Santa Cruz.

A Prefeitura de São Paulo informou nesta quinta-feira, 24, que vai colocar 200 guardas civis metropolitanos dentro dos ônibus que circulam pela capital a partir desta sexta-feira, 25. A medida é uma resposta à onda de ataques que a cidade e municípios da região metropolitana vêm registrando contra os transportes coletivos nas últimas semanas.

De acordo com a gestão municipal, os agentes vão atuar nas linhas que circulam por endereços onde já tiveram registros de ataques. Esse reforço da proteção começa desde a saída do veículo da garagem e acompanha durante o trajeto. Por uma questão de estratégia, as linhas que receberão os guardas não foram informadas.

"A Prefeitura ressalta que a GCM já tem atuado no patrulhamento das vias mais atingidas por ocorrências com a destinação de 50 viaturas exclusivas para rondas nesses locais e a PM (Polícia Militar) também reforçou o policiamento em vias estratégicas", informou a administração.

Na quarta-feira, 23, o prefeito Ricardo Nunes (MDB) anunciou que pretendia colocar 200 policiais dentro de ônibus das linhas municipais na capital, na tentativa de evitar novos ataques. A previsão é de que o efetivo trabalhe durante Operação Delegada (quando os agentes atuam em dias de folga, mas recebem pelo expediente). A estratégia ainda está em negociação.

A onda de depredações de ônibus já soma mais de 500 casos apenas na capital paulista, nos cálculos da SPTrans. Até o momento, 16 suspeitos foram presos, de acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP), entre eles um funcionário público e o seu irmão.

As investigações apontam que eles participaram de, ao menos, 18 ataques, concentrados nas cidades de São Paulo, Osasco e São Bernardo do Campo. Edson Aparecido Campolongo confessou as ações. Com ele, foram localizadas bolas de metal, pedras e um estilingue.

A polícia chegou aos suspeitos depois de identificar que o carro usado por Edson estava sempre na cena dos apedrejamentos. À polícia, ele disse que realizou os ataques com a intenção de "consertar o País".

Investigações

Os policiais investigam a disputa entre empresas do setor como provável motivação do vandalismo ou também disputas sindicais.

Uma das hipóteses das autoridades é a de que empresas de viação queiram criar um clima de medo para desestabilizar o setor e forçar a Prefeitura da capital a fazer mudanças no transporte público. Além disso, outra linha de investigação seria disputas sindicais.

Para o delegado Ronaldo Sayeg, diretor do Deic, existe a possibilidade também de os ataques estarem acontecendo em "efeito manada", sem a necessidade de um grupo articulado estar envolvido.

"Acreditamos que não existe só uma motivação. Existe o efeito manada, o contágio, o propósito inicial, assim como existe alguém pegando onda, uma sucessão de propósitos", disse.

O Brasil registrou 1.492 casos de feminicídio em 2024, segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O número representa um aumento de 1% em relação ao ano anterior, quando foram contabilizados 1.463 assassinatos de mulheres motivados por razões de gênero. Na média, uma mulher é morta a cada seis horas no país — a maioria dentro do próprio lar.

A violência tem um perfil marcante: 64% das vítimas eram mulheres negras, 70% tinham entre 18 e 44 anos, e 64% foram assassinadas dentro de casa. Em 80% dos casos, o autor do crime era o companheiro ou ex-companheiro da vítima, o que reforça o caráter íntimo e brutal do feminicídio.

O cenário evidencia a urgência de políticas públicas mais efetivas de prevenção à violência de gênero, proteção às vítimas e punição aos agressores. Especialistas apontam que o aumento dos casos está ligado à falta de fiscalização de medidas protetivas, à dificuldade de acesso a serviços de acolhimento e à insuficiência de campanhas permanentes de conscientização.

Organizações feministas e entidades de direitos humanos reforçam que o enfrentamento ao feminicídio deve ser prioridade do Estado, com ações integradas entre segurança pública, justiça, saúde, assistência social e educação. A denúncia de violência doméstica pode ser feita de forma anônima pelo telefone 180, canal exclusivo de atendimento à mulher.