Madrugada do 'BBB 24' tem Wanessa definindo novo alvo e choro de emparedado

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A noite do domingo, 11, teve a formação do oitavo paredão no Big Brother Brasil 24, e a madrugada desta segunda-feira, 12, foi marcada por emoções fortes e reconfigurações nas estratégias dos participantes.

Marcus Vinicius, visivelmente abalado, chorou após ser emparedado, questionando os votos que recebeu. Wanessa identificou MC Bin Laden como seu novo alvo principal, após sentir-se traída por ele na votação, destacando um ambiente de desconfiança e estratégia dentro da casa.

O clima de intriga se acentuou com diversos participantes expressando suas insatisfações e recalibrando alianças.

Wanessa, após ser salva pelo líder, declarou que sua relação com MC Bin Laden não tinha mais volta, enquanto outros participantes também começaram a ver Bin Laden com outros olhos.

Definição de novo alvo para a cantora

A madrugada seguinte à formação do oitavo paredão revelou um redirecionamento nas estratégias de jogo de Wanessa, que passou a considerar MC Bin Laden como seu principal adversário. Esta decisão veio após uma série de interações que culminaram com o voto de Bin Laden contra Wanessa, o que, para ela, representou uma traição das alianças previamente estabelecidas. "Bin virou meu alvo principal, esquece Davi. Davi virou segundo lugar", afirmou.

A ruptura na relação foi motivada pelo voto recebido de Bin Laden, o que Wanessa interpretou como um jogo duplo da parte dele. "O Bin não está olhando na minha cara", disse Wanessa. "No último voto ok, chumbo trocado, porque eu fiquei falando que a pulseira me doeu. Aí eu estava aqui e ele conversou comigo falando que ficou chateado comigo porque eu era Top 10 dele. Conversei com Bin, me reaproximei do Bin. Ele falou lá que a gente se afastou? Ele jogou comigo", revelou Wanessa, demonstrando como a dinâmica de confiança foi quebrada.

Yasmin, aliada de Wanessa, também expressou sua disposição em votar contra Bin Laden, reforçando a ideia de que a desconfiança e o sentimento de traição eram compartilhados por outros participantes. "Votar em você depois de falar que você é o top 10... 'Não, fiquei chateado porque você era o meu top 10'. Falei: 'mas você me deu a pulseira'. Não tinha como não votar, foi uma troca. Eu só estou chateada porque isso mexeu comigo e eu falei para ele: 'demostra carinho e eu não gosto de demonstrar'. Não tem sentido. Eu não confio mais nele", concluiu.

Além de Wanessa, Pitel também expressou descontentamento com a postura de MC Bin Laden durante a formação do paredão.

Após discutir a situação com Rodriguinho e Fernanda, a sister disse estar "revoltada" com a justificativa dada por Bin Laden para votar em Wanessa. "Por mim, o voto da semana que vem é dele", cravou.

Choro do emparedado

Marcus Vinicius chorou após ser indicado ao paredão no Big Brother Brasil 24. Sentado na sala de estar, ele expressou sua tristeza com a frase: "É para eu ir para esse mesmo."

O momento de emoção atraiu a atenção e o apoio de outros participantes, que tentaram consolá-lo. Wanessa, por exemplo, afirmou confiante que Marcus voltaria do paredão, enquanto Alane o incentivou a se concentrar em apresentar sua melhor versão para o público.

"Você vai voltar, amigo. Vai dar tudo certo," disse Alane, oferecendo palavras de apoio.

Além da preocupação com o paredão, Marcus questionou os votos que recebeu, particularmente criticando a justificativa de Raquele. "Não quer assumir que foi comprada," ele comentou, mostrando sua insatisfação com as explicações dadas pelos colegas sobre seus votos.

MC Bin Laden isolado

Após a votação que definiu o oitavo paredão no BBB 24, MC Bin Laden se viu numa situação complicada, sentindo-se isolado dentro do jogo. Rodriguinho alertou o funkeiro sobre sua posição, dizendo: "Agora, você está sozinho." Esse comentário reflete as consequências das escolhas feitas durante a votação e como elas impactam as relações e alianças dentro da casa.

MC Bin Laden expressou desconforto com a atitude de Wanessa, principalmente depois de ter votado nela. Ele relatou que Wanessa tem evitado interações diretas com ele, criando um ambiente tenso.

"Não me sinto confortável. Quando eu chego, ela troca o assunto. Quando eu sento, ela sai fora", disse MC Bin Laden, indicando um distanciamento claro entre os dois.

Em conversa com Lucas Henrique, MC Bin Laden falou sobre o jogo de Wanessa, explicando por que se opõe à maneira como ela está jogando. "Eu não tenho nada contra ela pessoal. Pelo jogo, eu sou contrário à forma que ela joga, porque ela fuzilou o Davi e daqui a pouco está conversando com Davi", explicou, apontando para a dinâmica fluida das relações dentro do jogo.

Fernanda faz jogo sujo?

Fernanda, que escapou do paredão através da Prova Bate e Volta, continuou sendo um tópico de discussão entre os participantes do BBB 24. Alane acusou Fernanda de usar estratégias para evitar o paredão, inclusive sugerindo que a convidou para dançar na Festa da Líder como parte dessa tática.

"Eu acredito que esteja fazendo parte da estratégia da Fernanda ser legal. Até falar comigo ontem para dançar lá. A Fernanda chegar para mim e falar para dançar?", questionou Alane, indicando desconfiança nas intenções da confeiteira.

Beatriz concordou com Alane, refletindo sobre a mudança de atitude de Fernanda e sugerindo que era uma tentativa de limpar sua imagem.

"Depois do que aconteceu no Sincerão, ela quer tirar o dela da reta", disse Beatriz, apoiando a ideia de que as ações de Fernanda eram calculadas.

Lucas Henrique, em conversa com Wanessa e Yasmin na cozinha do VIP, também expressou opiniões negativas sobre Fernanda, argumentando que ela dava motivos para as pessoas não gostarem dela. "A Fernanda, ela dá motivo para as pessoas odiarem ela", afirmou.

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A Polícia Federal (PF) informou ter cumprido nove mandados de busca e apreensão nesta quarta-feira, 21, nas cidades de Mossoró, no Rio Grande do Norte, Quixeré e Aquiraz, no Ceará. A PF diz que a ação mirava "possíveis envolvidos no fornecimento de apoio" a dois detentos que escaparam do presídio federal situado na cidade potiguar na semana passada.

Uma pessoa foi presa por força de um mandado de prisão temporária pedido pela PF em Mossoró. Na mesma cidade, durante as buscas uma pessoa com mandado de prisão anterior em aberto foi localizado e detido. "Em uma das residências alvo das buscas (em Aquiraz), havia drogas, armamentos e munições. Houve uma prisão em flagrante", informou a polícia, totalizando três presos.

Segundo apurou o Estadão, na manhã desta quinta-feira, 22, o preso detido por força de mandado foi submetido a uma audiência de custódia e a sua prisão foi mantida.

"Foram apreendidos ainda telefones celulares e um veículo que, supostamente, teria sido utilizado no auxílio aos criminosos para fornecimento de armamento a ser empregado na fuga", acrescentou em nota a PF.

O órgão detalhou que, além do inquérito policial, permanece em andamento a operação de recaptura, "integrada pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen/MJSP), Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Secretaria de Administração Penitenciária do Rio Grande do Norte e Secretaria de Segurança Pública do Rio Grande do Norte, representada pela Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros".

Ainda há o reforço da Força Nacional de Segurança Pública, além de policiais dos Estados do Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Goiás, apontou a PF.

As buscas por Deibson Cabral Nascimento, de 34 anos, e Rogério Mendonça, de 36, os primeiros detentos a conseguir fugir de um presídio federal na história do Brasil, chegaram nesta quinta-feira ao nono dia. Segundo as investigações, eles são integrantes da facção criminosa Comando Vermelho. As condições da fuga são investigadas pela Polícia Federal.

O Estadão revelou que o governo federal contratou uma empresa em nome de um "laranja" para fazer obras de manutenção no presídio, que passava por ao menos três intervenções quando dois presos fugiram. Havia movimentação interna para ampliação do pátio de banho de sol, para uma adaptação na recepção de visitantes e, ainda, uma ampliação do alojamento de policiais penais.

A Terra Indígena Yanomami registrou 363 mortes em 2023, mesmo após a ação de uma força-tarefa do governo federal para conter a crise humanitária no local. O número é maior que o registrado em 2022, quando houve notificação de 343 mortes. Diante da gravidade do cenário, o governo anunciou nesta quinta-feira, 22, a criação de um hospital indígena em Boa Vista, sem data para conclusão, e 22 unidades básicas de saúde que devem ser entregues ainda neste ano.

Em janeiro do ano passado, o governo federal decretou estado de emergência na Terra Indígena Yanomami após altos índices de morte principalmente por malária e desnutrição. O governo realizou operações para a retirada de garimpeiros e reabriu seis dos sete polos-base existentes no território Yanomami. Apesar disso, o governo reconheceu que as ações não deram conta de sanar a crise.

"O ano de 2023 não foi suficiente para a gente resolver toda a situação instalada ali, com a presença do garimpo, com a presença de quase 30 mil garimpeiros convivendo ali diretamente no território, aliciando e violentando os indígenas, impedindo que as equipes de saúde chegassem ali. Agora a gente sai desse estado de ações emergenciais e passamos ao estado de ações permanentes a partir da instalação da Casa de Governo em Boa Vista", argumentou a ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara.

Embora tenha retirado cerca de 80% dos garimpeiros ilegais do território Yanomami no ano passado, no início de 2024, um ano após decretar estado de emergência, parte dos criminosos retornou ao local.

O governo não informou, no entanto, qual o número atualizado de garimpeiros na Terra Indígena Yanomami. As atividades do garimpo contaminam os rios, afastam animais utilizados na alimentação dos indígenas e favorecem a disseminação da malária, já que os poços abertos funcionam como criadouros do mosquito transmissor. Esses aspectos estão na raiz do número alto de mortes dos indígenas.

As autoridades do governo afirmaram que a quantidade de mortes em 2023 na área deve ser ainda maior. Isso porque as ocorrências podem estar subnotificadas uma vez que profissionais de saúde não conseguem chegar a todas as localidades.

Além disso, características étnicas do povo Yanomami, que têm rituais de cremação para os mortos, podem dificultar o registro dos óbitos.

Segundo as autoridades, esses elementos indicam ainda que dados de 2022 não são seguros já que a maior parte dos polos-base de saúde estava fechada, impedindo a notificação das mortes. A estimativa é de que também em 2022 tenha havido mais do que 343 mortes.

"Tínhamos sete polos fechados, se não há profissionais de saúde, as mortes são perdidas, não conseguimos ter no sistema a informação. Consideramos 2023 o nosso marco zero", disse a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, Ethel Maciel. "Temos a certeza que temos subnotificação, mas agora sabemos que temos diagnóstico do que estava acontecendo no território."

Diante da defasagem dos dados, o governo fará em 2024 um Inquérito de Saúde Indígena em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para corrigir as distorções.

De acordo com o secretário de saúde indígena, Weibe Tapeba, enquanto o IBGE mapeou 27,1 mil indígenas no Censo, os dados do Ministério da Saúde indicam que há 31 mil no território Yanomami.

O Ministério da Saúde aumentou em 53% o número de profissionais da Saúde no território, passando de 690 para 1.058 entre 2022 e 2023. O número de médicos também passou de 9 para 28. A pasta também aplicou 59 mil doses de vacina nos indígenas.

Ainda não há previsão de custos e nem de prazo para a conclusão do hospital indígena em Boa Vista, mas a expectativa é que as obras comecem neste ano.

O secretário explicou que o Ministério da Saúde deve celebrar uma parceria com a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebeserh) e com a Universidade Federal de Roraima (UFRR) para implantação da unidade.

"Temos um protocolo de entrada, de assistência, dos ambientes hospitalares, de pensar inclusive o perfil dos profissionais de saúde, de intérpretes, de um modelo de assistência que de fato seja diferenciado, de redários. Estamos buscando esse diálogo com a própria população indígena para desenvolver um projeto de hospital indígena que consiga assegurar as particularidades da população Yanomami e dos hospitais indígenas de Roraima", explicou Tapeba.

Uma espaçonave não tripulada desenvolvida pela Intuitive Machines, com sede em Houston, pousou na superfície lunar na noite de quinta-feira, 22, a primeira vez que um veículo dos EUA pousou lá em mais de 50 anos.

O veículo Odysseus, transportando dispositivos comerciais e de pesquisa, desceu da órbita lunar para pousar na região do polo sul da lua, de acordo com uma transmissão ao vivo da Nasa.