Vai ao show de Madonna no Rio? Veja dicas para esticar o passeio no fim de semana

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Madonna está prestes a fazer um show histórico no Rio de Janeiro. Ela sobe ao palco montado na Praia de Copacabana neste sábado, 4, para apresentar o que deve ser o encerramento da The Celebration Tour, turnê em celebração aos seus 40 anos de carreira.

A estrutura é grandiosa: 270 toneladas de equipamentos dão forma a um palco de 821m², erguido a 2,4 m do chão. Serão 16 torres e ao menos 8 telões na única passagem da Celebration pela América do Sul. A apresentação, que deve durar cerca de duas horas, terá início às 21h45.

Será a quarta vez da rainha do pop pelo Brasil. O show mais recente de Madonna no País foi em 2012, durante a turnê MDNA Tour. Antes, ela apresentou no País em 1993, com The Girlie Show, e 2008, com Sticky & Sweet.

A artista, em solo brasileiro desde segunda, 29, deve fazer uma passagem por suas inúmeras eras durante a apresentação. O esperado é que o show no Rio siga o molde dos outros da Celebration, contando com cerca de 30 músicas divididas em atos.

No primeiro, apresentado pelo mestre de cerimônia Bob the Drag Queen, Madonna deve surgir com um figurino que remete à imagem de uma santa para cantar hits como Nothing Really Matters e Holiday. Na sequência, ela deve fazer uma homenagem às vítimas de Aids ao som de Live to Tell.

Outros sucessos que devem estar no setlist são Erotica, Vogue, La Isla Bonita e Like a Prayer. Ela deve encerrar com Bitch I'm Madonna e Celebration.

Serviço - The Celebration Tour in Rio

Data: 4 de maio, sábado

Início do show: 21h45

Local: Praia de Copacabana

Como chegar?

O esquema montado pela prefeitura para o transporte no Rio será semelhante ao do Réveillon. O metrô terá trens extras e funcionará até as 4h, mas há exceções em algumas estações. A Linha 1 terá funcionamento normal, enquanto a Linha 2 vai funcionar direto da Pavuna, na zona norte, até a estação General Osório, em Ipanema.

O recomendado para quem vai ao show é descer na estação Siqueira Campos. A Cardeal Arcoverde vai funcionar apenas para desembarque a partir das 16h de sábado. A tarifa no metrô do Rio é de R$ 7,50 - a recomendação é comprar a passagem com antecedência ou usar pagamento por aproximação para embarcar.

A partir das 18h até as 19h30, apenas ônibus e táxis terão permissão para circular por Copacabana. A prefeitura criou a linha exclusiva Gentileza x Madonna, que sai do Terminal Gentileza até o local do show, passando pelo Aterro do Flamengo.

As partidas começam às 13h e, até às 19h30, o desembarque será na Avenida Princesa Isabel 186, próximo ao McDonald's. Depois, o ponto de desembarque será na Enseada de Botafogo. A tarifa, ida e volta, será de R$ 8,60. Saiba mais sobre o esquema de transporte no dia do show aqui.

Onde comer?

Quem vai à capital fluminense presenciar o momento histórico - ou até quem mora no Rio e vai aproveitar a ocasião para esticar o passeio por Copacabana - tem inúmeras opções. Há bares e restaurantes para quem quer fazer um "esquenta" para o pré-show e excelentes padarias para tomar um café no dia seguinte. Veja abaixo.

Veja no Paladar Estadão mais dicas de onde comer e beber em Copacabana

Restaurante Cervantes

É o preferido dos boêmios da cidade para a saideira na madrugada e também famoso pelos sanduíches de pernil com abacaxi. A receita mudou depois da mudança de dono - nem todo mundo gostou da troca, mas continua honesto.

Onde: Av. Prado Júnior, 335 - Loja B

Telefone: (21) 3085-6065 / (21) 3085-6045

Horário no sábado: 10h às 5h

Amir

Um dos melhores árabes do Rio. A comida fresquinha e leve pode ser uma ótima pedida para o dia do show.

Onde: R. Ronald de Carvalho, 55

Telefone: (21) 2542-7039

Horário no sábado: 12h às 00h

Pavão Azul

Outro boteco clássico carioca, é famoso pelas pataniscas de bacalhau, arroz de camarão, arroz de polvo e os pasteizinhos.

Onde: R. Hilário de Gouveia, 71

Telefone: (21) 2236-2381

Horário no sábado: 12h às 00h

Venga Chiringuito

Ótima opção para tomar vinhos e sangria. Boa pedida para quem quer provar a gastronomia espanhola com descontração.

Onde: Av. Atlântica, 3880

Telefone: (21) 3264-9806

Horário no sábado: 12h às 00h30

Sforno Pizza

O local serve o estilo de pizza romana para quem só quiser um lanche rápido.

Onde: R. Aires Saldanha, 104

Telefone: (21) 97873-2865

Horário no sábado: 18h às 00h

Para tomar um café no dia seguinte

Confeitaria Colombo no Forte de Copacabana

Para quem quiser uma experiência inesquecível e tiver paciência para uma possível fila, a unidade da Confeitaria Colombo localizada no Forte de Copacabana é uma boa pedida.

Onde: Posto 6 - Praça Cel. Eugênio Franco, 01

Horário no domingo: 10h às 19h

Frederic Epicerie

Não consegue levantar de cansaço? Que tal pedir uma cesta de brunch bem maravilhosa? O local também oferece café da manhã, pães e chocolates incríveis.

Onde: R. Gustavo Sampaio, 802

Telefone: (21) 2146-9691

Horário no domingo: 8h às 18h

Big Bi

Para quem quiser um café da manha descontraído de carioca clássico, a boa pedida é um sucão e sanduba no Big Bi.

Onde: R. Santa Clara, 118

Telefone: (21) 3738-9103

Horário no domingo: Aberto 24h

O que conhecer?

Não há como passar pelo Rio sem aproveitar os inúmeros pontos turísticos que a cidade oferece. Veja, abaixo, algumas opções para conhecer pela capital fluminense.

Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro

Um dos mais importantes institutos culturais do Brasil, o acervo inclui obras de artistas nacionais e internacionais de grande renome. Atualmente, a exposição em cartaz é Lugar de estar: o legado Burle Marx, com curadoria de Beatriz Lemos, Isabela Ono e Pablo Lafuente, sobre a trajetória do expoente do paisagista. A entrada é gratuita. Saiba mais aqui.

Onde: Av. Infante Dom Henrique, 85 - Parque do Flamengo

Sex e sáb: 10h às 17h30; dom: 11h às 17h30

Museu do Amanhã

Projetado por Santiago Calatrava, o Museu do Amanhã se descreve como "um museu de ciências diferente". O local oferece uma narrativa sobre o futuro e sobre como podemos moldar os próximos 50 anos. Atualmente, é possível visitar a Exposição Principal, que possui uma narrativa estruturada em cinco áreas: Cosmos, Terra, Antropoceno, Amanhãs e Nós

Lá, a meia entrada é R$ 15 e o valor da inteira é R$ 30. De 2 a 5 de maio, o local terá horários especiais, com a última entrada às 18h. Saiba mais sobre ingressos aqui.

Onde: Praça Mauá, 1 - Centro

Sex, sáb e dom: 10h às 17h

Pão de Açúcar

Um dos principais pontos turísticos e cartões-postais do Rio vale a quantidade de visitas que recebe. O Parque é formado pelos morros da Urca e do Pão de Açúcar. Lá, é possível embarcar no bondinho e ter vistas privilegiadas da capital fluminense.

Os valores para andar de bondinho vão de R$ 92 (Bilhete Criança, Idoso e Outras Meias) a R$ 185 (Bilhete Bondinho). Quem nasceu ou mora no Brasil tem desconto se apresentar documento de identificação com foto ou comprovante de residência. Saiba mais aqui.

Onde: Av Pasteur, 520 - Urca

Sex, sáb e dom: 8h às 21h; último embarque às 19h30

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O Ministério Público de Pernambuco (MP-PE) se manifestou favoravelmente a um pedido do dono da casa de apostas Esportes da Sorte, Darwin Henrique da Silva Filho, investigado na Operação Integration, para retirar do caso a juíza Andréa Calado da Cruz, da 12ª Vara Criminal de Pernambuco.

O empresário alega, por meio da defesa, que a magistrada é parcial na condução dos trabalhos, atropelou ritos processuais e já fez um pré-julgamento. Calado da Cruz, por sua vez, critica a "inércia do órgão ministerial", vislumbra um possível esquema de lavagem de dinheiro do jogo do bicho por meio de bets e tenta manter ampliado o escopo da operação que acabou atingindo outra casa de apostas, a Vaidebet, ligada ao cantor Gusttavo Lima.

Procurada pela reportagem para comentar o caso, a juíza não se manifestou.

Darwin Filho apresentou ao Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), em dezembro, uma exceção de suspeição contra a juíza. Caso o pedido seja julgado procedente, a magistrada fica impedida de continuar atuando no caso.

Nesta segunda-feira, 24, o Ministério Público de Pernambuco se manifestou sobre o pedido e concordou com o investigado afirmando que Andréa Calado da Cruz não tem condições de permanecer à frente do processo. Para os promotores de Justiça, "fatos e circunstâncias" da atuação da juíza "indicam claramente quebra da imparcialidade subjetiva e objetiva, bem como flagrante violação do sistema acusatório".

O MP-PE alega que ela "falta com a verdade", atua como "verdadeira magistrada investigadora" e tem "paixão pela investigação". O trabalho da Promotoria é liderado pelo coordenador do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), Roberto Brayner.

"A magistrada se arvora implacável combatente da criminalidade, proferindo inconcebíveis acusações em face da atuação do Ministério Público, ao mesmo tempo em que manifesta juízo de prelibação [análise de admissibilidade, antes do mérito] sobre a culpabilidade dos investigados, violando o princípio da imparcialidade", diz o parecer.

A ação foi movida por Darwin, da pernambucana Esportes da Sorte, na esteira de uma briga que já resultou no arquivamento da investigação sobre a Vaidebet, casa de apostas paraibana de José André da Rocha Neto e de Aislla Rocha, próximos de Gusttavo Lima.

A Promotoria não viu indícios de crimes na operação da Vaidebet e pediu o arquivamento. A juíza foi contra e o caso subiu para apreciação da Procuradoria-Geral de Justiça (PGJ), a chefia do MP de Pernambuco. A cúpula acompanhou o entendimento dos promotores e essa parte da investigação acabou arquivada. Durante a briga, a magistrada chegou a afirmar nos processos que o MP "protege interesses".

Ao destacar a necessidade de arquivamento da parte relacionada à Vaidebet, o MP reiterou a existência de "fortes indícios de práticas de atividades empresariais ilícitas" na operação da Esportes da Sorte. Agora, a bet investigada e os promotores concordam, em uma mesma ação, sobre a postura da juíza da 12ª Vara.

Após o arquivamento, a Polícia Civil de Pernambuco pediu a reabertura da investigação contra a Vaidebet, no fim de janeiro. Para os investigadores, liderados pelo delegado Paulo Gustavo Gondim, a compra de um helicóptero que pertencia à Esportes da Sorte realizada pelos donos da Vaidebet "demonstra mais uma vez o elo" entre os dois grupos.

A juíza Andréa Calado da Cruz deu encaminhamento à solicitação, no último dia 7 de fevereiro, e defendeu à PGJ novamente a continuidade das apurações.

"A autoridade policial apresentou indícios que sugerem uma tentativa clara de ocultação, com base em documentos que demonstram a falta de registro dos pagamentos e a circulação de bens entre empresas de forma suspeita. Isso é um indício que configura, sim, um padrão de dissimulação, tornando ainda mais plausível a acusação de lavagem de dinheiro, que não pode ser descartada apenas com base na argumentação incompleta. As evidências não podem ser ignoradas, e os elementos probatórios indicam que a verdadeira natureza dessas transações ainda precisa ser devidamente investigada", destacou.

A defesa recebeu o pedido de reabertura com "estranheza" por entender que ele "não é novo" e que já foi devidamente enfrentado pela investigação.

Ao menos 130 arraias ticonha (Rhinoptera bonasus e R. brasilienses), uma espécie ameaçada de extinção, foram encontradas mortas na manhã desta terça-feira, 25, em São Vicente, no litoral de São Paulo. A principal hipótese desta mortandade é de que os animais tenham sido pescados, mas descartados em razão da ilegalidade da captura e também da sua comercialização. Elas foram localizadas em toda extensão da Praia de Itararé, desde as proximidades da Ilha Porchat até a Pedra da Feiticeira.

Professores e estudantes do campi de São Vicente da Universidade Estadual Paulista (Unesp), onde funciona o Instituto de Biociências, foram convocados e passaram o dia no local fazendo a remoção dos animais. As arraias foram levadas para os laboratórios da instituição e vão ser usadas, agora, para estudo e pesquisa. A reportagem do Estadão procurou a prefeitura de São Vicente e aguarda retorno.

O professor e pesquisador Rodrigo Domingues, docente da disciplina de Ecologia da Unesp, explica que é comum, nesta época do ano, cardumes de arraias ticonha se deslocarem pela costa do País. O comportamento, diz, pode estar associado ao ato de reprodução ou de obter alimentos. Por esse motivo, ele acredita que os animais tenham sido vítimas de uma pesca de arrasto, quando os pescadores estendem uma longa rede e fazem um movimento de arrastar a rede e capturar o máximo de peixes possível.

"As raias não têm valor econômico, não têm comércio para elas aqui. Além de tudo, é proibida a pesca delas. Se eles tivessem vendido essas espécies teriam cometido um crime", diz Domingues. "Então, provavelmente, essa pesca de arrasto deve ter acertado um grande cardume de arraia, os pescadores descartaram, e aí ficou espalhado raia pela praia inteira", acrescentou o docente, que também coordena o Laboratório de Genômica e Ecologia Marinha na Unesp.

Além de Domingues, outro docente e dois estudantes ajudaram na remoção das arraias. Só a equipe da Unesp recolheu 130 unidades do animal. O professor da universidade acredita que o número de mortos pode ser ainda maior, visto que, antes da chegada dos pesquisadores, outras arraias já tinham sido removidas por outras pessoas.

O cardume encontrado é heterogêneo, diz o pesquisador. Em uma primeira análise, os professores e estudantes da Unesp identificaram que havia, no grupo de arraias, indivíduos fêmeas, machos, juvenis e adultos. "No caso dessa captura, eles eram bastante misturados", diz o docente.

As ticonhas são de uma espécie de arraias ameaçadas de extinção, conforme a lista vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN) e também do ICMBio, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade.

"Tantos indivíduos sendo mortos de uma espécie que já se encontra de maneira vulnerável. Nossa preocupação é sempre nesse sentido. Você retirar uma boa parcela da população, sendo que já é a população de uma espécie que está ameaçada de extinção", lamenta o pesquisador, que defende uma maior fiscalização para esse tipo de pesca.

As arraias foram levadas ao laboratório da Unesp, onde passarão a ser objetos de estudo e investigação, como aspectos biológicos, do que estavam se alimentando e em qual estágio reprodutivo se encontravam. "Vão ser estudadas também se era uma estrutura majoritariamente formada por indivíduos adultos ou por indivíduos jovens, por exemplo", destaca o Domingues.

Os especialistas acreditam ter removido todos os indivíduos, mas fazem um alerta no caso de outros banhistas se depararem com uma arraia morta na beira da praia. "Alguns indivíduos mortos permaneceram ali na praia, só que, com a maré enchendo, numa altura que não dava mais para enxergar", diz. "Então, pode ainda ter o perigo ali de alguma criança brincando, ou mesmo algum adulto entrar na água, pisar nesse animal morto e acabar se ferindo com o ferrão. E é uma dor muito forte". No caso de encontrar uma arraia, a recomendação é acionar a Polícia Ambiental, orienta o docente da Unesp.

Uma falha em um trem da Linha 3-Vermelha do Metrô, na tarde desta terça-feira, 25, levou passageiros a caminhar pelos trilhos na altura da estação República, no centro de São Paulo. Por causa do problema, que aconteceu no horário de pico, a via precisou ser desernegizada, o trem teve que ser recolhido e a linha operou em velocidade reduzida por alguns minutos.

De acordo com o Metrô, as operações ocorrem "sem restrições". No site da companhia, a Linha 3-Vermelha ainda aparece com o informe da velocidade reduzida. "Os passageiros foram retirados com auxílios de funcionários. O Metrô pede desculpas aos passageiros pelos transtornos provocados", diz o Metrô em nota.

A falha de sinalização foi identificada por volta das 17h45, e a linha teve que funcionar de forma mais lenta e com maior tempo entre as paradas. Como havia passageiros na via, entre as estações Santa Cecília e Anhangabaú, a circulação dos trens continuou em velocidade reduzida entre 18h e 19h17. Vídeos das pessoas andando pelo caminho subterrâneo circulam pelas redes.

Os problemas nas operações geraram acúmulo de passageiros nas estações da linha, como Tatuapé e Barra Funda, mas há relatos também de lotação em paradas de outros ramais, como a estação da Luz, na Linha 4-Amarela, e também na estação Santana (zona norte), na Linha 1-azul.

No X, um usuário filmou a quantidade de pessoas e lamentou a situação caótica: "Sem previsão pra chegar em casa hj Luz tá impossível (sic)".

Outro usuário criticou as dificuldades que podem ser enfrentadas por quem utiliza o transporte público. "Todo mundo tem as mesmas 24hrs sim", ironizou. A imagem postada mostra uma grande aglomeração de pessoas em uma estação da Linha 3-Vermelha, mas não especifica em qual parada.

Por conta do número de pessoas nas estações, alguns passageiros descreveram a situação como uma espécie de prisão: "N da pra sair do lugar e nem entrar simplesmente (sic)", reclamou uma usuária no X (antigo Twitter).

Outro usuário apenas ironizou a situação e o ramal: "Coisa boa é linha vermelha".

Um vídeo na estação Santana (Linha 1-Azul), na zona norte, informa que agentes de segurança, por volta das 19h10, estavam impedindo as pessoas de passarem pelas catracas e seguirem em direção à estação Jabaquara (zona sul), estação terminal da linha. "Apenas quem chegou na estação de trem poderá passar a catraca para a saída da estação", diz a postagem. Usuários escreveram que o fluxo foi normalizado minutos depois.