Hugh Jackman ganha filtro de barro no Brasil e agradece

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Hugh Jackman recebeu recentemente um presente inusitado durante sua estadia no Brasil, que se encerrou na terça-feira, 16: um filtro de barro. Além do item, o astro de Deadpool & Wolverine também ganhou outros objetos durante a entrevista que realizou para a promoção do filme no Rio de Janeiro, junto de Ryan Reynolds, Shawn Levy e Emma Corrin.

Na quinta-feira, 18, o ator postou em suas redes sociais a foto do filtro de barro, junto de agradecimentos para a equipe da Marvel Brasil e para Samanta Alves, influenciadora que entrevistou o elenco do filme. O elenco também recebeu uma camiseta da seleção brasileira, um pano de prato, entre outros itens.

"Ninguém nos deu presentes. Isso faz de vocês [brasileiros] especiais, não importa o que nos deem", disse Shawn Levy durante a entrevista. Ao receber o filtro de barro, Ryan Reynolds comentou que já "ouviu falar" do objeto e agradeceu pelo presente tipicamente brasileiro.

Ainda em sua visita ao Brasil, Hugh Jackman e Ryan Reynolds também participaram do podcast brasileiro Podpah, em que conversaram sobre a amizade de longa data, além de curiosidades e bastidores da nova produção e suas impressões sobre o país.

Quando estreia Deadpool & Wolverine?

O filme de Hugh Jackman e Ryan Reynolds estreia em 25 de julho nos cinemas brasileiros, sob a direção de Shawn Levy.

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A bebê urso polar Nur, nascida no Aquário de São Paulo em novembro de 2024, saiu da toca de maternidade e pode ser vista pelo público a partir desta quinta-feira, 27. Recentemente, a ursa viu a neve pela primeira vez, junto de sua mãe, Aurora, que veio da Rússia e vive no Aquário desde 2015.

Nur é o primeiro urso polar a nascer na América do Sul e motivo de esperança pela conservação da espécie, ameaçada de extinção por conta das mudanças climáticas. Não à toa, o nome escolhido para a filhote significa "luz" em árabe.

"Os zoológicos e os aquários têm um papel fundamental na conservação de espécies, com uma população de segurança, para a manutenção de um banco genético", diz Laura Reisfeld, veterinária chefe do Aquário de São Paulo.

"Além disso, quando a gente traz um animal tão carismático, tão fofo quanto o urso polar, você consegue passar a mensagem para que as pessoas pensem sobre a preservação do meio ambiente, na preservação desses animais", afirma Laura.

Por ter nascido em cativeiro, assim como sua mãe e seu pai, o também russo Peregrino, a urso polar brasileira não pode viver na natureza, junto de outros de sua espécie. No Aquário, ela ficará a partir de agora em um recinto climatizado, com gelo, só para ela e a mamãe, Aurora.

"Assim como acontece na natureza, ela não vai ter contato com o pai. Nós tentamos reproduzir ao máximo as condições e características naturais", diz Laura. De acordo com a especialista, ursos polares geralmente não têm contato com o pai e se desprendem da mãe a partir do momento em que param de amamentar, por volta dos dois anos de idade.

Desde que engravidou, Aurora naturalmente se afastou do macho e, prestes a parir, entrou na toca montada pelo Aquário, de onde não saiu até Nur nascer e começar a andar. Peregrino está hoje em um recinto ao lado da mãe e da filha, sem contato visual com elas. Os três animais estão visíveis ao público.

A gravidez de Aurora e os próximos passos

De acordo com Laura, o objetivo da vinda de Peregrino e Aurora ao Brasil, em 2015, era reproduzi-los no Aquário de São Paulo e realizar pesquisas sobre reprodução de ursos polares. "Mas a gente sempre deu o tempo deles, até eles atingirem maturidade sexual, peso", explica.

Em maio de 2024, a equipe do Aquário capturou pela primeira vez um momento de cópula entre Aurora e Peregrino e passou a monitorar uma suposta gravidez por meio do comportamento da fêmea. "Ela começou a dormir mais, se isolar, até que chegou um momento que parou de se alimentar para ficar só dentro da toca, algo comum quando estão grávidas", diz Laura.

Ao contrário de outros animais, os ursos polares nem sempre podem ter uma gestação detectada por exame de sangue ou urina. E por conta da grossa camada de gordura na barriga, também não é possível descobrir gravidez por ultrassom.

A veterinária conta que Aurora ficou cerca de um mês dentro da toca, sozinha, até Nur nascer, em 17 de novembro. Aos três meses de vida, a filhote segue os passos da mãe e está se desenvolvendo de forma saudável, conforme a equipe do Aquário.

"Não sabemos ainda o que vai acontecer depois que Aurora voltar a conviver com Peregrino. Mas pode ser que eles copulem novamente, porque depois que a fêmea aprende todo esse cuidado com o filhote, a chance disso acontecer outras vezes acaba sendo maior", explica Laura.

A expectativa de vida de ursos polares é de 25 anos na natureza, mas em cativeiro podem ultrapassar os 30. Aurora e Peregrino têm 15 e 16 anos, respectivamente.

Como ver a Nur?

Onde: O Aquário de São Paulo fica na Rua Huet Bacelar, 407, no Ipiranga, zona sul da capital.

Quando: De segunda a domingo das 9h às 17h.

Quanto: o ingresso do Aquário de São Paulo custa R$ 150 para o público geral e R$ 120 para crianças de 2 a 12 anos. Idosos, professores e pessoas com deficiência pagam R$ 100. Além dos ursos polares, é possível ver outros animais aquáticos, como focas e leões-marinhos, e também terrestres, como cangurus e coalas.

A Justiça de São Paulo declarou inconstitucional o decreto do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), que proíbe o transporte de passageiros por motos na capital paulista. A decisão desta quarta-feira, 26, atende a um mandado de segurança da empresa de aplicativo 99 Tecnologia.

A Prefeitura afirmou que pretende recorrer e entende que a decisão não permite a retomada imediata dos serviços. "A Procuradoria Geral do Município informa que recorrerá da decisão tão logo seja notificada formalmente, o que deve ocorrer nos próximos dias", diz trecho da nota.

Na decisão, o juiz Josué Vilela Pimentel, da 8ª Vara da Fazenda Pública do Tribunal de Justiça de SP (TJ-SP), considerou que a legislação federal autoriza esse tipo de serviço e cabe ao município apenas regulamentá-lo, não proibi-lo.

"De forma alguma o diploma normativo permitiu aos Municípios a vedação à atividade econômica, que é lícita e permitida por lei federal, regulamento de comando constitucional", diz trecho.

O magistrado ainda citou a lei federal de 2009 (12009/2009) que definiu regras para o exercício das atividades profissionais em transporte de passageiros e mototaxista. No entendimento do juiz, há previsão legal para a atividade.

A discussão sobre serviço de moto por aplicativo ganhou novos impulsos desde janeiro quando as empresas 99 e Uber passaram a oferecer a operação, o que intensificou a disputa judicial com a Prefeitura.

A medida desta quarta-feira abre caminho para que empresas possam retomar o serviço, suspenso desde 27 de janeiro. A Prefeitura alegava descumprimento do decreto municipal de 2023 que veda a modalidade e solicitava aplicação de multa às companhias por desobediência à lei.

O principal argumento do poder municipal é de que a liberação do serviço aumentaria as mortes no trânsito, já que motociclistas são as principais vítimas de acidentes, com consequente sobrecarga no sistema de saúde.

O prefeito Ricardo Nunes disse que "as empresas só estão pensando no lucro" e afirmou que a realidade da capital paulista é diferente de outros municípios, cujo trânsito seria mais calmo.

As empresas, por sua vez, afirmam que a legislação federal e decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) amparam o serviço.

A 99 Tecnologia celebrou a decisão desta quarta-feira e afirmou que a "decisão judicial reafirma a legalidade do serviço de motoapp e seu impacto ao ajudar na mobilidade das pessoas e gerar renda e trabalho na cidade".

A Prefeitura promete recorrer. "A Procuradoria Geral do Município informa que recorrerá da decisão tão logo seja notificada formalmente, o que deve ocorrer nos próximos dias. A PGM ressalta que a sentença não implica a volta da prestação do serviço, uma vez que existe outra decisão judicial, ainda em vigor, proferida na ação civil pública ajuizada pela prefeitura, que suspende as atividades".

A determinação desta quarta-feira está baseada em um mandado de segurança ingressado pela 99. A outra decisão judicial, citada pela Prefeitura, refere-se a uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) movida pela Associação dos Motofretistas do Brasil (AMB), que corre no TJ desde setembro de 2024.

No dia 20, a Procuradoria-Geral de Justiça (PGJ), chefia do Ministério Público de São Paulo (MPSP), se manifestou contrária ao decreto da Prefeitura de São Paulo que proíbe o serviço de moto via aplicativo na capital.

A Polícia Civil do Rio acredita que a jornalista britânica Charlotte Alice Peet, de 32 anos, desaparecida desde o dia 8, tenha sumido de forma voluntária. Charlotte não dá notícias à família e aos amigos desde o início do mês, mas a polícia descobriu que ela se hospedou em dois hostels da zona sul do Rio depois disso.

Ainda de acordo com as investigações, ela teria saído do segundo estabelecimento na última segunda-feira, 24, sozinha e saudável.

Uma amiga norte-americana de Charlotte que mora no Rio foi quem informou o sumiço à polícia. Ela contou que no dia 8 recebeu mensagem da britânica informando que estava em São Paulo, seguiria para o Rio e precisaria de um lugar para se hospedar. A americana argumentou que não conseguiria abrigá-la, porque sua casa estava lotada, e elas não se falaram mais.

Poucos dias depois, a família de Charlotte procurou essa amiga para perguntar se tinha notícias da britânica. Os parentes afirmaram ter perdido o contato com a jovem.

A americana então procurou a polícia do Rio e denunciou o desaparecimento da jornalista. Como não havia certeza de que a britânica tivesse saído de São Paulo, a investigação foi transferida para a polícia paulista. O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) concluiu que a jornalista embarcou em um ônibus no Terminal Rodoviário do Tietê, na zona norte da capital paulista, rumo ao Rio de Janeiro.

Por conta disso, a investigação passou então à Polícia Civil fluminense. A Delegacia de Descoberta de Paradeiros descobriu que Charlotte chegou ao Rio no dia 8 à noite e se hospedou em um hostel em Copacabana, onde permaneceu até o dia 17. Nesse intervalo, também esteve na praia do Leme, no dia 15.

Ao sair do hostel de Copacabana, ela se transferiu para outro, em Botafogo, onde ficou por sete dias - até a última segunda-feira. Na saída, pagou com um cartão de crédito em seu nome, diz a polícia.

Ainda conforme os policiais, a britânica tem dois telefones celulares, um do Brasil e outro da Inglaterra - que seguem funcionando normalmente. O número brasileiro está programado para não receber chamadas.

Diante desse conjunto de dados, os investigadores consideram como hipótese mais provável que a britânica tenha deixado de dar notícias à família e aos amigos por vontade própria. A lei brasileira não considera crime o desaparecimento voluntário. Caso Charlotte seja encontrada, por ter mais de 18 anos, a família será informada, mas não receberá sua localização.