Ataque de drones ucranianos atinge usina nuclear de Zaporizhzhia, controlada pela Rússia

Internacional
Tipografia
  • Pequenina Pequena Media Grande Gigante
  • Padrão Helvetica Segoe Georgia Times

Funcionários da Usina Nuclear de Zaporizhzhia, controlada pela Rússia, disseram que o local foi atacado neste domingo por drones militares ucranianos. A cúpula da sexta unidade de energia da usina foi afetada, segundo as autoridades da usina. A Usina Nuclear de Zaporizhzhia é a maior da Europa e está entre as dez maiores usinas nucleares do mundo em capacidade instalada e em produção de energia.

 

De acordo com as autoridades da usina, não houve danos críticos ou vítimas e os níveis de radiação na usina estavam normais após os ataques. Entretanto, a agência nuclear estatal russa Rosatom disse que três pessoas ficaram feridas na "série sem precedentes de ataques de drones".

 

A Agência Internacional de Energia Atômica afirmou que os seus especialistas foram informados do ataque do drone e que "tal detonação é consistente com as observações da AIEA".

 

Sem falar em culpados, o chefe da agência de vigilância atômica da Organização das Nações Unidas, Rafael Mariano Grossi, alertou para os riscos de segurança de tais ataques. "Exorto a abster-se de ações que contradigam os 5 princípios da AIEA e que ponham em risco a segurança nuclear", escreveu na rede social X, antigo Twitter.

 

Moscou tomou a usina nuclear logo após o início do conflito com a Ucrânia em 2022. Tanto a Ucrânia como a Rússia têm-se acusado regularmente de atacar a central, que ainda se encontra perto da linha da frente dos combates. Os seis reatores da central estão desligados há meses, mas a operação ainda exige energia e equipe para operar sistemas de refrigeração e outros recursos de segurança.

Em outra categoria

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), venceria num eventual segundo turno das eleições presidenciais disputado com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), diz pesquisa Datafolha divulgada neste sábado, 5. Lula teria 48% das intenções de voto, contra 39% do ex-ministro de Jair Bolsonaro. Outros 13% votariam em branco, nulo ou em nenhum dos dois, e 1% não soube responder.

Na mesma pesquisa, o Datafolha simulou uma disputa de segundo turno entre Fernando Haddad, ministro da Fazenda de Lula, e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), hoje inelegível após condenação pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Haddad sairia na frente com 45%, contra 41% de Bolsonaro.

Haddad também lideraria se o pleito fosse com Tarcísio, que ficaria com 37%, contra 43% do atual ministro da Fazenda.

Num cenário de nova disputa em segundo turno entre Lula e Bolsonaro, o atual presidente teria 49% das intenções de voto, contra 40% de Bolsonaro.

O petista contra a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) teria 50%, contra 38% de Michelle.

Se a corrida em segundo turno fosse contra Eduardo Bolsonaro (PL), o presidente da República teria 51% das intenções de voto, ante 34% do filho do ex-presidente.

Primeiro turno

O cenário do segundo turno favorável a Lula está em linha com o verificado pela mesma pesquisa sobre primeiro turno. Segundo o Datafolha, Lula sairia na frente numa disputa com a presença do ex-presidente Jair Bolsonaro se as eleições presidenciais de 2026 fossem hoje.

Nos cinco cenários de primeiro turno testados pelo Datafolha, Lula aparece na vantagem.

Numa disputa com Lula e Bolsonaro, o primeiro teria 36% e o ex-presidente, 30%. Ciro Gomes (PDT) teria 12%, Pablo Marçal (PRTB), 7%, o governador do Rio Grande do Sul Eduardo Leite (PSDB), 5%, e 9% votariam em branco/nulo ou nenhum, além de 2% afirmarem não saber.

Sem Bolsonaro e com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) na disputa, Lula teria 35%, contra 15% do ex-ministro de Bolsonaro, 11% de Ciro, 11% de Marçal, 5% de Ratinho Junior (PSD), que é governador do Paraná, 3% de Leite, 3% do governador mineiro, Romeu Zema (Novo), 2% de Ronaldo Caiado (União Brasil), que comanda Goiás, 11% em branco/nulo/nenhum e 3% que não saberiam.

Com Eduardo Bolsonaro (PL) na corrida, Lula também teria 35%, e em segundo lugar ficaria Ciro Gomes, com 12%. Já o filho de Bolsonaro teria 11% na terceira posição. Depois viriam Marçal (10%), Ratinho (6%), Zema (4%), Leite (4%) e Caiado (3%).

Se Michelle Bolsonaro, ex-primeira dama, entrasse na eleição, ficaria em segundo lugar com 15%, e Lula na vantagem, com 35%. Nesse cenário o Datafolha ainda colocou Ciro Gomes (12%), Pablo Marçal (10%), Ratinho Junior (5%), Romeu Zema (4%), Leite (3%) e Caiado (3%).

Por fim, num cenário apenas com Lula, Tarcísio e Marçal, o petista teria 43%, o governador de SP, 24%, e Marçal, 15%.

Segundo o jornal Folha de S.Paulo, a pesquisa foi realizada com 3.054 pessoas de 16 anos ou mais em 172 municípios pelo Brasil nos dias 1º a 3 de abril. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais, para mais ou para menos.

A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, disse neste sábado, 5, que a primeira-dama, Janja Lula da Silva, atua em acordo com parâmetros legais e tem feito "trabalhos importantes dentro e fora do país". Na sexta-feira, 4, a Advocacia-Geral da União (AGU) divulgou uma orientação normativa sobre a atuação do cônjuge do presidente da República em compromissos nacionais e internacionais.

O texto normativo foi elaborado a pedido da Casa Civil. No mês passado, o Tribunal de Contas da União (TCU) rejeitou, por unanimidade, um pedido de auditoria apresentado pela oposição acerca dos custos relacionados às viagens da primeira-dama.

Gleisi Hoffmann declarou que Janja da Silva é alvo de machismo, perseguição e ações "sem motivo".

Ela cita como exemplo uma representação no TCU e um projeto de lei contra suas viagens de representação.

A orientação normativa da AGU, anunciada ontem, estabelece que a função do cônjuge deve ser voluntária e não remunerada. É prevista a prestação de contas de deslocamentos e recursos públicos empregados em viagens, a divulgação de agenda de compromissos públicos, a disponibilização de dados sobre despesas e viagens no portal da transparência, bem como o atendimento de pedidos de informações sobre estas atividades.

Em sua atuação de interesse público, segundo a AGU, "o cônjuge do presidente apresenta natureza jurídica própria que decorre do vínculo civil mantido com o chefe de Estado e de Governo". O papel representativo é exercido em caráter social, cultural, cerimonial, político e/ou diplomático em nome do presidente.

Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado, 5, mostra que o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), sairia na frente numa disputa com a presença do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) se as eleições presidenciais de 2026 fossem hoje. Bolsonaro está inelegível após condenação pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Nos cinco cenários de primeiro turno testados pelo Datafolha, Lula aparece na vantagem.

Numa disputa com Lula e Bolsonaro, o primeiro teria 36% e o ex-presidente, 30%. Ciro Gomes (PDT) teria 12%, Pablo Marçal (PRTB), 7%, o governador do Rio Grande do Sul Eduardo Leite (PSDB), 5%, e 9% votariam em branco/nulo ou nenhum, além de 2% afirmarem não saber.

Sem Bolsonaro e com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) na disputa, Lula teria 35%, contra 15% do ex-ministro de Bolsonaro, 11% de Ciro, 11% de Marçal, 5% de Ratinho Junior (PSD), que é governador do Paraná, 3% de Leite, 3% do governador mineiro, Romeu Zema (Novo), 2% de Ronaldo Caiado (União Brasil), que comanda Goiás, 11% em branco/nulo/nenhum e 3% que não saberiam.

Com Eduardo Bolsonaro (PL) na corrida, Lula também teria 35%, e em segundo lugar ficaria Ciro Gomes, com 12%. Já o filho de Bolsonaro teria 11% na terceira posição. Depois viriam Marçal (10%), Ratinho (6%), Zema (4%), Leite (4%) e Caiado (3%).

Se Michelle Bolsonaro, ex-primeira dama, entrasse na eleição, ficaria em segundo lugar com 15%, e Lula na vantagem, com 35%. Nesse cenário o Datafolha ainda colocou Ciro Gomes (12%), Pablo Marçal (10%), Ratinho Junior (5%), Romeu Zema (4%), Leite (3%) e Caiado (3%).

Por fim, num cenário apenas com Lula, Tarcísio e Marçal, o petista teria 43%, o governador de SP, 24%, e Marçal, 15%.

Sem Lula ou Bolsonaro

O Datafolha também simulou cenário sem Bolsonaro nem Lula, mas com nomes como de Ciro, Tarcísio, Marçal e Fernando Haddad, ministro da Fazenda de Lula. Nesse eventual pleito, Haddad teria 15%, em terceiro lugar, contra 16% de Tarcísio na segunda posição e 19% de Ciro Gomes, na liderança.

Num cenário sem Lula mas com Bolsonaro, Ciro, Haddad, Marçal e Leite, o ex-presidente lideraria com 32%, seguido por Ciro com 20% e Haddad com 17%.

Segundo o jornal Folha de S.Paulo, a pesquisa foi realizada com 3.054 pessoas de 16 anos ou mais em 172 municípios pelo Brasil nos dias 1º a 3 de abril. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais, para mais ou para menos.