CPI da Covid antecipa depoimento de representante da Davati Medical para hoje

Política
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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid antecipou para esta quinta-feira (1º) o depoimento do representante da Davati Medical Supply, Luiz Paulo Dominguetti Pereira, que afirmou ter recebido pedido de propina para fechar um contrato de vendas de vacinas com o Ministério da Saúde. A informação foi confirmada ao Estadão/Broadcast Político na noite desta quarta-feira, 30, pelo presidente do colegiado, Omar Aziz.

A oitiva de Pereira substituirá a de Francisco Maximiano, sócio da Precisa Medicamentos, que estava marcada para esta quinta, mas foi adiada pela cúpula da CPI após o empresário obter no Supremo Tribunal Federal (STF) o direito de ficar em silêncio. "Vamos recorrer da decisão", disse Aziz à reportagem.

Luiz Paulo Dominguetti Pereira afirmou, em entrevista à Folha de S.Paulo, que Roberto Ferreira Dias, então diretor do Departamento de Logística da Secretaria Executiva do Ministério da Saúde, pediu propina de US$ 1 por cada dose de vacina da AstraZeneca/Oxford a ser vendida pela empresa ao governo. Diante da repercussão negativa, que se somou a outras suspeitas de irregularidades, o servidor foi exonerado.

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O ministro de Defesa da França, Sébastien Lecornu, conversou com sua contraparte americana - o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth - por telefone na manhã desta sexta-feira, 28, para discutir a situação no Oriente Médio e os esforços de ambos os países para assegurar a estabilidade da região.

Em publicação no X, Lecornu afirmou que as autoridades discutiram a liberdade do movimento no Mar Vermelho e a manutenção do acordo de cessar-fogo no Líbano, após o exército de Israel realizar bombardeios em Beirute, capital libanesa, pela primeira vez desde novembro de 2024.

Mais cedo, o presidente francês, Emmanuel Macron, disse que conversará com o presidente dos EUA, Donald Trump, sobre formas de garantir o cessar-fogo e fez críticas aos ataques israelenses.

O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, prometeu nesta quinta-feira, 27, que os Estados Unidos responderão com força se a Venezuela atacar a Guiana na disputa territorial em andamento que envolve enormes reservas de petróleo e gás. Rubio disse que seria um "dia muito ruim" para a Venezuela se isso acontecesse.

Ele fez uma breve parada em Georgetown, capital da Guiana, hoje para conversar com o presidente do país, Irfaan Ali, e outras autoridades antes de viajar para o Suriname.

"As ameaças regionais são baseadas em reivindicações territoriais ilegítimas de um regime de narcotráfico", declarou Rubio aos repórteres em uma coletiva de imprensa conjunta com Ali. "E quero ser franco: haverá consequências para o aventureirismo. Haverá consequências para as ações agressivas".

Os Estados Unidos deram a aprovação inicial para que o Catar compre oito drones MQ-9B Predator para suas forças armadas, uma compra estimada em quase US$ 2 bilhões.

A aprovação do Departamento de Estado para o Catar, anunciada nesta quinta-feira, ocorre depois que Doha tentou adquirir os drones durante o governo do ex-presidente Joe Biden, mas não obteve a aprovação.

"Essa proposta de venda apoiará a política externa e os objetivos de segurança nacional dos EUA, ajudando a melhorar a segurança de um país amigo que continua a ser uma força importante para a estabilidade política e o progresso econômico no Oriente Médio", disse a Agência de Cooperação de Segurança de Defesa dos EUA em um comunicado.