Lula se reúne com equipe do governo no Alvorada para organizar gestão durante recesso

Política
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O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, reúne-se na manhã desta terça-feira, 26, com parte da equipe do governo para preparar a gestão durante seu recesso. O chefe do Executivo deve partir ainda nesta terça-feira rumo ao Rio de Janeiro, onde passará alguns dias de férias, incluindo a virada do ano.

 

Lula está no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República.

 

De acordo com a agenda, o presidente se reuniu às 9 horas com a secretária executiva da Casa Civil, Miriam Belchior, o secretário especial para Assuntos Jurídicos da Casa Civil, Wellington César Lima, o secretário Especial de Análise Governamental (SAG) da Casa Civil, Bruno Moretti, e o chefe do Gabinete Adjunto de Gestão Interna (GAGI) do Gabinete Pessoal do Presidente da República, Valdomiro Luis de Sousa.

 

O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, chegou há pouco ao Alvorada. De acordo com a apuração, apesar de não estar na agenda, o encontro com Lula é para alinhar projetos que ainda devem ser sancionados pelo governo antes do ano acabar e ajustar os dias de recesso do presidente.

 

Lula deve viajar ainda hoje ao Rio de Janeiro e irá passar o recesso de Ano Novo na base naval de Restinga da Marambaia.

 

O chefe do Executivo deve voltar a Brasília no dia 3 de janeiro. A primeira-dama, Rosângela da Silva, conhecida como Janja, irá acompanhá-lo na viagem.

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Além de enfrentar novas tarifas e de aparecer no topo da lista de "maus atores" do presidente Trump no seu anúncio tarifário, a China tem outro motivo para estar irritada: Taiwan foi listado como um país.

Mesmo antes de Pequim ter opinado oficialmente sobre a tarifa de 34% anunciada por Trump, o seu embaixador em Washington publicou um lembrete severo de que a China considera a ilha democrática de Taiwan parte do seu território. Está entre as maiores proibições diplomáticas no livro de Pequim sugerir que Taiwan é independente do domínio chinês. Mas Taiwan foi listado em quarto lugar sob o título "país" no painel tarifário que Trump ergueu em sua cerimônia na Casa Branca.

"#Taiwan é Taiwan da China", escreveu o embaixador Xie Feng no X depois da fala de Trump e incluiu um discurso em vídeo do líder chinês Xi Jinping alertando contra testar a determinação de Pequim. O embaixador não comentou as novas tarifas, incluindo 32% para Taiwan.

O CEO da Tesla, Elon Musk, chamou de "fake news" a informação de que deve se afastar, já nas próximas semanas, de suas funções à frente do Departamento de Eficiência Governamental (Doge), como informou o Politico.

Musk compartilhou em seu perfil no X a publicação da porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, que já havia negado que o presidente Donald Trump tenha reforçado a seus aliados que o bilionário deixaria o cargo público em breve.

A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, negou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tenha reforçado a aliados que Elon Musk, chefe do Departamento de Eficiência Governamental (Doge, na sigla em inglês), deve se afastar nas próximas semanas, como publicado mais cedo pelo Politico. "Trump já disse publicamente que Elon deixará o serviço público depois de terminar seu incrível trabalho no Doge", escreveu Leavitt no X.

Mais cedo, uma pesquisa apontou que 58% dos entrevistados desaprovam a gestão de Musk à frente do Doge, enquanto 41% a aprovam - a menor taxa registrada desde o início do novo mandato de Trump.

O próprio Musk já havia afirmado que suas empresas estavam "sofrendo" por sua presença no governo, referindo-se aos ataques contra a Tesla e à queda das ações da companhia. O bilionário também mencionou que esperava concluir os cortes no Doge até o fim de maio.