Contaminar a Abin com espionagem político-partidárias ilegais é ato criminoso, diz Pacheco

Política
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O presidente do Senado Federal e do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), publicou uma nota nesta quinta-feira, 11, condenando o uso da estrutura da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) para práticas ilícitas de espionagem e disseminação de notícias falsas durante o governo do ex-presidente da República, Jair Bolsonaro (PL). A lista dos monitorados pelo grupo inclui os senadores Randolfe Rodrigues, Renan Calheiros, Alessandro Vieira e Omar Aziz. O ex-presidente Jair Bolsonaro ainda não se manifestou sobre a operação.

 

"Contaminar a Agência Brasileira de Inteligência com ações político-partidárias, e se utilizar do aparato estatal para espionar e perseguir parlamentares legitimamente eleitos é ato criminoso, que fragiliza não somente a instituição, mas a democracia e a soberania do país", escreveu.

 

Nesta quinta, a Operação Última Milha teve novos desdobramentos. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, retirou o sigilo das últimas atualizações da investigação da Polícia Federal (PF).

 

Na nova fase, a PF cumpriu 5 mandatos de prisão preventiva, tendo como mira o ex-chefe da Abin e atual deputado federal, Alexandre Ramagem, e influenciadores do gabinete do ódio.

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O ministro de Defesa da França, Sébastien Lecornu, conversou com sua contraparte americana - o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth - por telefone na manhã desta sexta-feira, 28, para discutir a situação no Oriente Médio e os esforços de ambos os países para assegurar a estabilidade da região.

Em publicação no X, Lecornu afirmou que as autoridades discutiram a liberdade do movimento no Mar Vermelho e a manutenção do acordo de cessar-fogo no Líbano, após o exército de Israel realizar bombardeios em Beirute, capital libanesa, pela primeira vez desde novembro de 2024.

Mais cedo, o presidente francês, Emmanuel Macron, disse que conversará com o presidente dos EUA, Donald Trump, sobre formas de garantir o cessar-fogo e fez críticas aos ataques israelenses.

O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, prometeu nesta quinta-feira, 27, que os Estados Unidos responderão com força se a Venezuela atacar a Guiana na disputa territorial em andamento que envolve enormes reservas de petróleo e gás. Rubio disse que seria um "dia muito ruim" para a Venezuela se isso acontecesse.

Ele fez uma breve parada em Georgetown, capital da Guiana, hoje para conversar com o presidente do país, Irfaan Ali, e outras autoridades antes de viajar para o Suriname.

"As ameaças regionais são baseadas em reivindicações territoriais ilegítimas de um regime de narcotráfico", declarou Rubio aos repórteres em uma coletiva de imprensa conjunta com Ali. "E quero ser franco: haverá consequências para o aventureirismo. Haverá consequências para as ações agressivas".

Os Estados Unidos deram a aprovação inicial para que o Catar compre oito drones MQ-9B Predator para suas forças armadas, uma compra estimada em quase US$ 2 bilhões.

A aprovação do Departamento de Estado para o Catar, anunciada nesta quinta-feira, ocorre depois que Doha tentou adquirir os drones durante o governo do ex-presidente Joe Biden, mas não obteve a aprovação.

"Essa proposta de venda apoiará a política externa e os objetivos de segurança nacional dos EUA, ajudando a melhorar a segurança de um país amigo que continua a ser uma força importante para a estabilidade política e o progresso econômico no Oriente Médio", disse a Agência de Cooperação de Segurança de Defesa dos EUA em um comunicado.