Ana Castela e Gustavo Mioto terminam namoro pela terceira vez

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Ana Castela e Gustavo Mioto terminaram mais uma vez o namoro. A artista publicou um comunicado na tarde desta sexta-feira, 13.

"Eu quero compartilhar algo importante com vocês, que sempre me acompanham e torcem por mim e pelo Gustavo. Nosso relacionamento chegou ao fim. Nossas vidas vão continuar, e seguimos com gratidão por tudo o que construímos juntos. Peço a compreensão, o respeito e o amor de vocês, que sempre estiveram ao meu lado. Obrigada por tudo", escreveu a cantora em post nos stories do Instagram.

Ana Castela e Gustavo Mioto têm uma relação de idas e vindas desde junho de 2023. Na época, os dois engataram um romance que durou até setembro do mesmo ano. Um mês depois, em outubro, eles comunicaram aos fãs que haviam retomado o relacionamento.

Mas, em janeiro deste ano, os dois usaram as redes sociais para dizer, mais uma vez, que terminaram o namoro. Os artistas fizeram questão de enfatizar que não havia traição ou briga, mas que a decisão tinha sido em comum acordo.

Relacionamento começou nos bastidores de programa do Multishow

O namoro dos sertanejos começou oficialmente em junho de 2023. No entanto, o casal começou a se relacionar em dezembro de 2022, após se aproximarem nos bastidores do programa TVZ, exibido pelo canal Multishow.

No entanto, em setembro de 2023, poucos meses após a novidade se espalhar, eles divulgaram o primeiro término - que não durou muito - já que em outubro eles voltaram a namorar. Na ocasião, o cantor fez uma música para a amada intitulada de "Fronteira".

Após alguns meses de diversas publicações, viagens e até Réveillon juntos, os artistas se separaram novamente em janeiro de 2024.

Já em maio deste ano, uma nova reconciliação movimentou a web. No Instagram, Mioto brincou com os fãs e confirmou o romance. "Olhem quem eu acabei encontrando sem querer: a vida!, disse ele ao povo, sabendo que vão falar besteiras, mas não ligando nem um pouco. Te amo princesa", declarou.

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A fortes chuvas que atingiram a cidade de São Paulo e região metropolitana entre a tarde e a noite de terça-feira, 18, provocaram inundações, queda de árvores e deixaram imóveis residenciais e comerciais sem energia elétrica. Alguns endereços ainda estão sem luz às 8h20 desta quarta-feira, 19. Segundo a Enel Distribuição São Paulo, as regiões norte e leste da cidade de SP foram as mais afetadas.

"A Enel Distribuição São Paulo informa que restabeleceu a energia para 83% dos clientes impactados pelas chuvas registradas no fim da tarde de terça-feira em alguns pontos da área de concessão", disse a companhia na manhã desta quarta-feira, 19.

No horário acima, de acordo com a empresa, técnicos trabalhavam para normalizar o fornecimento para cerca de 31 mil clientes que tiveram o serviço afetado na região metropolitana de São Paulo, incluindo a capital.

A companhia disse que reforçou seu plano de ação emergencial com a mobilização antecipada de equipes de campo. "Técnicos da distribuidora atuaram ininterruptamente, inclusive durante a madrugada e normalizaram o serviço para a maioria dos clientes", disse a Enel.

Em situações de emergência, para registro de falta de energia, a empresa orienta que os clientes utilizem, preferencialmente, os canais digitais para mais agilidade do atendimento, como o site, o aplicativo Enel (disponível para iOS e Android).

Depois de nove meses presos no espaço, os astronautas Butch Wilmore e Suni Williams chegaram em casa. A espaçonave onde os dois americanos voltaram à Terra pousou perto da costa da Flórida por volta das 18h57 desta terça-feira, 18, com transmissão ao vivo da Nasa, a Agência Aerospacial dos Estados Unidos.

A chegada de ambos era esperada com ansiedade. Os astronautas foram enviados à Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) em uma missão de oito dias, chamada de Crew 9, em junho de 2024. Mas, por conta de problemas técnicos da cápsula Starliner, da Boeing, usada para transportá-los, Butch e Suni tiveram de permanecer no espaço por nove meses.

Os astronautas foram trazidos à Terra com ajuda da SpaceX, empresa do bilionário Elon Musk. O foguete Falcon 9, que decolou da Flórida na sexta-feira, 14, com uma cápsula Dragon fixada em sua parte superior, carregou uma tripulação de quatro pessoas a bordo com destino à ISS.

A viagem de retorno teve início no final da noite da segunda-feira, 17, e durou cerca de 17 horas. Nick Hague, da Nasa, e o cosmonauta Aleksandr Gorbounov também estiveram a bordo junto de Butch e Suni.

O processo de desorbita e entrada na Terra aconteceu pouco depois das 18h e, durante alguns minutos, a Nasa perdeu a comunicação com a espaçonave. As interrupções foram tratadas como dentro da normalidade.

A Nasa realizou a transmissão do retorno desde a noite de segunda. Na madrugada de terça, 18, a agência fez uma interrupção no fornecimento da imagens depois que a cápsula usada pelos tripulantes se separou da Estação Espacial Internacional e retornou com a disponibilidade de imagens às 17h45 momentos antes do Splashdown, como é chamado o momento em que espaçonave pousa na água.

A previsão era de que a espaçonave SpaceX Dragon pousasse por volta das 18h57 do horário de Brasília. O Splashdown aconteceu na hora prevista.(Colaborou Rariane Costa)

A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira, 18, um requerimento que dá regime de urgência para um projeto de lei complementar que prorroga até o fim do exercício de 2025 o prazo para a transposição, transferência e reprogramação de saldos financeiros repassados pelo Fundo Nacional de Saúde (FNS) aos fundos estaduais, distritais e municipais de saúde.

O FNS é o órgão gestor dos recursos financeiros do Ministério da Saúde. O capital alocado junto ao Fundo são transferidos para os Estados, municípios e o Distrito Federal, para que realizem de forma descentralizada ações e serviços de saúde.

Autor do projeto, o deputado Mauro Benevides Filho (PDT-CE) argumenta que uma lei de 2020 permitiu que Estados, municípios e o Distrito Federal utilizassem recursos remanescentes de repasses federais de saúde de forma mais flexível, com continuidade do uso em exercícios subsequentes. Contudo, havia prazos limitados para até o fim de 2024.

Para Benevides, o atendimento deve continuar.

"Não tem empenho novo, não tem pagamento novo. São recursos que já estão nas contas das prefeituras e dos Estados. Portanto, aos prefeitos que agora estão entrando e reclamando que não têm dinheiro, vamos providenciar R$ 2 bilhões para ser movimentado até dezembro", disse Benevides no plenário.

O relator Hildo Rocha (MDB-MA) apresentou parecer favorável ao projeto.