'BBB 25': Renata duvida de fofocas externas e Vinícius nega apelido de 'velha sonsa'

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A madrugada desta segunda-feira, 31, foi de dúvidas e justificativas no BBB 25. Com a eliminação de Eva do reality show, Renata se questionou se seu comportamento na casa e as informações que trouxe da Vitrine de Seu Fifi podem ter influenciado na saída da amiga. Do outra lado, Vilma apontou que Vinícius a chamou de "velha sonsa" e o brother negou a acusação.

 

Veja o resumo da madrugada no BBB 25:

 

Vitória consola Renata após eliminação de Eva

 

Com a eliminação da amiga no jogo, Renata achou o consolo de Vitória Strada no reality. Emocionada, a bailarina foi aconselhada pela atriz de que deveria ser forte também por Eva na competição. "Chora tudo que tiver para chorar e depois volta mais forte", disse Strada.

 

Renata contesta eliminação de Eva

 

No Quarto Nordeste, Renata duvidou de suas convicções no jogo e questionou o que a amiga, Eva, teria feito para ser eliminada em um Paredão com Delma e Vinícius. Horas depois, a bailarina foi consolada por Maike.

 

Vinícius comenta discurso de Vilma

 

No Quarto Anos 50, Vinícius repercutiu o comentário de Vilma, que ao puxá-lo no contragolpe, apontou que ele a chamou de "velha sonsa". O brother negou ter usado o termo e afirmou que Vilma nunca o questionou sobre o assunto. Vinícius contou aos aliados que acredita que Renata pode ter trazido essa informação "distorcida" da Vitrine de Seu Fifi.

 

Vitória opinou sobre a situação e disse que acha estranho o grupo do Fantástico ter segurado uma informação dessas por tanto tempo no jogo. A atriz diz que se Vinícius tivesse mesmo chamado Vilma de "velha sonsa", isso já teria repercutido no Sincerão.

 

Mais tarde, em conversa com João Pedro e João Gabriel, Vinícius voltou a falar sobre o termo "velha sonsa". O brother questionou os gêmeos se uma pessoa que disse isso teria ficado no programa como ele ficou. Os brothers concordaram.

 

Renata questiona informações da Vitrine de Seu Fifi

 

No quarto com os aliados, Renata se questiona sobre as informações que recebeu no shopping enquanto estava na Vitrine de Seu Fifi. A bailarina disse que ouviu comentários maldosos de Delma e que só fez confrontá-la sobre eles. "Será que se fiz alguma coisa que fez ela [Eva] sair? Daqui a pouco, se eu for para o Paredão, eu saio também?"

 

Diego diz que está cansado dos argumentos no 'BBB 25'

 

Indicado pelo líder Maike ao Paredão, Diego Hypolito desabafou com o grupo do Quarto Anos 50 sobre os argumentos usados na indicação. O ex-atleta disse que Maike usa sempre as mesmas falas e que está cansado de ouvir que resgata assuntos da primeira semana na casa.

 

Fantásticos especulam sobre resultado do Paredão

 

Os ex-integrantes do Quarto Fantástico opinaram sobre qual brother será eliminado no Paredão. João Gabriel apostou em Diego Hypolito para sair do reality, enquanto Maike acredita que o ex-ginasta é um forte oponente. "Se os dois [Diego e Vinícius] são fortes quem vai [sair] sou eu!", reagiu Vilma aos comentários. A carioca ainda disse que não queria disputar com Vinícius, mas queria o baiano no Paredão e não entende porque ele não saiu na última berlinda.

 

Vitória diz a Diego que se viu em Renata

 

Em conversa com Diego, Vitória lembrou da eliminação de Mateus, seu amigo e dupla no reality, e disse que viu Renata na mesma situação com a saída de Eva. "Já tem um tempo que tenho me dado super bem com a Renata, porque eu nunca tive nada contra ela. Ela só não tinha me dado muita abertura antes", disse a atriz. O ex-atleta disse a Vitória que ficou na mesa da cozinha apenas para desejar boa sorte a Vilma, mas que não consegue permanecer em um lugar onde uma pessoa não esteja falando com ele.

 

Gêmeos contam sobre a conversa que tiveram com Vinícius

 

Na cozinha, João Pedro e João Gabriel contam para Maike e Renata sobre a conversa que tiveram com Vinícius. Os gêmeos disseram que o baiano afirmou que não chamou Vilma de "velha sonsa". Renata acha que Vinícius pode ter usado o termo "de brincadeira" e alguém repercutiu com ela no shopping.

 

João Gabriel ainda contou que disse ao brother que será leal ao grupo Fantástico e votará nele quando for necessário.

 

A conversa continuou com Maike opinando que é arriscado Vilma afirmar que queria enfrentar Vinícius no Paredão. João Pedro disse que Diogo, filho da sister, dava limites a ela. Renata apontou que Vilma tem o direito de escolher quem vai enfrentar na berlinda.

 

João Gabriel disse que pensou em chamar Vilma para conversar sobre o apelido que ela deu a Vinícius, pois não acha legal. Renata aconselhou o brother a não se apegar a isso, pois se o apelido fosse ofensivo, eles apontariam isso para ela.

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O encaminhamento das obras de extensão da Avenida Marquês de São Vicente, na zona oeste da capital, poderá levar à desativação do Viaduto João Goulart, conhecido como Minhocão, de acordo com o prefeito de São Paulo Ricardo Nunes (MDB). O viaduto liga a região da Praça Roosevelt, no centro da cidade, ao Largo Padre Péricles, na Barra Funda.

A declaração de Nunes foi dada à imprensa nesta quarta-feira, 2. O chefe do Executivo disse que está encaminhado um estudo da SPUrbanismo, empresa pública vinculada à Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento (SMUL), que prevê a extensão da Avenida Marquês de São Vicente até o bairro do Tatuapé, na zona leste.

O prolongamento da via faz parte do plano de metas da Prefeitura, divulgado na última terça. A administração diz que o futuro corredor terá 6,9 quilômetros e vai conectar as avenidas Sergio Tomás até a Salim Farah Maluf, "desativando o posterior do Elevado Presidente João Goulart".

De acordo com o prefeito, a extensão vai trazer melhorias para a mobilidade da capital. "Tem um estudo da SPUrbanismo que, com a extensão da (Avenida) Marquês até o (bairro) Tatuapé, a gente vai poder desafogar bem o trânsito e fazer uma ligação entre as zonas oeste e leste - obviamente passando pelo centro. Dando certo, vai possibilitar que a gente desative o Minhocão", disse Nunes.

O prefeito diz que ainda não é possível saber se vai reaproveitar o espaço do viaduto para transformá-lo e ser ocupado de outra forma, ou se vai demolir o elevado. "Agora, se a gente vai desativar o Minhocão com demolição ou fazer um High Line, a gente tem de discutir com a sociedade. É um tema polêmico", afirmou. O High Line, citado pelo prefeito, é uma espécie de parque suspenso.

Nunes diz que a Prefeitura encomendou um projeto de túnel para ligar as zonas oeste e leste da cidade, mas que a ideia não foi adiante por causa do alto custo. E explicou, ainda, que a extensão da Marquês de São Vicente está "bem trabalhada".

"A gente tinha feito a encomenda de um projeto de fazer um túnel. A hora que chegaram os estudos, a gente viu que era inviável pelo custo", disse Nunes. "Agora, essa proposta de extensão da Marquês de São Vicente está bem trabalhada, pronta para a gente fazer as desapropriações - que não são tantas - e poder ter mais essa via na cidade", disse Nunes.

Construído em 1971, o Minhocão foi erguido com a proposta de dar vazão ao fluxo de veículos na capital paulista, que crescia na época. Com o tempo, o viaduto - cuja extensão passa pelos bairros República, Santa Cecília e Barra Funda - passou a receber críticas, seja por provocar desvalorização dos imóveis nas proximidades ou acentuar a deterioração urbana da região.

Atualmente, o Minhocão é usado para veículos de segunda a sexta até 20h. Deste horário até 22h, o elevado é fechado para uso de pedestres, que aproveitam o espaço para praticar atividades físicas. Aos finais de semana e feriados, o viaduto também fica fechado para veículos e aberto ao público, das 7h até 22h.

Um roubo praticado no Shopping Center Norte, na Vila Guilherme, zona norte de São Paulo, terminou com tiros disparados no estacionamento do local, na tarde desta quarta-feira, 2. Após o crime, um carro suspeito de ter sido usado no crime foi encontrado pela polícia, com perfurações.

O shopping confirmou os disparos e disse que não houve feridos. A assessoria do espaço informou que acionou as autoridades competentes para apurar o caso, e que o Center Norte funciona normalmente.

Um veículo modelo Onix Branco, que teria sido usado no crime, foi localizado pela Polícia Civil na Rua Monsenhor Maximiliano Leite, no bairro do Pari, região central da capital, informou a Secretaria da Segurança Pública do Estado (SSP-SP). A via fica cerca de quatro quilômetros distante do shopping

O carro apresentava marcas de tiros no para-brisa e no porta-malas. No interior do carro, foram encontrados vestígios de sangue, alicate e cópias de documentos. "Foram solicitados exames periciais e o automóvel foi apreendido", informou a pasta.

A ocorrência foi encaminhada para 1ª Delegacia da Divisão de Investigações sobre Furtos, Roubos e Receptações de Veículos e Cargas (Divecar) do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic).

O Ministério Público de São Paulo arquivou sumariamente investigação sobre denúncia do empresário Antônio Vinicius Lopes Gritzbach, delator do PCC que atribuiu a seu advogado relatos de suposto pagamento de propinas a policiais civis e também ao deputado estadual Antônio Olim (PP).

Em despacho de oito páginas, o procurador de Justiça Sérgio Turra Sobrane alertou para a 'inexistência de indícios do cometimento de infração penal, por conseguinte, de justa causa para a instauração da persecução penal' contra Olim.

Sobrane é coordenador da Assessoria de Competência Originária Criminal, braço da Procuradoria-Geral de Justiça que atua exclusivamente em apurações sobre autoridades com prerrogativa de foro.

"Com efeito, a notícia de fato não está instruída com elementos de informação minimamente suficientes para a instauração de procedimento investigatório de natureza criminal", cravou o procurador.

Gritzbach foi fuzilado em novembro do ano passado no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, quando chegava de uma viagem a Maceió. A Promotoria denunciou à Justiça seis envolvidos no assassinato do delator do PCC, entre eles três policiais militares. Segundo a denúncia, os acusados aceitaram 'promessa de recompensa para a execução e participação no crime'. "Verdadeiros mercenários de aluguel", diz a acusação.

Ao analisar o anexo da delação de Gritzbach que indica suposta corrupção policial e menciona o deputado Olim, o procurador ponderou que 'há nos autos apenas a declaração firmada por Antônio Vinícius Lopes Gritzbach em que afirma ter recebido informação de seu advogado acerca da exigência de pagamento feita pelas autoridades mencionadas'.

O delator do PCC citou os delegados Fábio Pinheiro Lopes, o Fábio Caipira, e Murilo Fonseca Roque. Mas também com relação a eles, Gritzbach não entregou nenhuma prova que desse embasamento à sua acusação.

O próprio advogado Ramsés Benjamin Samuel Costa Gonçalves - de quem o delator disse ter ouvido relato sobre propinas para o parlamentar e delegados -, derrubou a versão. Em depoimento à Corregedoria da Polícia Civil, Ramsés foi taxativo e negou ter dito ao delator que repassou R$ 4,2 milhões a Olim, Fábio Caipira e Murilo.

Na promoção de arquivamento da investigação sobre o deputado Olim, o procurador Sérgio Sobrane observou que 'os elementos de informação referentes aos investigados que não possuem foro especial por prerrogativa de função deverão ser encaminhados ao Gaeco para prosseguimento das investigações'.

Gritzbach havia firmado acordo de colaboração premiada com o Ministério Público no âmbito de um processo criminal em curso na 1ª Vara de Crimes Tributários, Organização Criminosa e Lavagem de Bens e Valores da Capital.

Em um anexo de sua delação, Gritzbach contou que o advogado Ramsés Benjamin Samuel Costa Gonçalves - constituído para sua defesa em dois inquéritos e no bojo de uma medida cautelar -, pediu a ele R$ 5 milhões, alegando que R$ 800 mil seriam referentes a honorários e o restante para pagamento de propinas a Olim e aos delegados - o ajuste financeiro seria realizado via transferência de dois imóveis, cheques e operação bancária, Em troca, os policiais e o deputado 'resolveriam todos os seus problemas'.

Ramsés, no entanto, o desmentiu. Ele disse à Corregedoria da Polícia que jamais se reuniu com o deputado ou com os delegados.

Segundo o procurador, Gritzbach 'não apresentou nenhuma comprovação do pagamento desses valores e de seus beneficiários, tampouco poderá fazê-lo, uma vez que foi vítima de homicídio'.

"Diante do exposto, em razão da inexistência de indícios do cometimento de infração penal, por conseguinte, de justa causa para a instauração da persecução penal, promovo o arquivamento da representação criminal em relação ao deputado estadual Antônio Assunção de Olim", escreveu o procurador Sérgio Turra Sobrane.