Azealia Banks troca ofensas com brasileiros após atacar Anitta

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Após chamar Anitta de "aspirante de terceiro mundo", a cantora Azealia Banks recebeu muitos comentários negativos de fãs brasileiros em suas redes sociais - com quem discutiu ferrenhamente. Em print publicado pela própria artista, ela mostrou um bate-boca com um seguidor, e continuou a criticá-lo.

"Por essas e outras, o único Banks querido no Brasil era o Tio Phil [Um Maluco no Pedaço]", disse o internauta, após ver a crítica da artista a Anitta.

"O jeito que isso se traduz para o inglês não é nem levemente engraçado. Melhor continuar comendo fubá e bebendo água de goteira na favela", respondeu Banks.

"O Brasil realmente perdeu seu poder de spam", continuou. "Alguns desses comentários de spam costumavam realmente ser ofensivos ou super engraçados, mas vocês estão realmente sofrendo em 2023".

Não é a primeira vez que a artista se envolve em brigas com brasileiros, sobretudo após criticar artistas nacionais. Em 2017, ela fez uma publicação no Facebook em que dizia ter recebido mensagens racistas enviadas por pessoas do Brasil. Em seguida, chamou brasileiros de "anormais de terceiro mundo". Ela também já criticou Pabllo Vittar em mais de uma ocasião.

Apesar disso, alguns fãs estão habituados ao jeito "controverso" da artista. "Você devia mesmo vir ao Brasil. Ninguém se importa com os comentários de troll que você faz, somos todos bipolares também", brincou um seguidor.

"Brasil é um dos meus lugares preferidos para tocar", respondeu Azealia. "Essas pessoas não fazem ideia que existe um culto a Azealia Banks no Brasil. Nós não damos a mínima".

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Um dos maiores líderes indígenas brasileiros, o cacique caiapó Raoni pediu ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva não autorizar a exploração de petróleo na Margem Equatorial, região costeira entre o Rio Grande do Norte e o Amapá. O cacique pontuou não querer que ele e Lula entrem em contradição com algo e disse que "essas coisas, na forma como estão", garantem que se tenha um meio ambiente com menos poluição.

O pedido aconteceu nesta sexta-feira, 4, durante visita do chefe do Executivo federal à Aldeia Piaraçu, em Mato Grosso. No evento, estavam presentes a ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, da Cultura, Margareth Menezes, dos Direitos Humanos, Macaé Evaristo, do Meio Ambiente, Marina Silva, da Agricultura, Carlos Fávaro, e do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira.

"Estou sabendo que na foz do Amazonas, o senhor está pensando no petróleo que tem lá embaixo. Penso que não, porque essas coisas, na forma como estão, garantem que a gente tenha o meio ambiente e terra com menos poluição e aquecimento", afirmou cacique Raoni.

"Se isso acontecer, sou pajé também e tive contato com os espíritos que sabem do risco que a gente tem de continuar trabalhando dessa forma de destruir, que podemos ter consequências muito grandes que não podemos conseguir parar", completou.

Na fala, a liderança indígena disse não querer entrar em contradição com o presidente. "Quero que eu e o senhor Lula façamos o trabalho que beneficie povos indígenas do Brasil", comentou. O cacique disse ter pedido três vezes para Lula ir à região e, apenas na terceira vez, o petista cumpriu a palavra e realizou a visita, que acontece hoje.

Raoni também pediu para Lula pensar em seu próximo sucessor. "Tem que ser o próximo presidente da República para continuar com a forma do seu trabalho de proteger povos indígenas e nosso território para apoiar os povos indígenas", disse.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu nove alertas climáticos para perigo no Brasil entre esta sexta-feira, 4, e o sábado, 5. Em meio às notificações para o risco de chuvas intensas, assim como acumulado de precipitações, estão também avisos para queda de temperatura e ventos costeiros no Sul do País.

Os Estados de São Paulo e Rio de Janeiro entraram em alerta para temporais principalmente a partir desta sexta-feira, de acordo com o Inmet. No momento, está em vigência o alerta laranja para a capital paulista e o alerta vermelho para grande perigo de acumulado de chuva para outras cidades do Estado paulista e também cidades do Rio de Janeiro, incluindo a capital carioca. A condição climática deve se estender ao menos até sábado.

Conforme o instituto, são esperados volumes significativos que podem ultrapassar os 100 mm em 24 horas, e rajadas de vento com intensidade em torno de 100 km/h.

No total, há nove alertas do Inmet em vigência no Brasil:

1 - Alerta vermelho para acumulado de chuva: está valendo para cidades paulistas e para o Estado do Rio de Janeiro, incluindo a capital carioca. Está válido até sábado;

2 - Alerta laranja para chuvas intensas no Estado de São Paulo, incluindo a capital paulista até a noite de sábado. O aviso também inclui trechos do Paraná, além do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo;

3 - Alerta laranja para chuvas intensas em áreas do Mato Grosso do Sul, São Paulo, e Minas Gerais. Também em vigência até sábado;

4 - Outro alerta laranja mostra a possibilidade de chuvas intensas em áreas que vão do Amapá até o Rio Grande do Norte. Vale também até este sábado;

5 - Alerta laranja para chuvas intensas em áreas do Amazonas, Roraima e Pará, com validade até este sábado;

6 - Há ainda alerta amarelo para chuvas nos Estados das regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil com validade até este sábado;

7 - Outro alerta amarelo, válido até sábado, sinaliza a presença de chuvas intensas em áreas de Roraima;

8 - Alerta amarelo para declínio de temperatura no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e partes do Paraná, com vigência até sábado;

9 - Alerta amarelo para a incidência de ventos costeiros, que vale até a madrugada de sábado, entre trechos de Santa Catarina e o Rio Grande do Sul.

Recomendações em caso de fortes chuvas:

- Desligue aparelhos elétricos, quadro geral de energia;

- Observe alteração nas encostas;

- Permaneça em local abrigado;

- Em caso de situação de inundação, ou similar, proteja seus pertences da água envoltos em sacos plásticos;

- Obtenha mais informações junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193);

- Em caso de chuva com rajadas de vento: não se abrigue debaixo de árvores, pois há risco de queda e descargas elétricas e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda.

A cidade de São Paulo poderá registrar o volume de chuva para o mês de abril em 48 horas, de acordo com a Climatempo. A expectativa é que, além de excesso de chuva, também tenha temperaturas neste fim de semana que não que não são registradas há pelo menos cinco meses. O litoral paulista também segue em alerta para chuvas e ressaca marítima.

Com a passagem desta frente fria, São Paulo poderá ter a chuva de abril em 48 horas, segundo a empresa de meteorologia. "A média de precipitação para abril é de 87 mm, pelos cálculos do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e só os volumes de chuva previstos entre essa quinta-feira, 3, e esta sexta-feira, 4, podem somar cerca de 90 mm", estima a Climatempo.

"Além da chuva forte, que pode causar muitos transtornos em várias regiões paulistas, o ar frio de origem polar que vem junto com esta frente fria vai derrubar a temperatura especialmente no sul e no leste do Estado, onde está a Grande São Paulo", alerta a empresa de meteorologia.

Os Estados de São Paulo e Rio de Janeiro entraram em alerta para temporais principalmente a partir desta sexta-feira, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

No momento, está em vigência o alerta laranja para a capital paulista e o alerta vermelho para grande perigo de acumulado de chuva para outras cidades do Estado paulista e também cidades do Rio de Janeiro, incluindo a capital carioca.

A condição climática deve se estender ao menos até sábado, 5, com a possibilidade de chuvas excessivas. O aviso pode ser atualizado novamente a qualquer momento.

A Defesa Civil do Estado de SP montou um gabinete de crise nessa quinta-feira, 3, por conta da previsão do tempo. Também emitiu alerta para ressaca marítima em todo o litoral paulista até domingo, 6.

Expectativa para baixas temperaturas

A queda da temperatura será bastante acentuada ao longo deste fim de semana. Até então, a menor temperatura registrada este ano na cidade de São Paulo pelo Inmet foi de 16,2°C, no dia 11 de janeiro, conforme a Climatempo.

"A última vez que a temperatura mínima ficou em torno dos 15°C, na região do Mirante de Santana, zona norte da capital paulista, foi nos dias 24 e 15 de novembro de 2024, com os valores de 15,4°C e 15,8°C, respectivamente", completou a empresa de meteorologia.

Veja a previsão, de acordo com a Meteoblue, para a cidade de SP:

Sexta-feira: entre 18ºC e 25ºC;

Sábado: entre 16ºC e 19ºC;

Domingo: entre 16ºC e 20ºC;

Segunda-feira: entre 15ºC e 22ºC.