Yudi Tamashiro comenta sobre vício que teve em casas de swing

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O apresentador Yudi Tamashiro, conhecido por ter comandado o programa Bom Dia & Cia ao lado de Priscilla Alcântara, detalhou ter enfrentado um vício em casas de swing e bebidas alcoólicas. Ele, que atualmente é evangélico, também comentou sobre dificuldades financeiras após a saída do SBT.

 

As declarações de Tamashiro foram feitas ao Podcast das Estrelas, apresentado por Leão Lobo, no dia 18 de outubro, mas voltaram a repercutir nesta quarta-feira, 15. O apresentador comentou que fazia "loucuras" nos bastidores na época em que trabalhava na emissora.

 

"As pessoas acham que não vicia, mas eu fiquei um tempo viciado em casas de swing. Eu chegava nas casas de swing em São Paulo e o apresentador anunciava: 'o Yudi do Playstation chegou na casa de swing'", detalhou ele, que ainda disse que precisou ser internado com 21 anos por conta do vício em bebidas.

 

O apresentador contou também ter enfrentado dificuldades financeiras após a demissão do SBT por suas saídas constantes. "Isso serve de exemplo para vários artistas que começam [a trabalhar] crianças. É difícil demais se manter", comentou, emocionado.

 

Em maio, Yudi Tamashiro enfrentou um diagnóstico de um possível burnout. Ele, que agora se dedica à carreira de empresário, teve de ser internado após sentir boca seca e formigamento nas mãos. Após o ocorrido, deu uma pausa e foi para o Rio de Janeiro para fazer pregações religiosas.

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O motorista de um automóvel da marca BMW perdeu o controle do veículo na Marginal Pinheiros e invadiu a estação de trem Vila Olímpia, da Linha 9-Esmeralda, na zona sul de São Paulo, neste domingo, 30. Com o impacto, o carro ultrapassou a mureta de proteção, arrancou as grades da rampa de acesso para pessoas com mobilidade reduzida e foi parar na área de acesso à estação. Ninguém se feriu.

A estação, operada pela ViaMobilidade, tinha pouco movimento por ser a manhã de domingo, o que contribuiu para que nenhuma pessoa fosse atingida. O motorista, que não teve o nome divulgado, saiu ileso da batida. Aos policiais militares que atenderam a ocorrência, ele disse que o carro perdeu a estabilidade após passar sobre uma mancha de óleo no asfalto. O veículo ficou danificado.

A Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou em nota que o motorista realizou o teste do bafômetro, que deu negativo. Devido aos danos na estação, a perícia foi acionada. O caso foi registrado como dano no 27° Distrito Policial.

De acordo com a ViaMobilidade, o acidente aconteceu por volta das 9 horas e o carro colidiu com uma das rampas que dá acesso à estação. "Nenhum passageiro passava pelo local no momento da batida e as operações não foram impactadas", diz, em nota. Tanto os agentes de atendimento e segurança da concessionária, quanto próprio motorista acionaram a Polícia Militar.

Todos foram encaminhados para o distrito policial, onde foi registrado um boletim de ocorrência. Ainda segundo a concessionária, o veículo foi removido na noite de domingo e o acesso à estação por aquele local foi liberado parcialmente. "A ViaMobilidade está avaliando os danos para proceder com os reparos necessários e liberação da rampa o mais breve possível", conclui a nota.

O Brasil deve enfrentar a sua primeira onda de frio de 2025 a partir desta primeira quinzena de abril, conforme a empresa de meteorologia Climatempo. Os Estados do Sul e algumas regiões do Sudeste e do Centro-Oeste terão mudanças notáveis de temperatura durante curtos períodos, marcando a chegada do outono, que iniciou no Hemisfério Sul no último dia 20. No final do mês, o frio ganha mais força.

"Abril marca esta 'virada de chave' na temperatura, com a entrada das primeiras massas de ar frio por algumas áreas do interior do Brasil já na primeira quinzena do mês. Mas os períodos com 'ares de outono' serão curtos, de 3, 4 dias, e aí esquenta rapidamente e volta a sensação de calor, até no Sul do Brasil", diz o meteorologista da Climatempo Vinícius Lucyrio. O calor, no entanto, não deve ser tão intenso quanto o de fevereiro.

A Climatempo prevê a passagem de três massas de ar frio de origem polar pelo Centro-Sul do Brasil nesta primeira quinzena de abril. No final do mês, uma quarta massa de ar frio, com potencial para um resfriamento mais acentuado, deve chegar à região. A expectativa é de que o frio vá aumentando gradativamente ao longo do mês.

Com a passagem da terceira massa de ar frio, no fim da primeira quinzena de abril, pode haver geada nas áreas mais elevadas do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. Em todas as capitais do Sul e do Sudeste, além de Cuiabá e Campo Grande, pode haver recorde de menor temperatura registrada no ano.

Veja as previsões para as três primeiras massas de ar frio de abril:

1ª massa de ar frio de origem polar

Quando: na virada de março para abril.

Intensidade: fraca no continente.

Influência no Brasil: Rio Grande do Sul, mas com leve resfriamento; o maior impacto será sobre a Argentina e sobre o Uruguai.

2ª massa de ar frio de origem polar

Quando: entre 5 e 9 de abril.

Intensidade: fraca a moderada no continente.

Influência no Brasil: Esfriamento moderado no Sul e leve na fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai, no extremo sul e leste de São Paulo, no Rio de Janeiro, no Sul de Minas e na Zona da Mata Mineira. A menor temperatura deve ser em torno de 16°C e 17°C em São Paulo; 15°C e 16°C em Porto Alegre; 14°C e 15°C em Curitiba; 20°C no Rio de Janeiro; 18°C e 19°C em Belo Horizonte; e 22°C e 23°C em Cuiabá.

3ª massa de ar frio de origem polar

Quando: entre 12 e 16 de abril.

Intensidade: moderada a forte no continente

Influência no Brasil: Resfriamento moderado a forte na Região Sul, no centro-oeste e sul de Mato Grosso do Sul e no oeste, sul e leste de São Paulo. Já no Rio de Janeiro, Sul de Minas e Zona da Mata Mineira, Grande Belo Horizonte, Espírito Santo, oeste e sul de Mato Grosso, o resfriamento deve ser moderado. A menor temperatura prevista para São Paulo e Porto Alegre é entre 14ºC e 15ºC; em Curitiba, 13ºC e 14ºC; em Belo Horizonte, 15°C e 16°C; e em Cuiabá, 18°C e 19°C.

A Comissão Guarani Yvyrupa divulgou uma nota de pesar pelas cinco vítimas do acidente na BR-373, envolvendo um carro e um caminhão, ocorrido na madrugada de domingo, 30, no Paraná.

Segundo a organização indígena, os jovens eram do povo guarani mbya e vinham da aldeia Palmeirinha do Iguaçu, localizada na Terra Indígena Mangueirinha, no município de Chopinzinho (PR). O motorista do caminhão e uma bebê que estava no carro sobreviveram. A criança teve ferimentos leves.

A nota identificou as vítimas como Diegson Renan Pires, de 19 anos, Eliel Karai Tataendy, de 22, Elison Jeguaka Mirim Ribeiro, também de 22, Jaqueline Jerá, de 19 e Jonas Pires de Lima, de 14.

Segundo Nailsen Ywá, professora em Palmeirinha do Iguaçu, eles tinham ido a um baile em uma aldeia kaingang próxima. "Estamos todos tristes", disse ela ao Estadão.

Nailsen Ywá conhecia os jovens desde criança, e contou que Diegson gostava muito de jogar futebol e era goleiro do time. Ele deixou a esposa grávida.

Eliel era o irmão caçula da família e deixou uma filha de um ano.

Elison cursava o segundo ano do ensino médio no colégio estadual indígena Vera Tupã e gostava muito de tocar violão e cantar mborai'i, a música sagrada guarani. Ele tinha uma filha de dois anos.

Jaqueline "foi uma menina incrível, sempre sorridente e divertida". Ela tinha três filhas - uma delas, a bebê que estava no carro

Jonas cursava o nono ano gostava muito de jogar bola, e completaria 15 anos no dia 1º de abril. "Ele foi meu aluno desde o terceiro ano do ensino fundamental", contou.

A morte "trágica e prematura" dos jovens "abalou todo o povo Guarani, pois quando uma vida jovem se perde perdemos parte do futuro de nosso povo", conforme a nota da Comissão Guarani Yvyrupa.