Rapper é assassinada após divulgar endereço para encontro com fãs

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A rapper americana Alliauna Green, mais conhecida como Tan DaGod, foi morta a tiros no sábado, 20, durante um encontro com seus fãs em uma loja de produtos de beleza em Oakland, na Califórnia. A rapper não resistiu aos ferimentos e morreu no hospital.

 

Seis homens com máscaras a abordaram do lado externo da loja e, segundo testemunhas ouvidas pela NBC, discutiram com Alliauna. Tiros foram disparados. A polícia de Oakland não divulgou a motivação do crime.

 

Em seu Instagram, Alliauna publicou a data e o local em que se apresentaria, participando da inauguração da loja. Um dos funcionários do empreendimento comentou que teria ouvido tiros, mas pensou que fizessem parte da música. "Ouvi três tiros muito altos. Acho que ouvi a rapper gritando 'eu fui atingida'. Ela ficou no chão até que os socorristas chegassem", disse ele ao jornal americano Daily Mail.

 

A dona de um restaurante próximo, Sul Cho, também estava por perto e contou: "Ele estava mirando apenas nela, eu vi. Não estava atirando em todo mundo, só nela". As investigações da polícia ainda não foram concluídas.

 

Fãs da artista especularam sobre o possível envolvimento do ex-namorado de Alliauna no crime. A rapper esteve presa em 2020, após ter atirado no então parceiro num gesto de autodefesa. Em seu último EP, Tan DaGod aborda o assunto: "Você nunca deveria ter morrido. Nunca deveria ter brincado comigo, então vou levar isso para o 'third degree' (expressão usada para o interrogatório de um suspeito pela polícia)".

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A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), no Rio Grande do Sul, divulgou a lista das sete vítimas que morreram no acidente de trânsito da sexta-feira, 4, em Imigrante, no Vale do Taquari. Um ônibus que transportava estudantes e professores do curso de paisagismo do Colégio Politécnico da UFSM tombou por volta de 11h15, na altura do quilômetro 3,5 da rodovia RSC-453.

Informações preliminares indicam que o coletivo perdeu o freio, saiu da pista e caiu em uma ribanceira.

Ao todo, 33 pessoas estavam no ônibus, incluindo o motorista - 26 delas ficaram feridas e precisaram ser hospitalizadas.

A viagem foi realizada para uma visita técnica ao cactário Horst, na mesma cidade.

As vítimas que foram a óbito identificadas são: Dilvani Hoch, Elizeth Fauth Vargas, Fátima E. R. Copatti, Flavia Marcuzzo Dotto, Janaina Finkler, Marisete Maurer e Paulo Victor Estefanói Antunes.

Em nota divulgada na manhã deste sábado, 5, a universidade lamentou a morte das vítimas e disse que presta ajuda e apoios aos familiares e amigos enlutados.

"A força tarefa entre Prefeitura Municipal de Santa Maria, Defesa Civil, Brigada Militar, Ministério Público Estadual e UFSM permanece em contato com as famílias para auxiliá-los com encaminhamento dos trâmites legais e apoio psicológico", disse a UFSM, em comunicado.

A universidade informou também o nome dos sobreviventes que foram hospitalizados. Mais de 20 precisaram ser levados para unidades médicas em Lajeado, Teutônia e Estela.

Outras quatro pessoas, que estavam na lista de passageiros, acabaram não embarcando no ônibus.

Por conta do acidente, a Universidade Federal de Santa Maria decretou luto por três dias e suspendeu as atividades universitárias na sexta-feira e neste sábado.

Previsto para ser realizado na segunda e terça-feira, 7 e 8 de abril, o 1º Congresso Internacional de Vítimas de Queimaduras em Tragédias, organizado pela Associação dos Familiares de Vítimas e Sobreviventes da Tragédia de Santa Maria (AVTSM), também foi suspenso.

Vítimas do acidente com ônibus da Escola Politécnica da UFSM

Vítimas que foram a óbito

Dilvani Hoch

Elizeth Fauth Vargas

Fátima E. R. Copatti

Flavia Marcuzzo Dotto

Janaina Finkler

Marisete Maurer

Paulo Victor Estefanói Antunes

Vítimas que precisaram ser hospitalizadas

Ana Cassia Muller

Celmar Borges Eisenhardt

César Augusto Vielma Infante

Cristina Zanini Santana

Daniela Gracioli

Delma da Silva da Silva

Eliane Ravazi Matos

Émerson Andrade dos Santos

Gabriela Dalcin Marques

Gabriela Henning Osmari

Liandra Gabriele dos Santos

Lucas Jacobi Dalcin

Maria Eliane Savegnago

Marlon Dornelles Ribas

Roberta Fortes Dalmoso

Vanessa Rodrigues Pucci

Vera Conceição Goés Mario

Denise Estivalete Cunha

Marília Milani

Marcia Lenir Gerhardt

Karina Vieira da Silva

Fernanda Gonçalves de Menezes

Teresinha Maria Vendrusculo

Marta Denise Mazuim

Isabela Morais Machado

Rodolfo Boop

As chuvas intensas que atingem o Rio de Janeiro interditaram rodovias, causaram alagamentos e deixaram pessoas desabrigadas em várias regiões do Estado. Em Petrópolis e Angra dos Reis, as sirenes da Defesa Civil alertam as pessoas para deixarem as casas e procurarem abrigos, devido ao risco de inundações e deslizamentos.

A enchente do Rio Quitandinha alagou o Centro Histórico de Petrópolis, na região serrana do Rio de Janeiro, na manhã deste sábado, 5. Ruas e avenidas da cidade, como a Avenida Barão do Rio Branco, estão com pontos de alagamentos, o que obrigou ao remanejamento de mais de 100 linhas de ônibus.

A prefeitura da cidade abriu pontos de apoio para receber moradores de áreas de risco.

Até a tarde deste sábado, 193 pessoas estavam desalojadas em Angra dos Reis, no litoral do Rio. De acordo com a prefeitura, entre a noite de sexta-feira, 4 e a madrugada deste sábado, a chuva acumulou 347 milímetros no município.

Foram abertos 36 pontos de apoio, entre eles quatro abrigos, para receber os desalojados.

Às 10h47, as sirenes foram acionadas nas regiões com risco de deslizamento na serra fluminense. Às 9h50, já havia soado o sistema de alerta no Alto da Serra, Vila Felipe, Alto Independência e Vila Felipe.

A Defesa Civil orientou os moradores das áreas de risco a se deslocarem para o ponto de apoio mais próximo e reforçou a importância de obedecer aos alertas.

Quatro escolas municipais, uma escola comunitária e um salão paroquial foram transformados em abrigos para os desalojados.

Ao meio-dia, a Defesa Civil informou ter aberto mais dois pontos de apoio em duas escolas das regiões de Corrêas e Araras. Não havia ainda um número de moradores que já tinham se deslocado para os pontos de apoio.

Paes pede para os cariocas ficarem em casa

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD) postou um vídeo nas suas redes sociais pedindo que os cariocas fiquem em suas casas por conta dos impactos e riscos das fortes chuvas que atingem a região.

"O meu pedido é para que, quem não tiver que sair, fique em casa. Aproveita o sábado chuvoso, fica em casa, lê um livro, vê uma série", disse o prefeito.

Medidas e ações após a chuva no Estado

A Concer, concessionária que administra a BR-040 reabriu a praça de pedágio de Caxias, no sentido de Petrópolis, que tinha sido fechada preventivamente. A empresa informou restrição de tráfego no km 112 e km 113, sentido Rio, devido a alagamentos, e queda de árvore no km 90, na descida da serra de Petrópolis.

Em Angra dos Reis, equipes do setor de engenharia da Defesa Civil foram acionadas para realizar vistorias e realizar o resgate de pessoas isoladas pelas chuvas.

No bairro da Mambucaba, o resgate está sendo feito com o auxílio de barcos. Desde a manhã, as sirenes de alerta soaram em 42 bairros. Não há informações sobre pessoas feridas.

Um avião monomotor foi obrigado a fazer um pouso forçado nos meio dos carros, na Rodovia Governador Mário Covas (BR-101), em Garuva, no norte de Santa Catarina, neste sábado, 5. O avião planou sobre os veículos e pousou no mesmo sentido do tráfego, bem à frente de uma carreta bitanque.

O piloto conduziu a aeronave para o acostamento da rodovia, mas parte da fuselagem e a asa esquerda ficaram sobre a pista.

A carreta conseguiu frear sem colidir com o monomotor.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF). o incidente aeronáutico aconteceu no km 15 da rodovia, próximo à divisa com o Paraná e no sentido de Florianópolis.

As duas pessoas que estavam a bordo, o piloto e o proprietário da aeronave, nada sofreram.

Ainda segundo a PRF, o avião tinha decolado do aeroclube de Garuva e seguia para Joinville, quando houve uma pane no motor, obrigando o piloto a fazer um pouso de emergência.

De acordo com a concessionária Arteris Litoral Sul, que administra a rodovia, o avião foi retirado da estrada no início da tarde e o acostamento e a faixa da direita foram liberados.

A aeronave foi empurrada até um ponto fora da rodovia e passava por inspeção mecânica. Se estiver em condições de voo, a pista pode ser fechada para a decolagem. A outra hipótese é a desmontagem das asas para o transporte do avião por terra.

Por se tratar de incidente aeronáutico, a reportagem entrou em contato com a Força Aérea Brasileira e aguardava retorno até o fechamento deste texto.