Sting anuncia três shows no Brasil; veja datas, cidades e como comprar

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Sting anunciou, nesta segunda-feira, 23, que três cidades brasileiras farão parte da turnê Sting 3.0, com seu novo trio, que percorrerá Estados Unidos, Reino Unido e América Latina em 2025. No País, os shows ocorrem em 14, 16 e 18 de fevereiro, no Rio de Janeiro, em São Paulo e em Curitiba, respectivamente.

 

Além do Brasil - o único país latino a receber mais de um show -, a turnê deve passar por Chile, Peru, Argentina, Equador, Colômbia, México e República Dominicana. O setlist incluirá hits de toda a discografia de Sting.

 

Clientes do banco Santander podem ter acesso à pré-venda dos ingressos a partir desta quarta-feira, 25. Nos dias 25 e 26 de setembro, clientes Santander Select e Private podem adquiri-los com parcelamento em até 5x sem juros. Para os demais clientes Santander, a pré-venda ocorre somente no dia 26.

 

Já a venda geral tem início na sexta-feira, 27. As entradas serão vendidas pela Ticketmaster, a partir das 10h, em ambos os dias. Nas bilheterias físicas (sem taxa de serviço), as vendas começam a partir das 11h.

 

Quando e onde ocorrem os shows

 

Rio de Janeiro, dia 14/02/2025 (Farmasi Arena), com ingressos entre R$ 230,00 e R$ 780,00

 

São Paulo, dia 16/02/2025 (Parque Ibirapuera), com ingressos entre R$ 340,00 e R$ 980,00

 

Curitiba, dia 18/02/2025 (Pedreira Paulo Leminski), com ingressos entre R$ 245,00 e R$ 840,00

 

O vocalista do The Police já está em turnê e percorre atualmente cidades dos Estados Unidos. No início do mês, ele lançou sua primeira música inédita desde o álbum The Bridge, de 2021. O single I Wrote Your Name (Upon My Heart) tem Sting nos vocais, guitarra e baixo e a colaboração do guitarrista Dominic Miller, do baterista Chris Maas e do tecladista e produtor Martin Kierszenbaum.

 

Miller e Maas fazem parte do novo trio de Sting, o Sting 3.0. Maas foi baterista de turnê da banda Mumford and Sons e Miller é um colaborador de longa data do cantor.

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Passageiros enfrentam transtorno na Linha 3-Vermelha do Metrô de São Paulo na manhã desta quinta-feira, 3, na capital paulista. A interferência foi registrada pouco antes das 7 horas da manhã.

De acordo com a companhia, os trens estão circulando com velocidade reduzida e maior tempo de parada nas estações em razão de uma falha em um equipamento na via na Estação Tatuapé, na zona leste. No entanto, o problema já provoca efeito também em outras estações, conforme relatos feitos nas redes sociais.

O Metrô afirma que equipes ainda trabalhavam, por volta das 8h, para resolver o quanto antes a situação.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou lei que institui o "Programa de Reconstrução Dentária para Mulheres Vítimas de Violência Doméstica no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS)". O texto sancionado está no Diário Oficial da União (DOU). O atendimento odontológico será garantido, prioritariamente, em clínicas e hospitais públicos ou conveniados ao SUS.

De acordo com a nova lei, o programa pretende assegurar o tratamento odontológico necessário à plena recuperação bucal das vítimas, incluídos procedimentos de reconstrução, próteses, tratamentos estéticos e ortodônticos, entre outros serviços.

"Para acesso ao Programa de Reconstrução Dentária para Mulheres Vítimas de Violência Doméstica, a mulher deverá apresentar documentos que comprovem a situação de violência, conforme regulamentação", cita a norma. "O Poder Executivo deverá regulamentar esta lei para definir os critérios de acesso ao Programa de Reconstrução Dentária para Mulheres Vítimas de Violência Doméstica, detalhar os procedimentos de atendimento odontológico e estabelecer parcerias com instituições de ensino e pesquisa, sempre que necessário, a fim de aprimorar a prestação de serviços odontológicos", acrescenta.

O encaminhamento das obras de extensão da Avenida Marquês de São Vicente, na zona oeste da capital, poderá levar à desativação do Viaduto João Goulart, conhecido como Minhocão, de acordo com o prefeito de São Paulo Ricardo Nunes (MDB). O viaduto liga a região da Praça Roosevelt, no centro da cidade, ao Largo Padre Péricles, na Barra Funda.

A declaração de Nunes foi dada à imprensa nesta quarta-feira, 2. O chefe do Executivo disse que está encaminhado um estudo da SPUrbanismo, empresa pública vinculada à Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento (SMUL), que prevê a extensão da Avenida Marquês de São Vicente até o bairro do Tatuapé, na zona leste.

O prolongamento da via faz parte do plano de metas da Prefeitura, divulgado na última terça. A administração diz que o futuro corredor terá 6,9 quilômetros e vai conectar as avenidas Sergio Tomás até a Salim Farah Maluf, "desativando o posterior do Elevado Presidente João Goulart".

De acordo com o prefeito, a extensão vai trazer melhorias para a mobilidade da capital. "Tem um estudo da SPUrbanismo que, com a extensão da (Avenida) Marquês até o (bairro) Tatuapé, a gente vai poder desafogar bem o trânsito e fazer uma ligação entre as zonas oeste e leste - obviamente passando pelo centro. Dando certo, vai possibilitar que a gente desative o Minhocão", disse Nunes.

O prefeito diz que ainda não é possível saber se vai reaproveitar o espaço do viaduto para transformá-lo e ser ocupado de outra forma, ou se vai demolir o elevado. "Agora, se a gente vai desativar o Minhocão com demolição ou fazer um High Line, a gente tem de discutir com a sociedade. É um tema polêmico", afirmou. O High Line, citado pelo prefeito, é uma espécie de parque suspenso.

Nunes diz que a Prefeitura encomendou um projeto de túnel para ligar as zonas oeste e leste da cidade, mas que a ideia não foi adiante por causa do alto custo. E explicou, ainda, que a extensão da Marquês de São Vicente está "bem trabalhada".

"A gente tinha feito a encomenda de um projeto de fazer um túnel. A hora que chegaram os estudos, a gente viu que era inviável pelo custo", disse Nunes. "Agora, essa proposta de extensão da Marquês de São Vicente está bem trabalhada, pronta para a gente fazer as desapropriações - que não são tantas - e poder ter mais essa via na cidade", disse Nunes.

Construído em 1971, o Minhocão foi erguido com a proposta de dar vazão ao fluxo de veículos na capital paulista, que crescia na época. Com o tempo, o viaduto - cuja extensão passa pelos bairros República, Santa Cecília e Barra Funda - passou a receber críticas, seja por provocar desvalorização dos imóveis nas proximidades ou acentuar a deterioração urbana da região.

Atualmente, o Minhocão é usado para veículos de segunda a sexta até 20h. Deste horário até 22h, o elevado é fechado para uso de pedestres, que aproveitam o espaço para praticar atividades físicas. Aos finais de semana e feriados, o viaduto também fica fechado para veículos e aberto ao público, das 7h até 22h.