STF decide que condenação criminal não impede posse de concursados

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O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira, 4, que pessoas condenadas criminalmente não podem ser impedidas de assumir cargos públicos se forem aprovadas em concurso, apesar dos débitos acumulados com a Justiça Eleitoral durante o cumprimento da pena.

Uma das regras para a admissão dos candidatos na administração pública, pela via do concurso, é que eles estejam em dia com suas obrigações eleitorais.

O requisito acabou virando uma barreira para a admissão de pessoas presas em regime semiaberto ou que acabaram de cumprir suas penas. Isso porque a condenação criminal impõe a perda automática dos direitos políticos, o que significa que os presos não podem votar nem se candidatar nas eleições.

A Corte decidiu que o início do efetivo exercício do trabalho ficará condicionado ao regime da pena ou à decisão judicial do juízo de execuções penais, que deve analisar a compatibilidade de horários.

O caso chegou ao STF a partir de um recurso da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) contra decisão do Tribunal Regional Federal da 1.ª Região (TRF1), em Brasília, que determinou a admissão de um candidato aprovado em concurso para o cargo de auxiliar de indigenismo.

Condenado três vezes por tráfico de drogas, ele foi aprovado no vestibular, enquanto estava preso, e cursou Direito na Universidade Estadual de Roraima. Também foi selecionado nos processos de estágio da Procuradoria do Trabalho de Boa Vista e do Ministério Público de Roraima e, por fim, aprovado em um concurso para fiscal de tributos da Prefeitura de Caracaraí.

Os ministros defenderam que a administração pública tem o dever de promover a ressocialização dos presos. "E não há ressocialização sem estudo e sem trabalho", defendeu o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso.

Moraes argumentou ainda que, por ser uma imposição, a perda dos direitos políticos não pode afetar quem foi condenado. "Ele (condenado) não está quites, digamos assim, com a Justiça Eleitoral, não é porque ele não quer, é porque ele não pode votar", destacou o ministro. "Se ele está impedido de votar pela condenação, obviamente, ele não pode sofrer um duplo prejuízo."

A maioria foi formada com os votos dos ministros André Mendonça. Edson Fachin, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Luís Roberto Barroso.

Ficaram vencidos os ministros Cristiano Zanin e Dias Toffoli. Zanin argumentou que a decisão poderia prejudicar os demais candidatos.

"A hipótese ora cogitada, investidura em cargo público sem preenchimento dos requisitos legais, em concurso já em andamento, causaria prejuízo aos demais candidatos que preencheram todos os requisitos legais bem como aos eventuais interessados no certame que não participaram por estarem com os direitos políticos suspensos, o que configuraria uma efetiva violação ao princípio da isonomia", afirmou.

Já Toffoli defendeu que a própria administração pública pode ser prejudicada se houver necessidade de congelar a vaga até que o condenado termine de cumprir a pena. "Se nós fixarmos uma tese nesse sentido, nós vamos ter uma vaga aberta na administração pública que não será preenchida enquanto o cidadão não vier a cumprir toda a sua pena e essa vaga deixa de atender o interesse público", destacou;.

Kassio Nunes Marques se declarou impedido e não votou, porque já havia participado do julgamento no TRF1, onde foi desembargador antes da nomeação ao Supremo. Ele foi a favor da tese que agora veio a ser aprovada pelo STF. Gilmar Mendes não votou.

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A manhã desta quarta-feira, 26, no BBB 25 começou agitada com a ativação de um "botão misterioso", que promete mexer com os rumos do jogo. Vinícius foi quem decidiu apertá-lo e, com isso, precisou vetar um colega da próxima Prova do Líder - o escolhido foi Maike. Além disso, o brother precisa encarar o temido Quarto do Desafio.

O cômodo, totalmente escuro, exige que o participante encontre três letras que formam a palavra "Vip". Caso complete o desafio, Vinícius garante uma vaga no grupo Vip e o direito de vetar mais um participante da disputa pela liderança e ainda conquistar imunidade no Paredão. No entanto, se falhar, vai direto para Xepa, ficando automaticamente fora da Prova do Líder e ainda no Paredão.

A madrugada desta quarta-feira, 26, no BBB 25 foi marcada pela eliminação de Diogo Almeida. A saída do brother abalou sua mãe, Vilma, e seu affair, Aline, dentro do reality. Enquanto a casa acolheu as duas, Vitória Strada conseguiu comemorar discretamente seu retorno do Paredão.

Veja o resumo da madrugada pós-Paredão no BBB 25:

Abraço coletivo

Após a eliminação de Diogo, Vilma recebeu o abraço de todos os participantes do reality.

Emoção

Aline chorou nos braços de Vitória Strada após a saída do ator. A sister e Vilma receberam apoio da casa.

Dupla

Vilma avaliou a eliminação do filho e disse que era melhor ter saído junto com ele. A mãe do ator ainda brincou com a situação e afirmou que aguenta permanecer no reality.

Vitória

Vitória Strada comemorou sua permanência na casa de forma discreta no Quarto Nordeste. Camilla entrou no quarto e brincou com a sister.

Novas estratégias

Um Paredão termina para outro começar. João Pedro e Maike analisaram a situação da casa e contaram seus aliados no jogo.

Desabafo

Na área externa, Aline conversou com Camilla sobre seu comportamento com Diogo nos últimos dias. Mais tarde, Aline voltou a chorar e achou consolo em Vitória Strada.

Tranquilo

Antes de dormir no Quarto Fantástico, Vilma comentou a eliminação de Diogo e disse que o brother estava sofrendo com os desafetos na casa.

O ator Diogo Almeida foi o eliminado desta terça-feira, 25, no BBB 25 com 43,93% dos votos. Foi o recorde de votação da temporada. Vitória Strada recebeu 32,61% de votos, e Vilma, a mãe de Diogo, que sonha há 20 anos em participar do Big Brother, obteve 23,46%.

Muito emocionada, depois da saída de Diogo, ela disse: "Meu filho foi embora e eu fiquei. O que é isso?".

No discurso de eliminação, o apresentador Tadeu Schmidt refletiu sobre o impacto da saída de Diogo para a mãe, Vilma, e sobre o protagonismo do brother na casa. "No fim, nós sabemos o quanto você que está saindo hoje é uma pessoa especial. Não precisa ficar enumerando suas qualidades, as pessoas sabem. E aqui fora tem um monte de gente torcendo por você."

Em conversa com Tadeu Schmidt já fora da casa, Diogo disse que "o jogo é muito difícil". "Eu procurei seguir vivendo, procurando evoluir a cada dia", afirmou.

A saída do brother provocou diversas reações na casa. Aline chorou e foi consolada por outros participantes. "Não sei se isso está passando na sua cabeça, mas se for a sensação de se sentir culpada por algo, pelo amor de Deus, tira isso", aconselhou Guilherme.

Já Thamiris se disse "aliviada". "Depois que Diogo assumiu a skin de vilão, ele se reformulou", disse Camilla.

Relembre como foi a formação do Paredão

Diogo e Thamiris já estavam na berlinda como consequência do Big Fone. Camilla, que tinha o Poder Curinga do Sim ou Não, poderia tirar um participante do Big Fone para colocar outro. Ela tirou Thamiris e indicou Vilma.

O líder João Pedro indicou Vitória Strada ao Paredão. Depois, Camilla foi a pessoa mais votada pela casa e também foi indicada à berlinda.

A Prova Bate-Volta foi disputada por Diogo, Vilma e Camilla, que venceu e se livrou.

Quem já tinha saído do BBB 25?

- Arleane e Marcelo

- Edilberto e Raissa

- Giovanna

- Gabriel

- Mateus