Marina Helena e Nunes citam gestão do PSOL em Belém para criticar Boulos

Política
Tipografia
  • Pequenina Pequena Media Grande Gigante
  • Padrão Helvetica Segoe Georgia Times
A candidata Marina Helena (Novo) fez uma dobradinha com o atual prefeito Ricardo Nunes (MDB) utilizando sua primeira pergunta no debate para criticar o PSOL e o candidato do partido, Guilherme Boulos, com referência aos 662 assessores presentes na Prefeitura de Belém, comandada por Edmilson Rodrigues. Ela questionou Nunes sobre como reduzir o chamado "cabide de empregos".

"Continuaremos fazendo uma gestão com a máquina enxuta. O PSOL tem muito disso: trazer camaradas, inchar a máquina", afirmou Nunes em resposta. Ele ainda acrescentou que, quando o gestor consegue fazer o uso correto de recursos públicos, é possível investir na zeladoria da cidade, e citou o programa Asfalto Novo, realizado durante seu mandato.

A economista ainda aproveitou o seu tempo para alfinetar o candidato José Luiz Datena (PSDB). "Até o Datena que gaguejava no primeiro debate aprendeu a falar de proposta", disse.

Boulos

Guilherme Boulos criticou a atual gestão de Ricardo Nunes durante o debate do SBT, nesta sexta-feira, 20, por ter tido um secretário "negacionista" durante o mandato. Antônio Fernando Pinheiro Pedro, ex-secretário de Mudanças Climáticas, foi demitido do governo em julho de 2023.

"As pessoas que estão assistindo devem se surpreender quando veem o Ricardo Nunes falando aqui, ou a propaganda dele na televisão, depois sai na rua e vem a cidade. Até outro dia, o secretário dele era um negacionista do aquecimento global", disse ele, se referindo a uma fala do ex-secretário sobre o planeta se "salvar sozinho".

Em outra categoria

Autoridades de Israel e do Hamas disseram nesta terça-feira, 25, que chegaram a um acordo para trocar os corpos de reféns israelenses mortos pela libertação de centenas de prisioneiros palestinos, mantendo o frágil cessar-fogo intacto por pelo menos mais alguns dias.

Israel havia adiado a libertação de 600 prisioneiros palestinos desde sábado para protestar contra o que diz ser o tratamento cruel dos reféns durante sua libertação pelo Hamas. O grupo militante afirmou que o atraso é uma "grave violação" do cessar-fogo e que as negociações sobre uma segunda fase não seriam possíveis até que eles fossem libertados.

O enviado da Casa Branca para o Oriente Médio, Steve Witkoff, disse que deseja que as partes iniciem negociações sobre a segunda fase, durante a qual todos os reféns restantes mantidos pelo Hamas deverão ser libertados e um fim para a guerra deverá ser negociado.

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou, nesta terça-feira, 25, que também pretende comprar minerais de territórios da Rússia.

O comentário do republicano, em entrevista aos jornalistas no Salão Oval, ocorreu após ele afirmar que se o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, quiser vir à Washington para tratar do acordo com os EUA, seria bem recebido. "O acordo é sobretudo sobre minerais raros."

O presidente americano assinou ainda nesta terça-feira uma ordem executiva que restabelece a exigência de publicação online por hospitais de custos de serviços médicos.

A juíza do Tribunal Distrital dos EUA, Loren AliKhan, bloqueou na terça-feira, 25, indefinidamente a administração do presidente Donald Trump de congelar o financiamento federal anteriormente concedido.

A decisão afeta organizações sem fins lucrativos, grandes e pequenas, nos EUA, que financiam desde a mitigação de inundações até cuidados a idosos e pré-escolas.

A decisão do tribunal federal de Washington foi em resposta a um pedido de liminar contra o governo, solicitado pela organização sem fins lucrativos Democracy Forward em nome de várias outras organizações sem fins lucrativos e proprietários de pequenas empresas.

As organizações sem fins lucrativos procuraram uma ação mais enérgica por parte dos tribunais depois de a Casa Branca ter indicado que ainda planejava prosseguir com um congelamento do financiamento, mesmo depois de o Escritório de Gestão e Orçamento (OMB, na sigla em inglês) ter revogado um memorando que originalmente bloqueava os recursos e à medida que aumentavam as provas de que agências como a Fundação Nacional de Ciência, a Agência de Proteção Ambiental e a Agência Federal de Gestão de Emergências não tinham retomado totalmente o financiamento, de acordo com o processo judicial do Democracy Forward.

Depois que o memorando do OMB foi revogado no final de janeiro, a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, disse nas redes sociais que a ação "NÃO era uma rescisão do congelamento do financiamento federal. É simplesmente uma rescisão do memorando do OMB".

A Casa Branca não respondeu aos pedidos de comentários na terça-feira.