Boulos e Datena fazem dobradinha em debate e criticam agressores de mulheres

Política
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Os candidatos à Prefeitura de São Paulo Guilherme Boulos (PSOL) e José Luiz Datena (PSDB) começaram o debate no SBT, nesta sexta-feira, 20, criticando de forma conjunta a insegurança na capital, principalmente para as mulheres.

Boulos começou dizendo que um dos problemas em São Paulo é a violência contra a mulher e que a Patrulha Maria da Penha está "desmobilizada". Datena, então, falou de suas propostas. "Primeiro, aumentar essas patrulhas que são fundamentais para a defesa da mulher. Eu, todos os dias no meu programa, venho criticando agressores, bandidos e canalhas que agridem e matam mulheres. Todos os dias. Essas patrulhas serão aumentadas e bem equipadas".

O candidato tucano afirmou que negociará mais delegacias da mulher junto com o governo estadual. "A minha proposta para o governo do Estado, se houver verba, de uma forma compartilhada, é colocar uma Delegacia da Mulher em cada uma das 32 subprefeituras em São Paulo para que haja resposta imediata a uma agressão".

Boulos retrucou, falando que "São Paulo nunca esteve tão insegura". "Esse é o sentimento de todo mundo que está na rua e fica com medo de pegar até o celular, de andar em uma rua mal iluminada na cidade, principalmente para as mulheres, que são as principais vítimas".

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Autoridades de Israel e do Hamas disseram nesta terça-feira, 25, que chegaram a um acordo para trocar os corpos de reféns israelenses mortos pela libertação de centenas de prisioneiros palestinos, mantendo o frágil cessar-fogo intacto por pelo menos mais alguns dias.

Israel havia adiado a libertação de 600 prisioneiros palestinos desde sábado para protestar contra o que diz ser o tratamento cruel dos reféns durante sua libertação pelo Hamas. O grupo militante afirmou que o atraso é uma "grave violação" do cessar-fogo e que as negociações sobre uma segunda fase não seriam possíveis até que eles fossem libertados.

O enviado da Casa Branca para o Oriente Médio, Steve Witkoff, disse que deseja que as partes iniciem negociações sobre a segunda fase, durante a qual todos os reféns restantes mantidos pelo Hamas deverão ser libertados e um fim para a guerra deverá ser negociado.

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou, nesta terça-feira, 25, que também pretende comprar minerais de territórios da Rússia.

O comentário do republicano, em entrevista aos jornalistas no Salão Oval, ocorreu após ele afirmar que se o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, quiser vir à Washington para tratar do acordo com os EUA, seria bem recebido. "O acordo é sobretudo sobre minerais raros."

O presidente americano assinou ainda nesta terça-feira uma ordem executiva que restabelece a exigência de publicação online por hospitais de custos de serviços médicos.

A juíza do Tribunal Distrital dos EUA, Loren AliKhan, bloqueou na terça-feira, 25, indefinidamente a administração do presidente Donald Trump de congelar o financiamento federal anteriormente concedido.

A decisão afeta organizações sem fins lucrativos, grandes e pequenas, nos EUA, que financiam desde a mitigação de inundações até cuidados a idosos e pré-escolas.

A decisão do tribunal federal de Washington foi em resposta a um pedido de liminar contra o governo, solicitado pela organização sem fins lucrativos Democracy Forward em nome de várias outras organizações sem fins lucrativos e proprietários de pequenas empresas.

As organizações sem fins lucrativos procuraram uma ação mais enérgica por parte dos tribunais depois de a Casa Branca ter indicado que ainda planejava prosseguir com um congelamento do financiamento, mesmo depois de o Escritório de Gestão e Orçamento (OMB, na sigla em inglês) ter revogado um memorando que originalmente bloqueava os recursos e à medida que aumentavam as provas de que agências como a Fundação Nacional de Ciência, a Agência de Proteção Ambiental e a Agência Federal de Gestão de Emergências não tinham retomado totalmente o financiamento, de acordo com o processo judicial do Democracy Forward.

Depois que o memorando do OMB foi revogado no final de janeiro, a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, disse nas redes sociais que a ação "NÃO era uma rescisão do congelamento do financiamento federal. É simplesmente uma rescisão do memorando do OMB".

A Casa Branca não respondeu aos pedidos de comentários na terça-feira.