AtlasIntel Fortaleza: Leitão tem 28,1% dos votos válidos, e Fernandes aparece com 28%

Política
Tipografia
  • Pequenina Pequena Media Grande Gigante
  • Padrão Helvetica Segoe Georgia Times
Pesquisa AtlasIntel divulgada no final da manhã deste sábado, 5, mostra o presidente da Assembleia Legislativa do Ceará, Evandro Leitão (PT), que tem 28,1% dos votos válidos, indo para o segundo turno contra o deputado federal André Fernandes, que aparece apenas 0,1 ponto porcentual abaixo, com 28%. Correm por fora o atual prefeito, José Sarto (PDT), com 23,2%, e o ex-deputado federal Capitão Wagner (União), com 17,6%.

Pesquisa AtlasIntel divulgada no final da manhã deste sábado, 5, mostra o presidente da Assembleia Legislativa do Ceará, Evandro Leitão (PT), que tem 28,1% dos votos válidos, indo para o segundo turno contra o deputado federal André Fernandes, que aparece apenas 0,1 ponto porcentual abaixo, com 28%. Correm por fora o atual prefeito, José Sarto (PDT), com 23,2%, e o ex-deputado federal Capitão Wagner (União), com 17,6%.

Já o senador Eduardo Girão (Novo) tem 2% dos votos válidos; Técio Nunes (PSOL) aparece com 0,9%. George Lima (Solidariedade) e Chico Malta (PCB) não pontuaram. O cálculo dos votos válidos exclui os indecisos e os entrevistados que responderam que votarão em branco ou anularão o voto.

Nos votos totais, que contabilizam votos brancos ou nulos e os que não sabem, Leitão tem 27,5% e Fernandes aparece com 27,5%. Eles são seguidos por Sarto, com 22,8%, Wagner, com 17,3%, Girão, com 2%, e Nunes, com 0,9%. 1,2% dos entrevistados não sabem e 0,6% votará branco ou nulo. Malta e Lima não pontuaram.

A AtlasIntel ouviu 2.601 eleitores de Fortaleza entre os dias 29 de setembro e 4 de outubro. O índice de confiabilidade é de 95%, com margem de erro de dois pontos porcentuais para cima ou para baixo. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número CE-08216/2024.

O cenário é parecido com o levantamento anterior feito pela AtlasIntel em Fortaleza, de 24 de setembro. Leitão oscilou 2,9 pontos porcentuais para cima, enquanto Fernandes oscilou 2,5 pontos para cima. Sarto oscilou 0,8 pontos para baixo, e Wagner subiu três pontos.

Segundo turno

Num eventual segundo turno entre Leitão e Fernandes, a pesquisa diz que o petista tem cinco pontos porcentuais de vantagem, com 44% dos votos ante 39% do deputado do PL. 15% votariam branco ou nulo e 2% não sabem responder.

Leitão, porém, aparece numericamente abaixo num eventual duelo contra Sarto, (34% ante 37%, com 26% de votos brancos ou nulos e 2% que não sabem em quem votarão) e contra Wagner (39% ante 43%, com 16% de votos brancos ou nulos e 2% que não sabem).

Os reveses se repetem com Fernandes, com uma discrepância maior. Contra Sarto, ele está 12 pontos porcentuais abaixo (36% ante 48%, com 14% de votos brancos ou nulos e 2% que não sabem). Contra Wagner, ele está nove pontos porcentuais abaixo (31% ante 40%, com 26% de votos brancos ou nulos e 3% que não sabem).

Numa eventual disputa de Sarto contra Wagner, o prefeito está três pontos porcentuais acima. Ele tem 41% dos votos, ante 38% do ex-deputado federal. 26 % votam branco ou nulo e 3% não sabem.

Rejeição

Segundo o levantamento, os cidadãos fortalezenses tem uma imagem predominantemente negativa sobre todos os candidatos. 48% dos entrevistados reprovam Wagner e Girão, 55% rejeitam Leitão e Sarto e André Fernandes lidera o índice, com 60%.

Em outra categoria

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou, nesta terça-feira, 25, que também pretende comprar minerais de territórios da Rússia.

O comentário do republicano, em entrevista aos jornalistas no Salão Oval, ocorreu após ele afirmar que se o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, quiser vir à Washington para tratar do acordo com os EUA, seria bem recebido. "O acordo é sobretudo sobre minerais raros."

O presidente americano assinou ainda nesta terça-feira uma ordem executiva que restabelece a exigência de publicação online por hospitais de custos de serviços médicos.

A juíza do Tribunal Distrital dos EUA, Loren AliKhan, bloqueou na terça-feira, 25, indefinidamente a administração do presidente Donald Trump de congelar o financiamento federal anteriormente concedido.

A decisão afeta organizações sem fins lucrativos, grandes e pequenas, nos EUA, que financiam desde a mitigação de inundações até cuidados a idosos e pré-escolas.

A decisão do tribunal federal de Washington foi em resposta a um pedido de liminar contra o governo, solicitado pela organização sem fins lucrativos Democracy Forward em nome de várias outras organizações sem fins lucrativos e proprietários de pequenas empresas.

As organizações sem fins lucrativos procuraram uma ação mais enérgica por parte dos tribunais depois de a Casa Branca ter indicado que ainda planejava prosseguir com um congelamento do financiamento, mesmo depois de o Escritório de Gestão e Orçamento (OMB, na sigla em inglês) ter revogado um memorando que originalmente bloqueava os recursos e à medida que aumentavam as provas de que agências como a Fundação Nacional de Ciência, a Agência de Proteção Ambiental e a Agência Federal de Gestão de Emergências não tinham retomado totalmente o financiamento, de acordo com o processo judicial do Democracy Forward.

Depois que o memorando do OMB foi revogado no final de janeiro, a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, disse nas redes sociais que a ação "NÃO era uma rescisão do congelamento do financiamento federal. É simplesmente uma rescisão do memorando do OMB".

A Casa Branca não respondeu aos pedidos de comentários na terça-feira.

Nesta terça-feira, 25, a Casa Branca informou que Amy Gleason era a administradora interina do Departamento de Eficiência Governamental (Doge, na sigla em inglês). Gleason é ex-funcionária do U.S. Digital Service, que Donald Trump rebatizou como Doge por meio de uma ordem executiva.

Todavia, o Congresso não criou o Doge e não confirmou alguém para dirigi-lo. Em vez disso, Trump disse na semana passada que assinou a ordem que o criou e colocou o bilionário Elon Musk no comando. A cláusula exige que os líderes dos órgãos federais sejam formalmente nomeados pelo presidente e confirmados pelo Senado.