'BBB 25': Diego se compara a 'cachorro de rua' e repensa alianças no jogo

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Durante uma conversa na manhã desta quinta-feira, 6, antes do retorno de Gracyanne Barbosa ao jogo, Diego Hypolito desabafou sobre sua estratégia dentro do BBB 25. Após enfrentar dois paredões, o ginasta revelou que está reavaliando suas alianças e prioridades dentro da casa.

"O que acontece? Como, cara, eu passei por dois paredões, eu não quero passar por um terceiro paredão. Eu estou começando a reparar quem são as minhas prioridades de verdade, efetivamente", afirmou.

Diego também usou uma comparação inusitada para descrever seu comportamento no jogo. "Me trata bem, eu já tô achando que é meu dono e eu vou. Eu tô falando sério, gente. E eu acho isso péssimo, porque eu fico perdido", disse, ao se comparar a um "cachorro de rua".

A conversa aconteceu com Thamiris, Mateus Pires e Vitória Strada, que ouviram atentamente seu desabafo. Thamiris comentou que Diego parecia mais atento à movimentação dos brothers na casa e destacou que a festa da noite anterior pode ter ajudado a clarear algumas percepções. Mateus Pires, por sua vez, sugeriu que ele refletisse sobre quem realmente está ao seu lado, enquanto Vitória Strada concordou que o jogo estava começando a exigir decisões mais estratégicas.

Influência de Tadeu Schmidt

O brother mencionou que as palavras do apresentador Tadeu Schmidt o fizeram refletir sobre sua posição no jogo. "O Tadeu foi enfático sobre isso. E isso me fez refletir muito sobre a questão... do paredão. Cara, me fez demais", disse Diego.

Antes de encerrar o desabafo, ele revelou que a reflexão continuou durante a noite. "Eu observei uma coisa que eu fui dormir pensando nisso. Eu parei de dar satisfação. As coisas acontecem", concluiu.

Mudanças no jogo

Pouco depois da conversa de Diego, Gracyanne Barbosa retornou do Quarto Secreto, trazendo mudanças significativas para o jogo. A dinâmica do Freeze resultou na penalização de todos os participantes, que foram colocados no "Tá Com Nada", enquanto Gracyanne garantiu sua permanência no VIP.

Além disso, os brothers também foram informados sobre o fim das duplas, tornando a disputa individual a partir de agora.

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Após criticar a proposta de construir um teleférico em São Paulo, encampada por Pablo Marçal (PRTB) durante a campanha eleitoral de 2024, o prefeito da capital paulista, Ricardo Nunes (MDB), planeja a construção do modal na Brasilândia, na zona norte da cidade.

O projeto é estudado pela SP Urbanismo, empresa pública da Prefeitura para projetos urbanos, e prevê uma linha com 4,6 quilômetros de extensão, com cabines para dez pessoas e velocidade média de 18 km/h. A informação é do UOL e foi confirmada ao portal por Nunes.

Segundo o veículo, o modal ligará a Avenida Cantídio Sampaio ao CEU Paz. A instalação de uma estação intermediária no Terminal Vila Nova Cachoeirinha é avaliada. A estimativa é que o teleférico transporte até 3.210 pessoas por hora em cada um dos sentidos e tenha o custo de implementação de R$ 1 bilhão.

Durante o debate promovido pelo Estadão em parceria com o portal Terra em Faap, em 14 de agosto, Nunes ironizou o projeto de construção de um teleférico apresentado por Marçal. "Aqui não é nem Disneylândia nem Playcenter para fazer teleférico", ironizou o prefeito, que tentava a reeleição.

Em uma convenção realizada com pré-candidatos a vereador em julho de 2024, Nunes chamou a proposta do teleférico de "mirabolante". "Conseguimos deixar a casa em ordem, tudo para podermos ter os melhores próximos quatro anos da história de São Paulo, com ainda mais entregas, e não prometendo planos mirabolantes que, irresponsavelmente, alguns pré-candidatos a prefeito fazem por aí. Até teleférico estão anunciando", disse Nunes na ocasião.

Ao UOL, o prefeito explicou que, enquanto o candidato do PRTB falava de um "cinturão" entre pontos da capital distantes entre si, o projeto estudado pela SP Urbanismo está adaptado ao relevo da região. "Marçal falava em um cinturão, absolutamente impróprio para o relevo da cidade. O nosso é pontual para uma situação onde temos um ponto alto que precisa conectar com o ponto baixo", afirmou o prefeito ao portal.

Um protesto contrário à concessão das linhas da CPTM à iniciativa privada terminou em tumulto e confronto com a Polícia Militar. Três manifestantes foram detidos no início da tarde desta quinta-feira, 27. O ato ocorreu na sede da Secretaria de Transportes Metropolitanos do governo, no centro de São Paulo.

Imagens que circulam nas redes sociais mostram agentes do Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep) atingindo manifestantes com cassetetes e usando bombas de efeito moral para dispersar o grupo. Nas imagens, é possível ver pessoas sangrando.

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública do Estado disse que, por volta das 13 horas, houve tentativa de invasão de um prédio público. "A polícia interveio e três pessoas foram detidas". Os manifestantes seguiram pela Rua Florêncio de Abreu em direção à Praça da República. Na sequência, a Rua Boa Vista, que chegou a ser bloqueada, foi liberada.

A SSP diz que a PM analisa as imagens da manifestação e, se encontrar irregularidades, tomará as devidas providências. "A instituição reforça que não compactua com desvios de conduta e todos os excessos são punidos com rigor", completou a pasta, no comunicado.

Em nota, a gestão Tarcísio de Freitas (Republicanos) afirma que o projeto de concessão das Linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade "tem como objetivo ampliar a oferta de transporte público de qualidade" e "modernizar" a operação. O leilão, que será realizado nesta sexta-feira, 28, na B3, prevê investimento de R$ 14,3 bilhões ao longo de 25 anos da futura concessão.

Os funcionários das três linhas da CPTM chegaram a anunciar greve esta semana, mas desistiram da paralisação após audiência na Justiça do Trabalho.

A PPP é aberta a concorrentes individuais e em consórcio, nacionais e estrangeiros. Dentre as propostas confirmadas, estão uma do Grupo Comporte, parte do consórcio responsável pelo futuro Trem Intercidades (até Campinas) e outra do Grupo CCR, o mesmo da ViaMobilidade (que responde hoje pelas linhas 5-Lilás, 8-Diamante, 9-Esmeralda e futura 17-Ouro).

As linhas 8 - Diamante e 9 - Esmeralda são operadas pela ViaMobilidade desde janeiro de 2022. Ao longo dos últimos anos, porém, ambas registraram falhas e o Ministério Público de São Paulo recomendou que o contrato fosse rompido.

Em agosto de 2023, a concessionária assinou Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o MP se comprometendo a implementar melhorias.

Em nota, a ViaMobilidade diz ter feito investimentos em melhorias e que a qualidade do serviço foi reconhecida em pesquisa de satisfação. "Vem investindo continuamente na modernização e na melhoria de sua infraestrutura metroferroviária e na capacitação dos seus colaboradores", com R$ 4,1 bilhões em investimentos.

A pesquisa Pulso Brasil do Instituto de Pesquisas Sociais, Politicas e Econômicas (Ipespe) divulgada nesta quinta-feira, 27, mostra que 54% dos brasileiros desaprovam o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Enquanto isso, 41% aprovam o terceiro mandato do petista. Já 5% não sabiam ou não respondeu.

O presidente se sai melhor entre os que têm 16 a 24 anos (54% de aprovação), os que concluíram apenas o ensino fundamental (47%) e os que possuem renda familiar de até dois salários mínimos (48%). Lula leva a pior entre os que têm 45 a 59 anos (58% de desaprovação), os que concluíram o ensino médio (58%) e possuem renda familiar superior a cinco salários mínimos (60%).

A única região com aprovação superior a desaprovação é o nordeste, onde o PT não perde uma eleição desde 2002, com 50% de aprovação e 45% de reprovação. Já a que o presidente vai pior é a região sul, com 33% de validação e 62% de rejeição.

O levantamento também aponta que 58% da população acredita que a economia brasileira está no caminho errado. Já 35% têm a percepção de que o rumo está na direção correta. E 6% não sabiam ou não respondeu.

A pesquisa também possui um "ranking de presidenciabilidade", em que a pergunta "seria ou não um bom presidente?" foi feita. Nesta rodada, Lula recebeu 57% de avaliação negativa e 40% de positiva. Já o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), obteve 47% de rejeição e 35% de aprovação - ele é visto como o nome com maior potencial dentro do bolsonarismo para bater o petista em 2026. Enquanto isso, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT) aparece com 59% de avaliação negativa ao seu nome e 33% de avaliação positiva.

Foram ouvidas 2.500 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 20 e 25 de março deste ano para o levantamento ser feito. O método utilizado foi telefônico e on-line, em todas as regiões do País. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos. O índice de confiabilidade é de 95%.