Regina Duarte critica mudanças em remake de 'Vale Tudo'

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Um dia após a estreia do remake de Vale Tudo, Regina Duarte revelou que voltou aos próprios diários para relembrar os bastidores da novela que marcou sua carreira há 36 anos. Em entrevista à revista Marie Claire, a atriz também contou sobre a conversa que teve com Taís Araújo, escalada para dar vida à nova versão da protagonista Raquel Accioli.

"Disse a ela que aproveite muito a vivência com a Raquel. Que se divirta e invista firme e forte em todas as diversas facetas da personagem. Falei: 'Estou torcendo muito por você", contou Regina.

Protagonista símbolo de resistência

Raquel, personagem que Regina interpretou em 1988, ficou marcada como uma mulher honesta e batalhadora em um Brasil tomado por corrupção. Para a atriz, a identificação do público com a personagem ainda permanece.

"A maioria das mulheres brasileiras continuam tendo a Raquel como representante", afirmou. "É uma sorte. Está na minha de lista de 10 mais (melhores personagens)", completou.

Críticas ao novo enredo

Apesar de dizer que pretende acompanhar a nova versão, assinada por Manuela Dias, Regina deixou clara sua insatisfação com algumas mudanças. "Preciso confessar que não sou simpatizante de remakes, especialmente aqueles que se baseiam em grandes sucessos", disse. Uma das alterações que mais a incomodam envolve a relação da protagonista com outro personagem.

Na versão original, Raquel criava laços afetivos com um menino chamado Gildo. Agora, no remake, a relação é com Gilda, uma mulher. "Fico toda arrepiada de pânico com tal subversão. Aí penso, indignada: 'não mexe, cara! Faz outra!", declarou, em tom de brincadeira.

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Dois suspeitos foram identificados por policiais do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), da Polícia Civil do Estado de São Paulo, como os responsáveis pela morte do arquiteto Jefferson Dias Aguiar, de 43 anos. A vítima foi baleada quando tentava impedir a ação de criminosos na última terça-feira, 1º, no Butantã, na zona oeste de São Paulo.

Segundo o Deic, as investigações ficaram a cargo dos policiais da 1ª Delegacia da DISCCPAT (Investigações sobre Roubos e Latrocínios). "As diligências levadas a efeito pelas equipes da especializada possibilitaram a identificação tanto do atirador, assim como do indivíduo que fazia sua escolta e deu fuga após a realização dos disparos", disse o departamento.

A polícia realiza diligências para tentar localizar e prender os responsáveis, cujas qualificações serão inicialmente preservadas visando a efetividade das investigações.

O crime aconteceu na Rua Desembargador Armando Fairbanks. Aguiar estava em uma caminhonete Montana quando viu uma mulher sendo assaltada por dois indivíduos em uma moto - eles teriam levado o celular e a aliança dela.

Imagens de monitoramento mostram o arquiteto atropelando um dos criminosos, que usou a calçada para fazer um retorno para a via. O suspeito caiu no chão com o impacto, mas se levantou e efetuou três disparos contra o arquiteto. Um dos tiros atingiu as costas de Aguiar, perto da região da nuca.

Os assaltantes tinham acabado de roubar a aliança e celular de uma mulher e estavam tentando fugir da cena do crime.

O arquiteto chegou a ser levado para o Hospital Universitário da Universidade de São Paulo (HU-USP), que fica na região, mas não resistiu. A Polícia Civil investiga o caso como latrocínio (roubo seguido de morte).

Passageiros enfrentam transtorno na Linha 3-Vermelha do Metrô de São Paulo na manhã desta quinta-feira, 3, na capital paulista. A interferência foi registrada pouco antes das 7 horas da manhã.

De acordo com a companhia, os trens estão circulando com velocidade reduzida e maior tempo de parada nas estações em razão de uma falha em um equipamento na via na Estação Tatuapé, na zona leste. No entanto, o problema já provoca efeito também em outras estações, conforme relatos feitos nas redes sociais.

O Metrô afirma que equipes ainda trabalhavam, por volta das 8h, para resolver o quanto antes a situação.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou lei que institui o "Programa de Reconstrução Dentária para Mulheres Vítimas de Violência Doméstica no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS)". O texto sancionado está no Diário Oficial da União (DOU). O atendimento odontológico será garantido, prioritariamente, em clínicas e hospitais públicos ou conveniados ao SUS.

De acordo com a nova lei, o programa pretende assegurar o tratamento odontológico necessário à plena recuperação bucal das vítimas, incluídos procedimentos de reconstrução, próteses, tratamentos estéticos e ortodônticos, entre outros serviços.

"Para acesso ao Programa de Reconstrução Dentária para Mulheres Vítimas de Violência Doméstica, a mulher deverá apresentar documentos que comprovem a situação de violência, conforme regulamentação", cita a norma. "O Poder Executivo deverá regulamentar esta lei para definir os critérios de acesso ao Programa de Reconstrução Dentária para Mulheres Vítimas de Violência Doméstica, detalhar os procedimentos de atendimento odontológico e estabelecer parcerias com instituições de ensino e pesquisa, sempre que necessário, a fim de aprimorar a prestação de serviços odontológicos", acrescenta.