Madrugada pós-Paredão no 'BBB 24' expõe desabafos, alianças e momentos de descontração

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O Big Brother Brasil 24 acompanhou a formação de seu 13º Paredão, confrontando Alane, Beatriz e Raquele na noite deste domingo, 17. Beatriz foi diretamente indicada pela líder Giovanna, com Alane sendo a mais votada no confessionário e Raquele selecionada pelos participantes alvo da líder. Após a formação do Paredão, a casa se dividiu em reações variadas, desabafos e estratégias.

 

Desabafo de Davi e reações

 

Davi, após escapar do Paredão vencendo a prova Bate e Volta, fez um desabafo: "Tadeu, uma coisa que eu fico muito observando aqui, as pessoas que estão nessa sala aqui, elas me julgam pelas minhas atitudes". Mais tarde, em conversa com Isabelle, ele acrescentou: "Eu não sou uma pessoa ruim. (...) Eu jogo, eu falo, eu posso ser grosso, minha personalidade é essa, mas eu não sou uma pessoa ruim. As pessoas aqui na casa querem que eu me transforme em algo que eu não sou". Por outro lado, Pitel expressou uma visão crítica sobre Davi, referindo-se a ele como "a vítima de Taubaté".

 

A revelação do Poder do Falso

 

Durante a madrugada, o apresentador Tadeu Schmidt convidou Pitel ao Confessionário para esclarecer a verdadeira natureza do colar que ela encontrou na casa na última quarta-feira, 13. Foi revelado que o suposto poder era, na verdade, uma brincadeira elaborada por Marcos Veras e Welder Rodrigues, parte do quadro Vamo Invadir Sua Casa.

 

Com a revelação, Pitel teve a opção de decidir como lidar com a informação perante os outros participantes. Optando por uma estratégia ousada, Pitel inventou uma funcionalidade completamente nova para o colar, enganando os demais participantes ao afirmar que seu poder fictício permitiria vetar o uso do Poder Curinga de Raquele. Ela relatou sua versão dos fatos para as sisters, dizendo: "Ele explicou qual era a dinâmica do seu [poder] e eu disse 'não, ela vai fazer a coisa certa'".

 

Líder Giovanna observa e critica

 

No quarto da líder, utilizando a central de escuta disponível, Giovanna teve a oportunidade de ouvir uma conversa entre Beatriz, Matteus e Alane.

Beatriz, visivelmente frustrada pela perda de sua imunidade - retirada por Raquele com o uso do Poder Curinga -, fez um comentário que não passou despercebido por Giovanna: "Tirou minha imunidade, mas acabou no Paredão, para largar mão de ser idiota".

 

Não demorou para que Giovanna expressasse sua frustração, reagindo às palavras de Beatriz. "Estou revoltada com Beatriz, Raquele. Ninguém chama minha amiga de idiota, não". Disse.

 

Brincadeira de Davi faz Alane chorar

 

Na área externa da casa do BBB 24, uma brincadeira envolvendo entrevistas simuladas tomou um rumo emocional quando Davi assumiu o papel de entrevistador, dirigindo-se a Alane com uma questão sobre sua carreira artística. "Quando você começou a sua carreira, qual foi a sua maior inovação que você teve em todo o início da sua carreira artística brasileira?", perguntou ele.

 

Alane, tentando participar, respondeu inicialmente apontando seu sotaque como uma inovação. Davi, contudo, não se satisfez e repetiu a pergunta, levando Alane a mencionar o reforço de sua personalidade. A brincadeira continuou com Davi interrompendo e desafiando as respostas de Alane, até declarar, "Você é uma atriz falsificada. Você não inovou". Mesmo após Alane citar sua experiência com balé, Davi manteve sua avaliação crítica, afirmando que ela não trouxe novidades para sua carreira e sugerindo, "Você não está preparada, não. Volta lá para a escola de atrizes".

 

Essa interação deixou Alane visivelmente abalada, questionando se já não havia respondido às perguntas. À medida que a situação se desenrolava, com Davi insistindo na brincadeira, Alane expressou sua tristeza e emoção: "Não tem graça, fiquei triste". Davi, percebendo a reação de Alane, questionou se ela estava brincando, ao que ela respondeu, "Estou emotiva", revelando o impacto emocional que a brincadeira teve sobre ela.

 

Críticas pós-Paredão

 

Após a formação do Paredão, as reações e estratégias adotadas pelos participantes trouxeram à tona as tensões existentes. Alane expressou sua insatisfação com a decisão de Raquele de usar o Poder Curinga para retirar a imunidade de Beatriz, considerando a ação desnecessária e criticando a escolha feita: "Eu fiquei com raiva porque ela não precisava. A Giovanna tinha outras opções de alvo. Ela poderia ter votado no Davi".

 

Enquanto isso, MC Bin Laden revelou a dinâmica por trás da indicação de Raquele ao Paredão, evidenciando um acordo entre os participantes. Ao compartilhar sua perspectiva sobre a votação, ele mostrou como as decisões são muitas vezes fruto de negociações e consensos, mesmo que relutantes: "Eu não concordei, porque não é minha opção. Agora, nesse momento era com eles, né. Era ela. (...) Não tinha o que fazer, mano".

 

Um pouco de descontração

 

Em um momento de humor, Pitel provocou Lucas Henrique com uma pergunta sobre o que ele faria se, ao voltar para casa após o programa, encontrasse as fechaduras trocadas: "Se a sua esposa trocar as fechaduras da sua casa, você vai para onde?".

 

Na cozinha da Xepa do BBB 24, Isabelle brincou com Matteus, expressando que não dançaria mais com ele. A conversa, que também envolveu Beatriz e Alane, teve Matteus respondendo: "Eu sei que tu não aguenta ficar sem dançar". Isabelle, mantendo o tom leve, replicou: "Você vai implorar para eu dançar com você e eu não vou dançar mais".

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A Prefeitura de São Paulo inaugurou nesta terça-feira, 25, o "Prisômetro", um painel 24 horas que vai atualizar em tempo real o número de prisões realizadas por meio do Smart Sampa, um sistema de câmeras de segurança que usa reconhecimento facial para identificar suspeitos, foragidos e pessoas desaparecidas.

O equipamento foi instalado na rua XV de Novembro, em frente ao Centro de Comando do Smart Sampa, na área central da cidade. O lançamento ocorreu em meio a críticas sobre o uso da tecnologia de reconhecimento facial nos blocos de carnaval. Em ofício encaminhado ao prefeito Ricardo Nunes, o núcleo de Direitos Humanos da Defensoria Pública pediu a suspensão da medida.

A Defensoria se baseia em recomendação da ONU e não fala no documento sobre evitar prisões, mas se posiciona contra a PM invadir blocos de rua para "caçar" pessoas colocando em risco os foliões.

Em entrevista à Rádio Eldorado, o secretário municipal de Segurança Urbana, Orlando Morando, chamou de "esdrúxulo e ridículo" o pedido da Defensoria e alegou que a divulgação das prisões realizadas pela Guarda Civil Metropolitana "dá mais transparência e melhora a sensação de segurança das pessoas".

Questionado sobre a autorização dada pelo Supremo Tribunal Federal para que guardas municipais passem a fazer policiamento ostensivo e prisões em flagrante, o secretário disse que a GCM, que deve mudar de nome, já cumpria esse papel e está preparada para realizar essas ações.

O escritor Marcelo Rubens Paiva se manifestou após ser agredido durante o desfile do bloco Acadêmicos do Baixo Augusta, em São Paulo, no último domingo, dia 23. O autor estava sendo homenageado pela agremiação, mas foi atingindo por uma mochila durante o trajeto.

"O cara jogou mochila na cara, não entendi o que aconteceu. Já é meu 16º desfile e nunca fui atacado. Coisa estranha e não entendi o porquê. Jogar uma mochila na cara de um cadeirante, porta-bandeira, que quer se divertir, que faz isso há 16 anos, não entendi esse grau de violência. Brasil está difícil, e ele não deve ter visto o filme", afirmou, em entrevista à GloboNews.

Um rapaz arremessou uma lata de bebida, uma mochila e um chinelo na direção do escritor, que não se feriu. As agressões aconteceram no início do cortejo, que desce a Rua da Consolação, no centro da capital, partindo do cruzamento com a Avenida Paulista. Paiva é porta-estandarte do Baixo Augusta desde o ano de fundação do bloco, há 16 anos.

De acordo com a assessoria do Baixo Augusta, o autor das agressões não disse os motivos que o levaram a arremessar os objetos. Ele não foi identificado e foi retirado do cortejo, segundo os organizadores. Depois das agressões, Marcelo Rubens Paiva permaneceu na festa por mais algumas horas.

Em 2025, o tradicional bloco paulista celebrou o filme Ainda Estou Aqui, longa dirigido por Walter Salles e baseado no livro escrito por Marcelo Rubens Paiva. A obra conta a história de Eunice Paiva, mãe do autor, e sua luta após o desaparecimento de Rubens Paiva, pai de Marcelo, pelas mãos da ditadura militar brasileira.

O longa foi indicado em três categorias do Oscar - Melhor Filme, Melhor Filme Internacional e Melhor Atriz. Marcelo, inclusive, usava uma máscara de Fernanda Torres, que interpretou Eunice Paiva no longa.

Dois homens, de 20 e 22 anos, foram presos, na terça-feira, 25, suspeitos de envolvimento na morte do delegado Josenildo Belarmino de Moura Júnior, de 32 anos, baleado durante um assalto no dia 14 de janeiro deste ano, na Chácara Santo Antônio, zona sul da capital paulista. A defesa da dupla não foi localizada. O caso foi registrado como latrocínio consumado.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública do Estado, os dois foram detidos por um policial militar aposentado, na região da Vila Cruzeiro, zona sul de São Paulo, após assaltarem dois pedestres.

"O militar presenciou o crime e interveio, sendo que um dos suspeitos ficou ferido e foi socorrido ao hospital. Posteriormente, foi constatado que os dois estavam com um mandado de prisão em aberto pelo latrocínio contra o delegado", disse a SSP.

Com a prisão deles, subiu para quatro o número de presos por participação no crime contra o delegado. "Além de um quinto homem que foi identificado e está foragido."

A secretaria disse ainda que apreendeu com a dupla três celulares e um revólver, além de duas motos com placas trocadas.

O caso foi registrado como roubo, adulteração de sinal identificador de veículo automotor, cumprimento de mandado de prisão temporária e tentativa de homicídio no 11° Distrito Policial de Santo Amaro.

Prisões realizadas anteriormente

Conforme a SSP, a primeira prisão aconteceu em 28 de janeiro, na região de Paraisópolis, zona sul. O suspeito foi identificado após um trabalho de investigação que envolveu policiais dos 11° Distrito Policial, onde a vítima trabalhava, e outras seccionais do Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap).

Já a segunda foi no último dia 18 de fevereiro. Uma mulher conhecida como "Mainha do Crime", apontada como financiadora de diversos delitos na capital, entre eles o latrocínio contra o delegado, foi detida na mesma região.

Suedna Barbosa Carneiro, de 41 anos, já foi condenada a 10 anos e meio de prisão e atualmente cumpria pena em regime aberto. A primeira prisão ocorreu no dia 18 de março de 2022. À época, ela foi denunciada pelo Ministério Público pelos crimes de receptação, porte ilegal de arma e associação criminosa. A reportagem não conseguiu contato com a defesa dela.

Desta vez, no endereço dela, os policiais apreenderam três armas de fogo, mochilas de entrega, capacetes e outros acessórios usados nos crimes. Também foram encontrados equipamentos eletrônicos que serão analisados pelos investigadores.

Ela também é apontada como financiadora de crimes de roubo como o que vitimou o ciclista Victor Medrado, que pedalava em frente ao Parque do Povo, no dia 13.

Crime contra o delegado

A ação criminosa foi registrada por câmeras de segurança da via. Uma câmera de segurança registrou o momento em que o delegado é abordado. Nas imagens, é possível ver Moura Júnior, que estava de folga, caminhando pela rua Amaro Guerra de camiseta, bermuda e chinelo. Na sequência, o criminoso chega em uma moto, estaciona à frente de um trecho da calçada, perto de uma obra.

O ladrão, então, desce do veículo e aborda a vítima. De capacete e apontando a arma para Moura Júnior, ele revista o delegado, que estava armado. Em seguida, atira contra a vítima, que cai ao lado de um carro. O criminoso foge de moto.

O caso ocorreu pouco mais de três meses após a morte de um outro delegado em tentativa de assalto na Vila Romana, na região da Lapa, na zona oeste da capital.

Moura Júnior foi alvejado com quatro tiros: dois nas costas, um no braço e outro na garganta. Ele chegou a ser socorrido, mas morreu no hospital. (Colaboraram Caio Possati e Ítalo Lo Re)