Esposa de Deltan Dallagnol nega que vai concorrer a qualquer cargo neste ano

Política
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A empresária e advogada Fernanda Dallagnol, esposa do ex-procurador da Operação Lava Jato e deputado cassado Deltan Dallagnol (Novo), não vai concorrer a nenhum cargo nas eleições municipais deste ano. Ela estava sendo cotada para a prefeitura ou vice-prefeitura de Curitiba, e depois para uma cadeira na Câmara dos Vereadores local, mas negou as duas possibilidades.

 

Após a saída de Deltan da lista de possíveis candidatos à prefeitura da capital paranaense, em maio, Fernanda tornou-se um nome apto a entrar no páreo. Mas, dias depois, Deltan anunciou seu apoio ao vice-prefeito e pré-candidato Eduardo Pimentel (PSD) - o que excluiria as possibilidades de Fernanda concorrer.

 

Desde então, o nome dela foi ventilado como uma provável candidata ao Legislativo. Nesta segunda-feira, 29, entretanto, a assessoria de comunicação de Fernanda negou que ela vá concorrer a qualquer cargo eletivo.

 

A ideia é que ela concorra a um cargo na Câmara ou no Senado, nas eleições gerais de 2026. Atualmente, Fernanda é a líder do Novo Mulher.

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A Hungria informou nesta quinta-feira, 3, que iniciará o procedimento de retirada do único tribunal global permanente do mundo para crimes de guerra e genocídio.

"A Hungria se retirará do Tribunal Penal Internacional", escreveu Gergely Gulyás, chefe de gabinete do Primeiro-Ministro Viktor Orbán, em uma breve declaração. "O governo iniciará o procedimento de retirada na quinta-feira, de acordo com o arcabouço constitucional e legal internacional."

O anúncio foi feito no momento em que o primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, chegou à capital húngara, Budapeste, apesar de um mandado de prisão internacional contra ele por sua conduta na guerra na Faixa de Gaza.

O governo da Hungria, liderado por Orbán, estendeu o convite a Netanyahu em novembro, depois que o TPI, sediado em Haia, Holanda, emitiu o mandado acusando-o de crimes contra a humanidade.

Orbán, um aliado próximo de Netanyahu, chamou o mandado de prisão de "escandalosamente insolente" e "cínico". Os países-membros do TPI, como a Hungria, são obrigados a deter suspeitos que enfrentam um mandado se eles pisarem em seu território, mas o tribunal não tem como fazer cumprir isso e depende dos estados para cumprir suas decisões.

Além de enfrentar novas tarifas e de aparecer no topo da lista de "maus atores" do presidente Trump no seu anúncio tarifário, a China tem outro motivo para estar irritada: Taiwan foi listado como um país.

Mesmo antes de Pequim ter opinado oficialmente sobre a tarifa de 34% anunciada por Trump, o seu embaixador em Washington publicou um lembrete severo de que a China considera a ilha democrática de Taiwan parte do seu território. Está entre as maiores proibições diplomáticas no livro de Pequim sugerir que Taiwan é independente do domínio chinês. Mas Taiwan foi listado em quarto lugar sob o título "país" no painel tarifário que Trump ergueu em sua cerimônia na Casa Branca.

"#Taiwan é Taiwan da China", escreveu o embaixador Xie Feng no X depois da fala de Trump e incluiu um discurso em vídeo do líder chinês Xi Jinping alertando contra testar a determinação de Pequim. O embaixador não comentou as novas tarifas, incluindo 32% para Taiwan.

O CEO da Tesla, Elon Musk, chamou de "fake news" a informação de que deve se afastar, já nas próximas semanas, de suas funções à frente do Departamento de Eficiência Governamental (Doge), como informou o Politico.

Musk compartilhou em seu perfil no X a publicação da porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, que já havia negado que o presidente Donald Trump tenha reforçado a seus aliados que o bilionário deixaria o cargo público em breve.